| Date: | Oct 19 2000 15:53:44 EDT |
| From: | "Kevison Dennys Carrilho Bentes" <[EMAIL PROTECTED]> |
| Subject: | [redewan] =?Windows-1252?Q?Fw: 4. Servi=E7os WAN?= |
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Sauda��es,
An�lise de um colega portugu�s.
Pelo menos, a url � de Portugal (pt).
Grato.
Kevison Dennys Carrilho Bentes
Gerente de Rede Air System Network Bras�lia - DF Brasil Fone: 55 61 313-8002 Fax: 55 61 313-8008 [EMAIL PROTECTED] ----- Original Message -----
Sent: Thursday, October 19, 2000 2:42 PM
Subject: 4. Servi�os WAN 4. Servi�os WAN A escolha dos servi�os e suporte WAN aumentou imenso nos �ltimos anos. Este facto incrementou as op��es dispon�veis para satisfazer as necessidades empresariais, mas tamb�m aumentou a complexidade do processo de decis�o. Este sec��o apresenta as vantagens e desvantagens dos 6 servi�os WAN mais importantes, desde os tradicionais - liga��o telef�nica de modem, linhas dedicadas, e X.25 - at� �s mais recentes tecnologias - Frame Relay, ISDN e ATM. As linhas de telefone anal�gicas convencionais suportam tr�fico de dados, no entanto, dado que essas linhas foram desenhadas para transportar voz, n�o dados, os modems s�o usados para converter sinais anal�gicos em digitais e vice-versa. As linhas anal�gicas est�o limitadas na velocidade e qualidade do servi�o. A velocidade m�xima � 33.6 Kbits por segundo (Kbps) antes de compress�o (os indispens�veis bits de in�cio e paragem reduzem este valor em cerca de 10%). Estas linhas podem ser uma solu��o a custo reduzido quando os ficheiros s�o pequenos, a velocidade n�o � importante e as aplica��es n�o s�o sens�veis ao tempo. Estas linhas s�o baratas e universais, e a tecnologia � familiar aos utilizadores e fornecedores. Se a chamada � local, os seus custos s�o muito reduzidos, em alguns pa�ses mesmo gratuito. A linha dedicada (ou alugada) fornece uma conex�o permanente entre dois pontos. As linhas dedicadas digitais s�o o m�todo prefer�vel para ligar computadores, porque fornecem uma grande qualidade de comunica��o e � f�cil para as empresas de telecomunica��es de resolver avarias. Quando estas acontecem a linha vai abaixo completamente, n�o h� possibilidade de manter a linha a funcionar com um baixo d�bito (ao contr�rio do que se passa com a linha telef�nica). Para resolver isto, existem por vezes m�ltiplas linhas entre localiza��es. Quando a linha est� em baixo, a rede est� em baixo. Existe uma grande variedade de escolhas para as v�rias necessidades. As velocidades das linhas dedicadas v�o desde 9.6 Kbps at� 45 megabits por segundo (Mbps). Existem tamb�m linhas dedicadas anal�gicas que requerem o uso de um modem para converter os sinais anal�gicos da bridge ou do router em sinais digitais. Tal como nas liga��es anal�gicas das linhas telef�nicas existem limita��es na qualidade e velocidade da transmiss�o dos dados. As linhas dedicadas fornecem um servi�o excelente em termos de controle. O detentor da linha possui toda a capacidade da linha, e est� sempre dispon�vel. � tamb�m normalmente a solu��o mais cara, em geral o pre�o da linha varia com a largura de banda e a distancia. De qualquer forma, se � necess�rio liga��o durante muitas horas por dia e se se possui v�rios computadores � a solu��o com uma melhor rela��o custo/perfomance. O X.25 usa tecnologia de troca de pacotes. Originalmente desenhada para ligar terminais a servidores ou servidores a servidores, o X.25 � agora usado para fazer a liga��o entre LANs. Esta tecnologia j� tem quase duas d�cadas, os seus servi�os j� atingiram a maturidade e s�o muito conhecidos, mais do quaisquer outros servi�os WAN. As redes X.25 fornecem servi�os de circuito virtual connection-oriented com correc��o de erros e retransmiss�o. A correc��o de erros garante a entrega de dados correcta, mas tamb�m reduz a velocidade, que normalmente varia entre 9.6 Kbps e 64 Kbps, antes da detec��o de erros. O X.25 � adequado para tr�fico terminal com sess�es interactivas. As tarifas s�o normalmente proporcionais � quantidade de dados transmitidos, logo � atractivo para aplica��es que enviam bursts de dados como tr�fico. O X.25 tamb�m suporta permuta de circuitos virtuais, que oferecem maior flexibilidade nas conex�es do que as linhas dedicadas. A disponibilidade de X.25 tem muito a ver com a localiza��o. Novas tecnologias tais como Frame Relay e ISDN oferecem muitas vantagens sobre X.25 na conex�o entre LANs, de qualquer forma, em algumas partes do mundo o X.25 � o meio menos dispendioso ou mesmo a �nica forma de liga��o. Apesar de o servi�o Frame Relay apenas ter sido introduzido na �ltima d�cada, tem-se tornado o m�todo preferido para comunica��o entre LANs. Muitas organiza��es est�o a substituir redes de linhas dedicadas privadas por redes Frame Relay. Por causa de terem sido desenhadas para protocolos modernos, tais como TCP/IP e SPX/IPX, o Frame Relay n�o garante entrega de dados porque assume que o nodo final ligado � LAN j� est� a utilizar este servi�o. Por causa disso n�o � necess�rio retransmitir os pacotes, tem menos overhead e � mais eficiente que o X.25. Outra raz�o para a efici�ncia do Frame Relay � o facto de suportar frames de tamanhos muito grandes. Os frames das LANs podem ser transmitidos num pacote Frame Relay em vez de v�rios pacotes X.25. O acesso Frame Relay vai desde 56 Kbps at� 2.0 Mbps. � importante saber qual ser� a taxa de transmiss�o de dados que se seguir�, para selecionar as velocidades apropriadas para os componentes do servi�o Frame Relay. Quando se d� esta informa��o ao fornecedor do servi�o Frame Relay, ele arranja os seguintes componentes do servi�o Frame Relay: - linha de acesso ao fornecedor de servi�o; - permutador Frame Relay de varia��o da velocidade; - taxa de informa��o combinada (CIR - Commited Information Rate) para cada circuito virtual permanente (PVC - Permanent Virtual Circuit). A linha de acesso � uma linha dedicada de cada site at� ao permutador Frame Relay mais pr�ximo. A velocidade desta liga��o deve ser maior do que os requisitos de largura de banda normais que permitem bursts para tr�fico superior. A velocidade no porto do fornecedor de Frame Relay determina a velocidade a que os dados entram na rede e a velocidade m�xima dos bursts. Para cada PVC que se especifica entre dois pontos na rede, � feito um CIR. O fornecedor de servi�o Frame Relay garante a entrega de CIR sobre o PVC sempre. O Frame Relay requere menos hardware no site central, desde que v�rias linhas estejam juntas numa linha simples entre o site central e o fornecedor de servi�o Frame Relay. Al�m disso, o fornecedor do servi�o � respons�vel pela manuten��o da rede Frame Relay, ao contr�rio do que acontece nas linhas dedicadas onde tem de existir um gestor da rede. Por outro lado, o tr�fico passa atrav�s de um permutador do qual n�o se � dono. Quando foi introduzido o Frame Relay estava limitado ao suporte PVC. A recente padroniza��o permitiu a introdu��o de circuitos de permuta virtuais e espera-se que os novos padr�es sejam rapidamente adoptados quer pelos vendedores de permutadores, quer pelos vendedores de bridges e routers. As tarifas podem variar muito de fornecedor para fornecedor e o servi�o de permuta de pacotes f�-lo mais barato que as linhas dedicadas para tudo, excepto para aplica��es de dados intensivos. Al�m disso, o suporte Frame Relay SVC resulta em poupan�as adicionais nas conex�es a sites que n�o precisam estar em linha continuamente. As Redes Digitais de Servi�os Integrados (ISDN - Integrated Services Digital Networks) s�o essencialmente chamadas telef�nicas digitais: um servi�o digital de alta velocidade que suporta simultaneamente comunica��es de dados e voz sob os sistemas de cablagem telef�nica em par entran�ado. O tempo de configura��o da chamada � extremamente r�pido. O ISDN pode ter uma raz�o custo/perfomance muito boa desde que se use (e se pague) apenas quando se precisa. O ISDN demorou algum tempo a afirmar-se, inicialmente por causa dos padr�es de inter-operacionalidade que n�o estavam desenvolvidos. Hoje, no entanto, existe um mercado bastante interessante, grande disponibilidade, e um continuo abaixamento dos pre�os que resultou numa explos�o no mercado (dos Estados Unidos). Os servi�os p�blicos est�o agora muito difundidos a custos que s�o competitivos quando comparados com outros servi�os WAN, e os vendedores de equipamento finalmente satisfizeram as expectativas dos utilizadores com performance e inter-operacionalidade. Pelo menos dois servi�os est�o normalmente dispon�veis, taxa b�sica e taxa prim�ria. O Interface de Taxa B�sica (BRI - Basic Rate Interface) � o mais comum, usado muitas vezes para casa e comunica��es remotas do escrit�rio. As conex�es BRI est�o disponiveis nas grandes MANs existentes. O BRI consiste em dois canais de 64 Kbps (canais B) e um canal de sinaliza��o de 16 Kbps (canal D) para uma taxa de dados m�xima (antes de compress�o) de 128 Kbps (ou 144 Kbps se o canal D for usado para transmiss�o de dados). Enquanto 2B+D � um padr�o de servi�o BRI, alguns fornecedores de servi�o oferecem outras combina��es, tais como um canal D ou dois canais B sem o canal D. O Interface de Taxa Prim�ria (PRI) � um interface com grande largura de banda e � usado normalmente em sites centrais para agregar conex�es BRI, ou em aplica��es onde uma largura de banda nativa superior a 128 Kbps � necess�ria. Normalmente os servi�os PRI est�o menos dispon�veis que os servi�os BRI por causa do custo e largura de banda. Nos Estados Unidos e no Jap�o, a PRI consiste em 23 canais B e um canal D, enquanto na Europa e no resto do mundo consiste em 30 canais B e um canal D. O canal D para as opera��es PRI opera a 64 Kbps, como fazem todos os canis B para um total de aproximadamente 1.5 Mbps nos E. U. e no Jap�o , ou 2.0 Mbps na Europa e no resto ddo mundo. A combina��o entre BRI e PRI � muito poderosa para a constru��o de redes com um site central e muitos sites distribu�dos. Atrav�s do uso de um simples PRI no site central e de linhas BRI em sites remotos, o site central pode comunicar simultaneamente com at� 23 ou 30 sites remotos. O ISDN � �til para aplica��es onde a transmiss�o de dados n�o � cont�nua e os requesitos de pico s�o vari�veis. Desde que se pague aquilo que se usa, � interessante como backup de uma linha dedicada. O Modo de Transfer�ncia Ass�ncrono (ATM - Assynchronous Transfer Mode) suporta os servi�os LAN e WAN, desde que possa ser usado como espinha dorsal de uma LAN de alta-velocidade ou um servi�o de dados de uma WAN. No in�cio o ATM foi usado apenas como um servi�o LAN. Como servi�o de dados o ATM tem muitas das caracter�sticas do Frame Relay com os benef�cios adicionais de ter uma grande largura de banda e suporte para m�ltiplas classes de servi�o. Por outro lado, os padr�es ATM ainda est�o a ser definidos, os servi�os ATM ainda n�o est�o completamente explorados, e o equipamento para para ligar aos servi�os ATM � ainda escasso. O grande uso para j� � em aplica��es m�dicas, mas al�m disso existem ind�strias que precisam um servi�o de alta-velocidade como este. Tal como o Frame Relay, o ATM n�o garante a entrega dos dados, em vez disso responde aos nodos terminais para proporcionar esta fun��o. O ATM utiliza um pacote de tamanho fixo muito pequeno. A c�lula ATM, como este pacote � chamado, tem apenas 53 bytes, sendo 5 bytes de cabe�alho e os restantes 48 para o transporte de dados. Esta pequena c�lula � um importante componente do suporte ATM, quer para taxas constantes de transmiss�o de dados (voz e v�deo), quer para a transmiss�o de dados a taxas vari�veis. Existem v�rios modos de conectar a um servi�o ATM: usando um interface ATM DXI, um protocolo de encapsulamento ou um UNI 3.0 padr�o.
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