Roberto:

> Outra coisa, todo mundo fala das músicas que ele comprou. E o cara que
> vendeu, o que é ? Trouxa ou coitadinho ? Claro que o brasileiro opta por
> coitadinho. O Ismael deveria agradecer pelo nome dele aparecer na parceria,
> sorte que outros não tiveram com outros intérpretes, e ter recebido o
> dinheiro, coisa que nem todos receberam de outros. Se o cara é tão ruim
> assim, porque foi oferecer ? 
>(...)


Não podemos esquecer que o samba nesta época era uma arte marginal, os 
sambistas eram perseguidos muitos passavam fome nas favelas. Os compositores 
vendiam seus sambas por necessidade de sobrevivência. Outros se aproveitavam 
dessa situação.


Sonia Palhares (BsB-DF)
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