Ivan, Apenas para não parecer que abandonei a discussão: fecho com o Walmes em relação a polinomiais > 2: melhor não perder tempo. Como alternativas: investigar os não lineares ou as séries de Fourrier (estes úlimos mais flexíveis e poderosos que os polinomiais de nível elevado).
Abs, -- ///\\\///\\\///\\\///\\\///\\\///\\\///\\\///\\\ Jose Claudio Faria Estatistica - Prof. Pleno UESC/DCET/Brasil joseclaudio.faria at gmail.com ///\\\///\\\///\\\///\\\///\\\///\\\///\\\///\\\ Em 24 de outubro de 2011 08:38, Paulo Justiniano <[email protected]> escreveu: > Caros > > colocando mais alternativas é bom se perguntar em cada contexto se um modelo > polinomial é mesmo o que queremos. > > Modelos polinomiais e nao-lineares sao "globais", ou seja, assumimos (ou > esperamos) que sejam válidos e razoáveis em todo o domínio dos dados > > As vezes quermos um modelo descritivo, localmente ajustado, sem a > necessicade de uma equação global. > Neste casos splines gam's e similares podem ser de maior utilizada > > No contexto que o Walmes disse que nao se preocupa em interpretar > coeficientes esa questao se coloca. O modelo nao linear é útil > desde que motivado fisica/biologicamente. > Sendo desconhecido/arbitrário uma gam te ajuda a encotnrar a forma da > relacao com certa flexibilidade > > > > > On Mon, 24 Oct 2011, Walmes Zeviani wrote: > >> Ivan, >> >> Eu dificilmente perco tempo tentando interpretar parâmetros de um modelo >> polinômial de grau maior ou igual à 2. Isso >> mesmo, quadrático eu já nem olho para os valores estimados. Só olho para o >> sinal do termos quadrado que indica a >> concavidade. Qualquer esforço de interpretação a partir daí eu acho >> disperdício. Eu prefiro fazer a predição com >> bandas de confiança e a fazer uma discussão "intervalar". >> >> Quando ao modelo cúbico, penso que na maioria das vezes ele seja uma >> aproximação local para uma curva sigmóide >> (típicas em estudos de crescimento biológico). Como temos diversas >> maneiras de ajustar e diversos modelos com padrão >> sigmóide, vou direto para um modelo de regressão não linear. É difícil >> imaginar/justificar um fenômeno que função >> descresça (cresça), alcançe o mínimo (máximo), cresça (descareça), alcance >> o máximo (mínimo) e volte a decrescer >> (crescer) [padrão polinômio cúbico]. Exergo como uma simoidal (que não tem >> os pontos de mínimo e máximo) ou uma >> trigonométrica em termos de senos ou cosenos (sazonal). >> >> A media que o tempo passa, desaconselho mais e mais o uso de polinômios e >> estimulo à adoção de um modelo não linear. >> >> À disposição. >> Walmes. >> >> ========================================================================== >> Walmes Marques Zeviani >> LEG (Laboratório de Estatística e Geoinformação, 25.450418 S, 49.231759 W) >> Departamento de Estatística - Universidade Federal do Paraná >> fone: (+55) 41 3361 3573 >> VoIP: (3361 3600) 1053 1173 >> e-mail: [email protected] >> twitter: @walmeszeviani >> homepage: http://www.leg.ufpr.br/~walmes >> linux user number: 531218 >> ========================================================================== >> > > _______________________________________________ > R-br mailing list > [email protected] > https://listas.inf.ufpr.br/cgi-bin/mailman/listinfo/r-br > Leia o guia de postagem (http://www.leg.ufpr.br/r-br-guia) e forneça código > mínimo reproduzível. > _______________________________________________ R-br mailing list [email protected] https://listas.inf.ufpr.br/cgi-bin/mailman/listinfo/r-br Leia o guia de postagem (http://www.leg.ufpr.br/r-br-guia) e forneça código mínimo reproduzível.
