Continuo a ser da opinião que devíamos criar uma equipa de trabalho para 
discutir e resolver este problema criando uma solução e respectivo 
tutorial, e publicando o resultado no riapt. O Christoph da Ernst&Edgar 
- http://www.ernstandedgar.com/ - disse que os técnicos dele já 
resolveram o problema e que estaria disposto a apresentar a solução. Eu 
é que ainda não consegui arranjar um segundo para ir ao escritório 
dele... :)

João Saleiro

[EMAIL PROTECTED] wrote:
> Obrigado a ambos,
>
> A razão pela qual coloquei a questão é pertinente estou a vêr, é que
> por exemplo em flex.org um dos exemplos dados é http://www.belgacomtv.be
> que entre outros demostra o potencial do Flex para auxiliar a
> construir sites algo aproximados do portal ... (o que quer que isto
> queira dizer)
>
> é pena efectivamente que se complique a indexação dos conteudos...
> penso que esta questão inviabiliza a utilização do Flex para uma
> proposta semelhante ao http://www.belgacomtv.be que tinha em mente...
> irei investigar mais um pouco...
>
>
> On Sep 5, 5:07 pm, João Saleiro <[EMAIL PROTECTED]> wrote:
>   
>> Olá Pedro,
>>
>> O objectivo principal do Flex é a construção de RIAs. Uma RIA é uma
>> aplicação informática que corre dentro do browser.
>>
>> A partir desta pequena definição, podemos constatar que não seria fácil,
>> ou seria mesmo ilógico tentar indexar uma aplicação. Se o Microsoft Word
>> corresse dentro do browser, como o indexarias?
>>
>> No fundo, o que o Google indexa são dados (documentos). O que o Flex
>> permite fazer, é a construção de GUIs (interacções), algo que não faz
>> sentido indexar.
>>
>> A questão que surge é... e se quisermos usar o Flex para construir não
>> uma aplicação, mas um site? Ou usar mesmo o Flash (a ferramenta "certa"
>> para construir o site)? Aí, sim, este problema da indexação nos motores
>> de pesquisa ganha sentido, embora não seja de resolução óbvia. Em HTML,
>> cada página corresponde a um documento. A navegação é feita de página
>> para página, e o Google indexa muito facilmente essas páginas. Porém, se
>> essas páginas possuirem conteúdo criado dinamicamente, por exemplo,
>> através de javascript (ou mesmo recorrendo a AJAX), o Google já não tem
>> a capacidade de indexar o que é gerado por esse javascript pois este não
>> tem a capacidade de despoletar "comportamentos" que dependem normalmente
>> do utilizador, e indexar os dados gerados/carregados por esses
>> comportamentos. Ora, em Flash isto é exactamente igual, o que nos indica
>> que se trata de um problema que não será resolvido nos próximos anos -
>> excepto se for contornado.
>>
>> Existem soluções para contornar este problema. Nós já discutimos este
>> assunto aqui na ML, e podes seguir essa discussão para perceberes. O
>> endereço:http://groups.google.com/group/riapt/browse_frm/thread/553a37ea6b0f06...
>>
>> Continuo da opinião que deviam ser dedicados esforços por parte da Adobe
>> para arranjar um género de um standart para resolver esta situação.
>> Sabendo que já  há soluções, a Adobe poderia lançar um tutorial ou um
>> exemplo a demonstrar a solução considerada por eles a mais correcta. Há
>> muito tempo que aguardo que a Adobe acorde e faça um avanço neste sentido...
>>
>> João Saleiro
>>
>> [EMAIL PROTECTED] wrote:
>>     
>>> Olá boa tarde, eu sou muito verde no Flex, acompanho o Flash à 10 anos
>>> porem.
>>>       
>>> A informação existente na web em formato swf sofre de um problema
>>> bastantes vezes falado que tem a vêr com a incompatibilidade de
>>> pesquisa no interior dos ficheiros SWF por parte dos motores de
>>> pesquisa (a não ser que forçando esta possibilidade), mas a realidade
>>> é que é muito raro que numa pesquisa no google por exemplo apareça um
>>> ficheiro swf como referencia da informação que procuramos.
>>>       
>>> Isto acontece com o Flex da mesma forma que acontece com o Flash?
>>>       
>>> Até que ponto é que este factor pode inibir a existencia de mais
>>> desenvolvimento em Flex?
>>>       
>>> At.
>>> Pedro Soares Neves
>>>       
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>   

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