Realmente, terça-feira o violonista Mário Eugênio estava no ó do borogodó
acompanhado de um outro amigo e violonista. Quando o violonista Zé Barbeiro
chegou, pra trabalhar, Mário Eugênio disse (aos gritos) que queria conversar
com ele e pediu pra que eu participasse da conversa. Aos gritos disse que ouviu
dizer no Rio de Janeiro que o Zé andada dizendo por aí que ele (Mário) devia
pra ele (Zé). Quando o zé tentou conversar o Mário começou a xingá-lo de tudo
quanto é nome e partiu pra cima dele. Eu me enfiei na frente pra evitar a briga
e levei um murro no peito e um chute do Mário, e estou inclusive cheia de
hematomas. Quando o garçom tentou segurá-lo ele disse, aos berros e pra todo
mundo ouvir, "me larga ou eu enfio uma bala na sua cabeça". Vários clientes e
funcionários do bar estão de testemunha de tudo isto que eu estou afirmando
aqui. Quando o segurança chegou eles resolveram conversar amigavelmente lá
fora. Mas o Mário estava realmente transtornado e partiu novamente p
ra cima do Zé, que ainda tentou entrar no Bar mas o Mário não deixou. Eles
brigaram e o Mário caiu no chão, bateu a cabeça no poste e ficou deitado um
tempo, ninguém bateu nele quando ele estava deitado porque eu vi, eu,
diferentemente de você, que eu não sei quem é, EU ESTAVA LÁ. Ninguém queria
bater no Mário, eles apenas se defenderam como qualquer um faria. O Mário sim
queria bater no Zé, e acabou batendo em todos que tentaram evitar o pior. Essa
história é tão estranha que o amigo dele, que estava no bar jantando e é
policial, não moveu uma palha para defendê-lo e nem pra separar a briga, apenas
levantou e levou o Mário embora, depois de tudo, quando ele estava vomitando.
Eu, particularmente, lamento que tudo isso tenha ocorrido poque admiro o Mário
Eugênio, é um excelente violonista e um companheiro de profissão. Mas enfim, já
que é pra virar caso de polícia, já virou. Também fizemos boletim de
ocorrência.
Você, Bruna, se é que esse é mesmo seu nome, distorceu totalmente os fatos e há
mais de vinte testemunhas oculares dessa baixaria provocada pelo Mário Eugênio,
que foi no nosso local de trabalho tirar satisfações e bater no Zé Barbeiro.
Então, por favor, note bem que vc está cometendo uma injustiça e uma calúnia.
Roberta Cunha Valente
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