No Linux é só usar LVM. Cria um snapshot após a instalação e modifica
o ramdisk para reverter para este snapshot antes de iniciar o sistema
propriamente dito.

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A partir de uma mensagem sua (e que consta acima)  em um outro
tópico, busquei algumas informações e de fato compreendi que  lvm era um
filesystem. Bolei!!!  Entretanto, o que pretendo é ter o backup da pasta
home e carregá-la/restaurá-la sempre que eu der boot. Acreditei que os
snapshots possibilitassem isso. Como saio dessa já que a pasta é grande?
Em 26 de agosto de 2010 22:59, Max Miorim <[email protected]> escreveu:

> 2010/8/26 Alcir <[email protected]>:
>  > Intrigado com essa novidade do lvm e do snapshot aproveito o tópico
> para
> > chegar a algumas conclusões... Estou desejando ter no hd uma  partição /
> (
> > em ext 4), uma swap ( mantendo ressalvas de sua funcionalidade ) e
> >  aproximadamente 120 G para o home cujo filesystem pretendo que seja lvm.
> > Gostaria de saber de quanto  espaço mínimo preciso para esse backup já
> que
> > pretendo usar o mesmo hd para essa tarefa?  Há como fazer compressão?
>
> LVM não é um sistema de arquivos. LVM é um gerenciador de volumes
> lógicos e para estes volumes tu pode atribuir um sistema de arquivos.
> No teu caso, tu deveria fazer uma das duas opções:
>
> 1 - Colocar TODOS os volumes no LVM, incluindo swap.
> 2 - Colocar TODOS os volumes no LVM, exceto o swap.
>
> A primeira opção é um pouco mais chata de configurar na primeira vez,
> mas mais flexivel na medida que tu tem que aumentar/diminuir o tamanho
> alocado para o swap.
>
> Sobre os snapshots em si, tu também parece não ter entendido ainda
> como eles funcionam: quando tu cria um snapshot, o LVM faz tipo uma
> tabela que tem as diferenças de um snapshot para o seu respectivo
> volume, ou seja, o espaço físico utilizado pelo snapshot é igual ao
> número de modificações que tu faz, o que é praticamente impossível de
> quantificar porque entram milhões de variáveis na história...
>
> Falando em espaço físico, se tu ainda não entendeu, tu cria um volume
> físico (geralmente uma partição ou disco) e dentro deste volume físico
> tu cria volumes lógicos (que recebem, dentre outras coisas, um nome e
> um tamanho). Quando tu faz um snapshot, o LVM vai criar uma tabela
> dentro do volume lógico que originou o snapshot, o que faz com que
> eventuais modificações usem o espaço do mesmo.
>
> A questão da compressão é bem simples: o LVM não faz compressão. Se tu
> usa um sistema de arquivos que o faz (btrfs, por exemplo) tu só vai
> dificultar ainda mais o uso dos snapshots, visto que o LVM não sabe
> que há a compactação e com isto os dados de um snapshot provavelmente
> serão diferentes do volume original, o que faz com que mais espaço
> físico seja utilizado.
>
>
> TL;DR: Snapshots do LVM não servem para backup, eles apenas ajudam no
> processo. Se tu preza tanto a integridade dos teus dados, implementa
> um RAID1 (HDs são baratos) e/ou usa um meio de backup em uma mídia
> externa (CDs/DVDs, cartões perfurados, sei lá...).
>
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