Resposta abaixo!
[]s
Cícero - Regional Rio (facilitando o trabalho da diretoria em nos
rastrear :-P )

Obs.: Alguém já vou aquela propaganda da Oi do "Quero copiar a OI!"
Não sei por que acho que se aplica aqui :(
Comunicacao Empresarial wrote:

>
>
>                                                                   
                                    N° 103 - 19 de maio de 2006
>
> ORÇAMENTO E SITUAÇÃO ECONÔMICO-FINANCEIRA DA EMPRESA
>
>
> Informações para conhecimento de todos
> Nas reuniões do atual processo de negociação, bem como em diversos
eventos com presença de representantes da direção da Empresa,
informações têm sido colocadas quanto à situação econômico-financeira
da empresa.

Ah tem é!? Quanto é gasto com folha de funcionários? Quanto é gasto
com terceirização de serviço que o SERPRO poderia executar e não
executa? Quanto é gasto em contratos estranhos de manutenção ou de
outras áreas? Alguém já viu quanto se paga por uma impressão ou se
subsidia em refeições (nos locais que tem refeição?) Eu quero são
esses dados. Não quero discutir dados fechados. Quero acesso aos dados
certos para saber onde tem gordura a ser cortada.

>
> Durante esta gestão, esse tipo de informação e demais informações
sobre a Empresa, seu perfil administrativo, infra-estrutura, pessoas,
investimentos, tudo tem tido a mais ampla publicidade possível,
independente dos rumos que apontem cada conjuntura.

Desculpem a ignorância, mas então onde eu posso obter os dados aos
quais me referi acima?

>
> Isto se dá pela convicção da direção quanto à natureza das
informações de uma empresa pública. Ressalvadas restrições óbvias
ligadas à estratégia organizacional, ao interesse maior do Estado e à
responsabilidade que envolve os gestores, o corpo gerencial e
funcional, além de suas representações, têm tido oportunidade de
discutir a Empresa, analisar seus rumos, de forma transparente e,
assim, contribuir de maneira mais efetiva para o sucesso e a eficácia
de empreendimentos realizados.

Provavelmente então gasto com a folha de salários é dado estratégico!
Também devem ser os motivos de pagarmos tanto em licença de softwares
que possuem soluções gratuitas ou por que não são feitas as provisões
necessárias ao crescimento vegetativo das folha de salário.

>
> Por princípio, não há segredos e assim considerando é que sempre tem
sido registrado nos processos de negociação: "não há cartas na manga".

Desculpem, mas expressão semelhante foi utilizada aqui na lista. Como
não acreditar em monitoração?

>
> O objetivo de agora é explicarmos um pouco mais sobre a situação
orçamentária. São informações já de conhecimento dos representantes
dos trabalhadores, mas é importante que todos os empregados melhor
entendam para que, mais uma vez, contribuam na construção de rumos e
na evolução de processos com o da negociação em curso.

>
> É importante o conhecimento desses dados, pois quando de uma decisão
administrativa ou um posicionamento em mesa de negociação, nem sempre
isto tem apenas viés político como motivação ou é condicionado somente
por definições de órgãos externos ou orientação governamental.

> Os gestores de qualquer empresa (e no Serpro isso não poderia ser
diferente), têm responsabilidades estabelecidas também nos números do
orçamento, do balanço, do caixa.

Parece que a responsabilidade só existe quando é para aumentar o nosso
salário. Quando é para várias outras decisões a responsabvilidade
parece não ser a mesma.

>
> É importante ter clareza de quais são as reais capacidades e
possibilidades do Serpro.
>
> É por isso que o Serpro registra na mesa de negociação quanto à
"impossibilidade do atendimento integral da Pauta da Fenadados, pois a
mesma situa-se em um patamar fora da realidade orçamentária, econômica
e financeira do Serpro" e registra, ainda, que a proposta da Empresa é
a "possível de ser atendida... de acordo com a legislação vigente,
disponibilidades orçamentárias e orientações governamentais"

Eles batem nesta tecla. Ao meu ver isso não passa de um argumento
TERRORISTA por parte da direção com o objetivo de tentar enfraquecer
as pessoas. Não devemos levar tais argumentos em consideração.

>
> Sobre o orçamento do Serpro e as vinculações com o Orçamento Geral
da União
> Ao sair do Orçamento Geral da União - OGU e passar a ser regido pelo
Plano de Dispêndios Globais - PDG, a Empresa ganhou muito em liberdade
administrativa, o que contribuiu, sem dúvida, para muitos dos êxitos
dos últimos dois anos, como a ampliação de investimentos, clientes,
serviços, treinamentos, a possibilidade de participação nos lucros e
as admissões de mais de 1.500 empregados. É inquestionável a
mobilidade que a empresa ganhou.

Ganhou uma mobilidade ótima. Quando se trata de fazer novos contratos
oiu aumentar o salário dos diretores é bem fácil. Quando se trata de
fazer justiça aos salários pagos aos trabalhadores a mobilidade não é
a a mesma e devemos pedir a benção do DEST? Todo o aumento é barrado!
O novo Plano foi barrado! O remendo do plano foi Barrado! Mobilidade
muito cõmoda essa. Se escondem atrás do binômio mobilidade/DEST para
achar a pior equação possível aos funcionários.

>
> No entanto, como empresa pública, cujos serviços são executados
nesta área, vínculos há com o OGU, por meio dos nossos clientes, pois
todos eles têm suas previsões de despesas estabelecidas no Orçamento
Geral da União.
> Desta forma, se há atrasos na aprovação do OGU, se há cortes, tudo
isso, por extensão e conseqüência, nos afeta.

Se houve desvinculação do OGU foi para ganhar imunidades a esse
problemas. Toda empresa esta exposta a este risco. Caberia a diretoria
so SERPRO ter trabalhado em cima deste prisma. Se não o fizeram, se
não previram isso, erro deles!

>
> Neste sentido, o Serpro age em conjunto com seus clientes, ajudando
nas gestões em diversos órgãos para a obtenção de suplementações
orçamentárias. Assim foi nos últimos anos e será necessário em 2006.
>
> O que mostram os números
> Alguns dados do orçamento da empresa mostram o seguinte:
> - receita prevista para 2006: R$1.557.457.000
> - receita com orçamento garantido: R$1.040.058.000
> - receita de exercícios anteriores: R$ 83.335.000
> - receita a obter: R$600.734.000
>               
> Receita com orçamento garantido corresponde aos valores que nossos
clientes tem no seu orçamento para pagamento ao Serpro pelos serviços
que prestamos. Receita a obter é a diferença entre o que está previsto
para o Serpro receber (receita prevista + receita de exercícios
anteriores) e o que os clientes tem garantido em seus orçamentos.

A mainipulação de dados é evidente! Receita de exercícios anteriores
não pode ser misturada a nada. è de anos anteriores. Da onde surgiu
este chute de 1,6 Bilhões? Dá onde veio isso? Com opé que anos passado
a empresa bate 1 Bi e este anos que aumentar em 60% essa receita? Isso
para mim cheira muito mal.

>
> Ou seja, estes 600 milhões de receita a obter, correspondentes  a
quase 40% de nossa receita prevista, é a expressão dos desafios que se
impõem à Empresa.  O exercício de 2006, para ter encerramento bem
sucedido, necessitará que valores correspondentes a esse sejam
aprovados como suplementações nos orçamentos de nossos clientes. E,
claro, que os serviços correspondentes sejam plenamente executados.

Divisão básica de trabalho: n´so "executamos plenamente o serviço" e a
diretoria luta "plea aprovação da suplementação nos orçamentos dos
clientes". Nó não vamso falhar no nosso trabalho" será que eles vão
conseguir fazer o deles?

>       
> O esforço para superação desses desafios envolve permanente gestão
junto a diversos órgãos externos, diversos ministérios e, por fim e
principalmente, o Congresso Nacional.
>
> E é considerando tais circunstâncias que a Empresa, de forma
equilibrada e responsável,  tem reafirmado "sua disposição de buscar a
convergência com as representações sindicais, sempre dentro de suas
possibilidades orçamentárias atuais e respeitando as orientações de
governo e disposições legais. O Serpro não tem interesse de fazer com
que este Acordo vá para dissídio, com o conseqüente julgamento pelo
Tribunal Superior do Trabalho." 

Novamente: Eles chutam do nada um valor orçado e usam essa fantasia
para tentar nos convencer. Que tenham maturidade e façam
umplanejamento pé no chão. Se é para tentar 1,6 Bi vamso querer 236%
de aumento. Tb sei chutar número no mundo da fantasia.

>
> Somente em despesas fixas, que envolvem gastos com pessoal,
material, viagens, treinamento, benefícios, despesas financeiras,
bolsistas e investimentos, o gasto projetado é de R$ 1.464.864.413. Em
resumo, muito há por ser feito, com maturidade e responsabilidade,
para superação dos problemas conjunturais, para que os êxitos
alcançados até aqui  não sejam comprometidos e a Empresa continue a
crescer, para o bem de todos nós, do Estado e da própria sociedade.

Despesas fixas? Não nasci ontem! Abram o que é despesa fixa para mim!
Despesa financeira!? Isso significa juros, e juros só ocorrem quando
há uma má gestão que não prevê as contas. Se despesas financeiras são
despesas fixas, significa que má administração é uma constante no
SERPRO (o que eu não duvidária).  Material? Que material? Bolsas?
Foram 200 mil em bolsas no ano de 2006. Realmente, 200 mil perto de
1,4 Bi temum peso muito grande (este é o número que ficou na minha
memória. Não consegui achar este número na página do SERPRO.
Misteriosamente ele sumiu...). Bolsistas! Não sabia que nossos
estágiários representam um peso tão grande assim na folha de pagamento.
Este com certeza foi o pior parágrafo da nota!

>
> Os serviços devem permanecer sendo executados conforme os prazos e
com a qualidade requerida, enquanto os gestores buscam o necessário
aporte orçamentário dos clientes.

Ninguém vai afetar a qualidade do nosso trabalho. Agora falar de prazo
só se quiserem desmobilizar a greve. A greve é uma realidade. Se ela
vai acontecer, com consequente impacto nos prazos depende apenas da
diretoria.

>
> Mais informações sobre o assunto podem ser conhecidas bastando, para
tanto, que cada interessado procure sua chefia imediata.
> Os dados já foram apresentados à Fenadados e a Empresa permanece à
disposição para quaisquer detalhamentos necessários. Os desafios estão
postos, haveremos de superá-los com o trabalho e o envolvimento de
todos. Como sempre!

>
>
Já falei o que eu penso. A empresa acha que nós somos bobos! Não vamos
cair numa conversa mole desta! Ou a empresa abre os números para
fazermos uma análise séria ou nãio adianta vir com caixas pretas que
não podem ser abertas. Vamos discutir seriamente, com as cartas nas
mesas, e sem cartas nas mangas.






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