Não sei se essa nota já foi postada aqui.....



1 - PARALISAÇÃO DE ADVERTÊNCIA DO SERPRO TEVE 80% DE
ADESÃO
Servidores do Serviço Federal de Processamento de
Dados (Serpro) de todo o Brasil realizaram uma
paralisação de 24 horas durante o dia de ontem. O
objetivo é pressionar o governo federal a aderir à
pauta de reivindicações da categoria que exige
reajuste de 16,66%, equivalente ao salário mínimo, e
correção de benefícios como o ticket-alimentação. No
Pará, 85% dos servidores aderiram ao movimento.

O atendimento ao público foi suspenso na sede do
Serpro, na avenida Perimetral, onde há cerca de 450
funcionários e do Ministério da Fazenda, na avenida
Gaspar Viana, onde atuam 200 servidores. No segundo,
apenas um único funcionário veio trabalhar, embora o
Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados
do Pará (Sindpd) garanta que a paralisação não trouxe
grandes prejuízos para empresa. Numa assembléia
realizada entre os trabalhadores, na sede do Serpro,
por volta da 11 horas de ontem, ficou decidido que o
Pará vai aderir ao indicativo de greve por tempo
indeterminado a partir da próxima segunda-feira, 29,
seguindo a orientação do comando nacional da
categoria. A paralisação sem previsão para terminar
pode trazer prejuízos como atrasos nos cálculos de
contracheques e benefícios de funcionários da maioria
das empresas públicas federais.

'Se o governo não negociar conosco até esta
sexta-feira, a greve será deflagrada na segunda',
garantiu Walter Pantoja, diretor do Sindicato dos
Trabalhadores em Processamento de Dados do Pará
(Sindpd). Ele está confiante na adesão à greve por
conta da grande maioria dos servidores do Serpro, que
congrega hoje mais de 800 empregados no Pará.

De acordo com o sindicalista, os trabalhadores negaram
a proposta da direção do Serpro e da Federação
Nacional das Empresas de Processamento de Dados, a
qual oferecia um aumento de 4,63% com base nos
cálculos do Índice Nacional de Preços ao Consumidor
(INPC/IBGE). 'Isso é um aumento insuficiente, uma vez
que o governo planeja reajustar os planos de saúde dos
servidores em 10%. Não há equiparação nisso e quem
perde é o trabalhador', afirma Walter Pantoja. A
proposta dos servidores é o aumento de 16,66%, mesmo
índice de reajuste do último salário mínimo. Eles
ainda querem que o ticket-alimentação passe de R$ 17
para R$ 25, além da correção de outros benefícios como
auxílio-creche.

Caso a greve seja deflagrada na segunda-feira, 29, os
servidores prometem realizar piquetes em frente à sede
do Serpro e do Ministério da Fazenda, a fim de impedir
que nenhum funcionário do órgão entre, a não ser os
diretores e outras pessoas com cargos comissionados.
(O Liberal/ PA – Notícias – Redação – 24/5/06)


           
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