Boa noite jhony sou um participante meu oculto da comunidade mas estarei sempre 
ao lado da comunidade, como poderíamos reagir a esta situação ?  Qual movimento 
poderíamos executar ?  Nao podemos nos calar diante de tal arbitrariedade. 
Deixo manifestado meu apoio


Freebsd no Laptop


Em 22/02/2011, às 07:10, Darcy Larangeira <[email protected]> escreveu:

> Olá Rui Ogawa!
> 
> Sou usuário e fã de todos e quaisquer software e iniciativas de código
> aberto. O Brasil e quiçá o mundo
> será a cada dia melhor se entendermos que a nossa obra é o nosso
> retrato e somente a nossa obra pode e
> deve perpertuar-se. Enquanto carne e osso somos mesmo parte da
> natureza e portanto seremos dissolvidos
> por ela.
> 
> Essa coisa de que ninguém taska eu vi primeiro é filosofia de
> americano, que alguns compatriotas nossos
> aprenderam bem. O Broffice deverá continuar livre e a Comunidade como
> vc mencionou é quem deve
> dirigir sim, vamos fazer como os egipcios, " O sistema está podre, nos
> cansou, vamos chutá-los e vamos renovar"
> 
> Parabéns, pois o silêncio é pactuador de falcatruas, quem se cala
> aceita tudo, eu me ofereço para
> integrar essa campanha pela liberdade, abaixo os grilhões, as algemas,
> as fajutas certificações etc.
> 
> Se houver algo que eu possa ajudar, estou à disposição.
> 
> Darcy
> 
> 2011/2/22 jhonatam da Mata de Jesus <[email protected]>:
>> Boa noite!
>> Caso este assunto não seja de seu interesse, peço desculpas. Sinta-se a
>> vontade para deletar a mensagem, caso desejar. Entretanto, considerandoa
>> importância dos acontecimentos, venho compartilhar as informações.
>> 
>> Talvez já seja de seu conhecimento, mas caso não seja, vamos às explicações.
>> Trabalho com Software Livre desde 1999, comecei com RedHat ainda quando
>> morava no Japão, passei por Turbo Linux, Conectiva, Kurumin, Ubuntu e
>> atualmente uso Debian. Em 2004, durante uma edição do SUCESU-MT, conheci
>> Claudio Ferreira Filho, então residente na cidade de Rondonópolis.
>> Naquela época eu já utilizava um pacote de escritório chamado OpenOffice,
>> creio que a versão era 1.3, provavelmente. O que eu descobri naquele dia,
>> foi que eu estava diante da pessoa que compilou o OpenOffice em pt-br e
>> criou a comunidade brasileira do pacote, que mais tarde daria origem à ONG
>> BrOffice.org.
>> Para quem não sabe, o nome BrOffice foi registrado devido ao fato de que uma
>> empresa no Rio de Janeiro já havia registrado o nome OpenOffice no Brasil.
>> Para saber mais sobre esse extraordinário pacote de escritório,
>> visite http://broffice.org/sobre.
>> A criação da ONG, idealizada por Claudio, tinha como objetivo fomentar,
>> incentivar e apoiar as ações da comunidade e seus projetos. Um desses
>> projetos, também idealizado pelo Claudio, é a Revista BrOffice.org.
>> Há alguns meses comecei a colaborar com a revista e tudo ia muitíssimo bem,
>> com os demais membros trocando informações de forma transparente, utilizando
>> Wiki, listas e sempre primando pelo compartilhamento de informações e pela
>> tomada de decisões em equipe.
>> Entretanto, de algumas semanas pra cá, algumas decisões começaram a ser
>> tomadas de forma absolutamente arbitrária por algumas pessoas, membros do
>> Conselho Administrativo. Trabalhos que eram discutidos na lista passaram a
>> ser "delegados" em PVT. Pior, o resultado desses trabalhos eram solicitados
>> também em PVT, e começamos a ser "orientados" para não entregar diretamente
>> na lista, em aberto, como sempre fazíamos.
>> Tal atitude começou a me incomodar, mas confesso que achei que fazia parte
>> de alguma estratégia de aceleração dos trabalhos, por conta do lançamento do
>> novo portal pt-br.libreoffice.org. O que eu não sabia era que outros colegas
>> estavam tendo a mesma sensação estranha de "usurpação".
>> O que defendo aqui e em qualquer outro lugar, é a soberania da comunidade. O
>> compartilhamento irrestritro do conhecimento livre. A auto-gestão
>> descentralizada e comunitária. E a absoluta desobediência à qualquer
>> tentativa de manipulação, usurpação e distorção dos princípios que regem a
>> ONG BrOffice.org.
>> A partir do momento que esta se torna um instrumento de promoção de
>> prestação de serviços, deixando de ser apoiadora da comunidade (inclusive
>> votando contra a realiação do Encontro Nacional BrOffice), ela perde o
>> sentido de existir.
>> Quero convidá-lo a entender "o que está acontecendo com o BrOffice[1]" e
>> também a assinar a "Carta da Comunidade BrOffice ao Movimento de Software
>> Livre e Iniciativas Open Source[2]"
>> [1] http://librecommunity.wordpress.com/
>> [2] http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=BrOffice
>> Cordialmente,
>> Rui Ogawa
>> 
>> Atenção! Caso haja documentos de escritório anexados neste e-mail, eles
>> poderão estar no formato ODF, um padrão aberto, gratuito e homologado pela
>> ISO e ABNT. Para abrir e editá-los, basta baixar e instalar o BrOffice,
>> disponível em http://broffice.org/download
>> 
>> --
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>> Para sair da lista envie um e-mail para:
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> Darcy Larangeira
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> Escola de Idiomas na Internet.
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> Tel/Fax 12-31257701
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