Sônia, sem carteiraço. Sou formado em jornalismo e atualmente estudo
ciências sociais (não só ciência política, como deves saber).
Não tem nenhum carteiraço, camarada. Estudei Ciência Política na
Universidade de Brasília - UnB, que é um curso de graduação do IPOL
(Instituto de Ciência Política), separado do curso de Sociologia, que é de
outro departamento.
(...)
Até
porque, os partidos políticos hoje não estão muito autorizados a ser
linha de frente de ações sociais verdadeiramente "de base".
É exatamente pela ausência da necessária participação popular, de massa e
qualificada que os partidos políticos se transformaram no que são hoje. É
sempre tempo de mudar.
Um desses
partidos, que pegava para si esse papel, ruiu faz dois anos, mas já
vinha decaindo há bastante tempo.
Essa discussão os militantes desse tal partido devem estar fazendo. Até onde
sei a sociedade brasileira já o julgou e pelo visto não o condenou.
Mas, como falei, acho que a lista não
comporta a discussão. Encerremos por aqui.
Comporta sim, Juliano. Estamos tratando da postura política e das posições
de um sambista da maior relevância para o gênero como o Nei Lopes, a
propósito da matéria publicada pela Revista do SESC. Esse era o mote da
discussão.
Abraços. Sônia Palhares (BsB-DF)
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