Bom dia a todos, Estamos igualmente a fazer o estudo desta Norma, e da sua leitura é feita a referência a um outro documento: "Norma de Metadados do Ordenamento do Território e Urbanismo". No capítulo 1, "Objectivo e campo de aplicação", somos informados de que esta outra norma foi publicada pela DGOT-DU, mas não encontramos qualquer referência à sua existência. Alguém conhece a sua a sua localização on-line para download?
Agradeço antecipadamente, Alexandre Aleluia Alexandre Aleluia (Eng. Geógrafo) Gabinete de Sistemas de Informação Geográfica Departamento de Urbanismo Câmara Municipal de Setúbal Edifício Sado, Rua Acácio Barradas n.º27 2901-866 SETÚBAL www.mun-setubal.pt Tel. 265 537 008 Antes de imprimir este e-mail pense bem se tem mesmo que o fazer. Há cada vez menos árvores -----Mensagem original----- De: Jorge Gustavo Rocha [mailto:[email protected]] Enviada: sexta-feira, 8 de Abril de 2011 1:12 Para: OSGeo PT Assunto: [Portugal] Avaliação da Norma Técnica sobre o Modelo de Dados para o PDM Caros, Depois de uma leitura às propostas da DGOTDU, e de umas tentativas para arrumar um PDM, teço aqui umas primeiras observações. 0) Há nitidamente uma orientação papel/CAD no modelo da DGOTDU, fruto de uma tradição orientada ao papel. O que conta é o que se vê na impressão. Por outro lado, imagino que os PDM ainda sejam aprovados em papel. A minha questão é a seguinte: faz algum sentido fazer análises em papel, em desenhos? Verificar integridade, completude, topologias, etc em papel? em CAD? 1) O PDM é um instrumento de gestão, que modela em computador uma diversidade de classes de espaços. Para mim, faz todo o sentido que seja modelado em SIG, e que seja um instrumento que sirva para uma diversidade de operações a jusante. Num SIG, por exemplo, é muito fácil calcular buffers variáveis associados a condicionantes, ao mesmo tempo que se interceptam com áreas do ordenamento, etc, etc. Por isso, o modelo de dados da DOGTDU deve ser de facto um modelo de dados para SIG, e os PDM devem ser enviado em SIG para a DGOTDU. Toda a análise e validação dos mesmo tem que ser feita numa base SIG. Como se fazem as reuniões sectoriais nas CCR? Levando o PDM em papel para comparar com REN ou RAN em papel? Mesmo todo o acompanhamento da elaboração e revisão de um PDM deverá ser feito em digital. 2) Se há necessidade de imprimir o PDM, então essa impressão deve ser obtida associando um estilo a cada uma das classes de espaços, mantendo a separação entre conteúdos e formatações (como se faz no HTML+CSS, por exemplo). A impressão pode ser obtida pela aplicação de um SLD (folha de estilos geográfica), ou usando uma outra tecnologia qualquer, desde de haja este princípio da separação entre conteúdos e formatação. 3) Escalas. Os PDM são instrumentos que devem ter determinado rigor. Qual? A resposta é condicionada pela cartografia de base disponível no município, certo? Faz sentido ainda haver PDM a 25k? Pode-se conviver com PDM a 25k, 10k e 5k? Deve-se uniformizar a escala, ou não é necessário? 4) Decorre dos tópicos anteriores (impressão e escalas), existirem geometrias diferentes para determinadas classes de espaços, se trabalharmos com escalas diferentes e se tivermos de fazer impressões a escalas diferentes. Temos mesmo que suportar múltiplas geometrias para as mesmas entidades consoante a escala? 5) Vamos usar o ETRS89/TM06, ou ainda temos que apresentar os PDM em DT73? Acho que é uma boa desculpa para se passar tudo para ETRS89/TM06. Para a semana, partilho um primeiro exercício de um modelo relacional para representar o PDM. Cumprimentos, Jorge -- Jorge Gustavo Rocha Departamento de Informática Universidade do Minho 4710-057 Braga Tel: 253604430 (Geral), 253604479 (Gabinete) Fax: 253604471 Móvel: 910333888 _______________________________________________ Portugal mailing list [email protected] http://lists.osgeo.org/mailman/listinfo/portugal
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