o PAM funcina como uma camada entre o seu aplicativo e o esquema de
autenticacao. Seria, forcando muito a barra uma abstracao assim como o
LVM esta para o sistema de arquivos.
 Por exemplo, vc tem um aplicativo chamado login que foi feito para
verificar o login da pessoa procurando as informacoes em um arquivo
texto comum. Porem um belo dia resolvem que a base da dados ficara ehm
um arquivo texto codificado, ai vc tem que re-escrever o seu programa
login. E depois vem o ldap, kerberos, samba (com seu winbind), etc...
   Ai que entra o PAM, seu programa login continua sendo o mesmo, pois
ele comunica com o PAM ( e essa parte da comunicacao nunca muda) e
este que comunica com o outro lado (forcando novamente a barra, como
se ele fosse um tradutor).
  Nao concordo com a argumentacao de que o PAM compromete a seguranca,
sou usuario do Slack e sempre tive dificuldades de aceitar que outras
distros eram boas (continuo achando isso com relacao ao suse), porem
por questoes profissionais tive que usar o Debian, e constatei que,
num ambiente corporativo o PAM faz falta.





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Ricardo Carlini Sperandio
Analista/Consultor Linux
Connectcom - GISUT / CEF
GEDEL: Grupo Especializado em Desenvolvimento Linux
DCC/UFMG - Algum perĂ­odo
-- 
GUS-BR - Grupo de Usuarios Slackware - BR
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http://www.linuxmag.com.br/mailman/listinfo/slack-users

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