não querendo gerar polêmica, mas me parece que o problema salarial que
enfrentamos originou-se do principal método adotado para
premiar/valorizar o funcionário do SERPRO: a reclassificação baseada
em tempo de serviço.
Sinceramente, considero importante o tempo que um profissional dedica
à empresa, mas o que dizer da produtividade e do esforço de cada um em
aprender e fazer o melhor de suas atividades?
Se ocorrerá ou não o achatamento de valores entre as referências e
classes salariais, é preciso discutir também como a empresa valoriza
seu funcionário não apenas baseada no tempo de contratação.
Se o único método amplamente aceito para que cresçamos profissional é
baseado em tempo de serviço, então é muito mais cômodo que realizemos
nossas tarefas consumindo o máximo de tempo possível. Assim, teremos
menos tarefas em todo o tempo que trabalhamos para a empresa.
Seguindo essa mesma lógica, como poderemos exigir que a empresa
invista em capacitação técnica (não apenas sobre temas burocráticos)
para seus profissionais a fim de melhorar nossa produtividade?
Este assunto pode estar extrapolando nossos problemas salariais nesse
momento, mas gostaria que lembrássemos que essa empresa precisa de uma
mudança de ponto de vista quanto ao valor do trabalho.
Atenciosamente,
Antonio.
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