Olha aí, Zé Henrique, Ctrl+C Ctrl+V, custa alguma coisa? Acho que você
perde mais tempo escrevendo suas mensagens tentando diminuir as pessoas
do que gastaria para contribuir com a discussão. Suponho que você seja
um grande entendedor não só da obra do Bezerra, mas de samba em geral,
então compartilhe seus conhecimentos conosco, não seja avarento.
"Malandro demais vira bicho..."
Sônia, esses dois textos que você mandou e que eu já havia lido, só
comprovam o que havia dito. Tudo que se escreve em relação ao Bezerra
cai no discurso do "sambandido". Aliás, esse termo incomodava bastante o
Bezerra. Eu queria levar a discussão para outros caminhos e explorar
outros planos da obra dele. Se possível em uma mesa de bar que amanhã é
feriado. Tem samba hoje???
Aquele abraço,
Gabriel Gomes
Sonia Palhares Marinho escreveu:
Sobre o Bezerra da Silva no Dicionário Cravo Albin:
http://www.dicionariompb.com.br/detalhe.asp?nome=Bezerra+da+Silva&tabela=T_FORM_A&qdetalhe=bio
Cantor. Compositor. Instrumentista.
Nasceu na cidade de Recife, no Estado de Pernambuco.
Aos nove anos tocava zabumba e cantava coco.
Aos 15 anos, foi para o Rio de Janeiro como clandestino em um navio,
indo morar no Morro do Cantagalo. Por essa época, começou a trabalhar
na construção civil como ajudante de pedreiro e pintor.
Como instrumentista, tocava pistão e vários instrumentos de percussão.
Em 1983 casou-se com Regina de Oliveira, conhecida como compositora e
produtora pelo pesedônimo de Regina do Bezerra.
O filho Thalamy Bezerra da Silva também seguiu a carreira de músico.
Em 2001 filiou-se à uma Igreja Evangélica.
Em 28 de outubro de 2004, aos 77 anos, foi internado no CTI da Casa de
Saúde Pinheiro Machado, em Laranjeira, Zona Sul do Rio de Janeiro com
pneumonia e efisema pulmonar, sendo induzido ao coma, como parte do
tratamento. Posteriormente foi transferido para o Hospital dos
Servidores do Estado, onde faleceu no dia 17 de janeiro de 2005 em
decorrência de uma parada cardíaca. Foi sepultado no Memorial do
Carmo, no Cemitério do Caju, onde aconteceu um encontro de vários
sambistas e admiradores cantados alguns de seus maiores sucessos e
ainda, um culto religioso de evangélicos da Igreja Universal do Reino
de Deus, a que pertencia desde 2001.
Sobre a vida e obra do cantor a escritora e antropóloga Letícia C. R
Vianna escreveu o livro "Bezerra da Silva - Produto do morro,
trajetória e obra de um sambista que não é santo" e declarou ao Jornal
do Brasil, por ocasião do falecimento do cantor: "Em minha pesquisa
pude ver que ele fez uma verdadeira sociologia dos morros e mostrou
sobretudo que as comunidades não são passivas. Seu repertório prova
que os excluídos sabem muito bem quais são são os problemas sociais e
não são massa de manobra.".
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