Em e-mails passados, tenho usado a palavra "extract" para me referir a "visualizações" simplificadas dos conjuntos de dados do OpenStreetMap. Especialmente pensando naqueles arquivos CSV gerados por "osmjs -j OSMQualityMetrics/UserStats.js brazil.osm.pbf". Eu sei que o uso corrente não é esse. Atualmente, o que o pessoal chama extract ainda é coisa como o brazil.osm.pbf. Penso que podemos considerar um extract de outro extract. Estou explicitando essa diferenciação para não fazermos confusão.
Sim, eu penso que o caminho é usar Osmconvert, OSMIUM, osmjs, ou algo como o new-osm-stats / fast_stats.py<https://github.com/dpaleino/new-osm-stats/blob/master/fast_stats.py>(o projeto do David Paleino), e até mesmo o overpass-turbo.eu, aprendermo-los, para gerarmos as tais "visualizações", sejam em CSV, JSON, ou já diretamente dentro de um SGBD. O unipt-stats entrará como um utilitário de linha de comando ou lib de domínio comum para a lida com SGBD nessas intenções; apenas o projeto deverá estar preparado para receber novos plugues (implementações de consultas, e "conectores" de resultados de extracts → pegar um extract e auxiliar sua importação útil no SGDB escolhido para implementação das consultas correlatas). No meio de tempo, a pessoa pode apenas resolver o problema da importação, sem criar as consultas como caso de uso dentro do unipt-stats. Daí ela simplesmente usa um Robomongo ou Microsoft SQL Server e consulta "manualmente" o dados que quiser. O Robomongo, por exemplo, possibilita salvarmos e carregarmos código de consulta Javascript. Escolhendo um nome significativo para o arquivo e comentando-o para explicar algo, já temos uma possibilidade: ir colecionando essas consultas .js que depois poderão ser reescritas com mínimo esforço dentro de um projeto como o unip-stats. Alexandre Magno Em 9 de abril de 2014 10:10, Lucas Ferreira Mation <[email protected]>escreveu: > Só para atualizar, > > Um problema a menos. O Peter Körner, que é o desenvolvedor do extrator > do history file, fez um uma extração para o Brasil. > Se alguém mais quiser usar está em: > > http://osm.personalwerk.de/full-history-extracts/latest/south-america/brazil.osh.pbf > > acho que o diretório "latest" são os arquivos históricos mais > recentemente criados, mas cada um deles cobre os dados desde o início. > Pelo que entendi, para acessar este arquivo preciso usar o OSMIUM ou o > Osmconvert > > Enfim, agora preciso pensar sobre como fazer as "queries" sobre > quantos notes havia em cada período, ou qual era o comprimento total > dos ways em cada período. Não tenho idéia como proceder... > Ou se tem que primeiro exportar os dados válidos em cada período para > algum arquivo mais fácil de trahalhar (CSV) e depois calcular estas > estatísticas. >
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