Caro Jorge Rocha: Não disponho (ainda) de experiência com edição de dados espaciais em ambiente WWW via serviço WFS-T. Todavia, tenho feito alguns testes de implementação e geração de esquema de dados com o hibernate-spatial, que permite gerir programaticamente objectos com geometria (Feature Classes) através de código Java.
Deste modo pude reparar em pequenos detalhes, a que os autores de tutoriais não dão a devida atenção, talvez por lhes ser evidente, mas que podem fazer toda a diferença. Tudo depende do modo como foi inicialmente gerado o esquema da base de dados no PostGIS, e que programa usou para o fazer (ou até se usou ficheiro ou linha de comandos psql). Por exemplo: o hibernate-spatial não mantém as tabelas de metadados da geometry-columns. O que pode ser fatal para aplicações terceiras... Também exige que exista uma tal de hibernate-sequence para gerar as sequências de IDs (valores únicos e auto-incrementados). Finalmente, alguns dos programas SIG Open Source também exigem que os campos relativos a chaves primárias sejam inteiros longos, embora o PostgreSQL não imponha essa regra. Pelo exposto, julgo que a questão reside nas especificações que o udig assume estarem implementadas no esquema de dados no PostGIS. Espero que estas informações tenham alguma utilidade... Vou aguardar por qualquer novidade neste tópico, pois também tenciono utilizar o udig na minha pesquisa. De facto, seria uma solução: Eclipse: UML2, Java e Hibernate-Spatial Base de Dados: PostGIS FOSSG: udig (possivelmente considerando um serviço WFS-T). Actualmente, só me falta testar a última camada da solução. _______________________________________________ Portugal mailing list [email protected] http://lists.osgeo.org/mailman/listinfo/portugal
