On 10/31/07, Daniel Cabral Santos <[EMAIL PROTECTED]> wrote: > > Claro que temos que dimensionar as máquinas pro trabalho que vão > encarar...rolava até uma competição...só por curiosidade...tentarmos > reproduzir o mesmo projeto, com o máximo de fidelidade possível em vários > softwares (livres e proprietários) pra ver quem manda melhor! Só > curiosidade... >
não sei se foi dessa maneira que o cara analisou, mas dá uma olhada nessa tabela aqui: http://www.tdt3d.be/articles_viewer.php?art_id=99 e olha que ele nem analisou a existência do módulo de compositing,,, > Se conseguirmos fazer tudo o que precisamos no blender ou em outro SL, > trocamos na hora! Tenho até uma dúvida quanto a isso... nesse caso de vídeo > em específico: como os caras que desenvolvem ele conseguem desenvolver mais > ainda, pois pra ficar fera em 3D ou 2D tem q estudar pra c.... , e ainda > devorar os livros de c pra programar? Putz, haja cérebro! Como funcionam as > equipes de desenvolvimento? > tem gente desenvolvendo o Blender por tudo quanto é lado no mundo, mas a grande sacada foram estes projetos abertos que a Blender Foundation faz. Eles captam uma grana pra produzir o filme E desenvolver a ferramenta ao mesmo tempo. A contribuição direto ao código só dá certo pq o master coder (Ton Roosendaal) tá junto e sabe exatamente quem contratar. Se fosse pra uma equipe estudar o código do zero, ficaria praticamente inviável, ainda mais o código sendo em C. Mas veja bem, estou falando de contribuição DIRETA. O desenvolvimento de um software não é só comit de código. É bug report, documentação, artwork, etc. E isso qualquer projeto aberto ao redor do mundo pode fazer e contribuir, é só se dispor a isso. -- Fabianne Balvedi GNU User #286985 http://fabs.estudiolivre.org "Nada melhor que as situações extremas para nos fazerem repensar e analisar o que realmente vale a pena." Roberta Nunes
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