É, O Paulinho pensa assim, fazer o que? Falar que não se gosta disso ou daquilo
é prá nós imortais mas no íntimo ele não pensa assim, nenhum dos sambistas
pensam assim, é que pega mal falar de algo que parece que está próximo e não
está. Agora eu te pergunto:- Qual a necessidade de saber se alguém do samba
gosta do Tchan?
Outra coisa , o Paulinho já teve aquele problema com a trupe baiana num
reveilon no Rio e que o Ministro chamou ele de canalha... ele está escaldado
com esssa trupe de grande valor da nossa cultura.
Tem endereço esta questão?
Abraços
Ary
vini correia <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
Pessoal,
veja baixo alguns trechos que selecionei de uma curiosa entrevista com
Paulinho da Viola feita pelo site do Sindicato dos Professores no Rio Grande do
Sul. Para quem quiser ler na
íntegra:http://www.sinpro-rs.org.br/extra/mai98/entrevis.htm
Tá legal, eu aceito o argumento...
abs
Extra Classe - Já que você falou da importância de seu pai na sua formação, é
verdade que César Faria não permitia que o Paulinho da Viola ouvisse música
estrangeira?
Paulinho da Viola - Não! Não é verdade. Música estrangeira era uma coisa que a
gente não ouvia muito, mas ouvíamos sim. Lembro que meu pai, mesmo não sendo de
comprar discos de música americana, ganhava muita coisa e até tinha músicas de
jazz. Ele tinha um disco da Ella Fitzgerald chamado Cow cow boogie, que ela
gravou com um conjunto muito famoso na época, chamado Ink Spots. A gente ouvia
muito este disco e fiquei muito triste quando ele apareceu quebrado. Perdi o
disco e fiquei louco para saber aonde eu poderia encontrar. Acabei encontrando
um CD - foi feita uma coletânea com muitas músicas dela - que tinha a música
Cow cow boogie.
EC - A fonte desta afirmação é o crítico Tárik de Souza. A teoria dele é que
esta proibição, de certa forma, fez com que você reformasse o velho ritmo do
samba, sem recorrer à influência direta do jazz, blues e do rock.
PV - (risos) Não, não. Meu pai não proibia. É evidente que se nós tínhamos, por
exemplo, um disco da Ella Fitzgerald, um do Glenn Miller, um do Sinatra,
tínhamos cem, duzentos de música brasileira.
EC - Eu Canto Samba é um disco que surgiu depois de cinco anos sem discos.
Mais oito se passaram até o Bebadosamba. Sem modéstias, você não acha que tanto
tempo sem gravar, para um artista como você, não é muito? Como você avalia esta
questão da indústria fonográfica?
PV - Não, não. Eu não posso colocar a culpa no pessoal da gravadora.
EC - E na indústria?
PV - Não. No meu caso eu não posso fazer isso, porque depois do Eu Canto Samba,
mesmo antes, eu tive muitas propostas para gravar e não quis. Não queria forçar
nenhuma barra. Estava viajando muito para o exterior naquela fase, em 85, 86.
Eu também não queria porque eu não sou um compositor de compor todos os dias,
às vezes eu levo muito tempo até sem tocar.
EC - Qual é a sua posição sobre a onda do pagode?
PV - Olha, tem algumas coisas que eu gosto muito, que eu ouço e me divirto
muito.
EC - O que, por exemplo?
PV - Eu já dei uma declaração sobre isso... E como recebi gente me cobrando
(risos)! Eu disse que achava o Tchan muito legal e ainda brinquei: "olha, se
vocês fecharem os olhos", para dizer que se ouvirem o Tchan, as pessoas vão ver
que ali dentro tem o velho samba de roda baiano, com aquelas coisas sacanas,
com duplo sentido, que é uma coisa muito comum na música popular.
EC - Esse fechar os olhos é para não ver a Carla Perez e a Sheila?
PV - É (risos), eu falei isso de brincadeira.
EC - Você foi cobrado por gostar do Tchan?
PV - Algumas pessoas me cobraram.
EC - Mas no estilo patrulha? Ainda tem isso?
PV - Tem, claro que tem. Tem gente que não gosta, né? Mas isso aí não é tão
importante assim. Para mim é chato dizer que isso é ruim, que aquilo não
presta. Eu não gosto de falar estas coisas. Não é por aí. Aquilo que não me
toca eu não ouço, nem fico insistindo. Não tem porque ficar dizendo que isso é
comercial. Eu não faço este tipo de julgamento. Se gosto de uma coisa, eu
gosto, acho legal, eu ouço. Eu reconheço, por exemplo, especialmente no grupo
do Tchan, que eles têm um ritmo muito contagiante. É muito difícil você ouvir o
Tchan e não se sensibilizar. É natural as pessoas saírem dançando, sambando.
EC - E esta história de ralar o Tchan e tudo o mais?
PV - Apesar de reconhecer que este negócio de umbigada e música com duplo
sentido é muito da cultura popular, especialmente da cultura popular baiana, eu
acho que em alguns momentos esta coisa extrapola e, evidentemente, cai na
banalização de uma questão delicada que é a questão do sexo. Entra num nível de
pornografia, de banalização através da televisão, nada saudável. Aliás, na
banalização de qualquer coisa, eu acho que nada é saudável.
EC - Como você vê o momento atual do Choro e do Samba na MPB?
PV - Olha, não é uma pergunta muito simples de responder. O samba e o choro têm
vitalidade. Já demonstraram que, mesmo não estando ou estando na mídia, eles
têm o seu público, que é um público que está presente e não deixa esta coisa
desaparecer, senão já tinha desaparecido. São inúmeros os grupos de choro que
gravam, de jovens que se envolvem com o choro e música instrumental e inúmeros,
que ninguém conhece, que também fazem o seu samba. O que sinto quando participo
de rodas ou vou a alguma apresentação é esse sentimento que é muito forte. Você
vê jovens! Eu me surpreendi muito de fazer o Bebadosamba no Canecão e ver a
quantidade de jovens presente.
EC - Você disse uma vez que o samba sofreu e sofre preconceito até hoje. E
muitas pessoas ainda não compreendem que ele é matriz de um universo riquíssimo
da história de um povo se formando, de um povo se afirmando.
PV - É verdade. Reafirmo isso.
EC - Pode explicar melhor?
PV - Isso não é simples de explicar. Eu vivo dentro do samba há muitos anos e
têm determinadas coisas que me tocam de uma maneira, como tocam as pessoas
daquele universo que estão ali, que fica difícil traduzir com palavras. Algumas
vezes, as pessoas percebem isso quando desfilam até numa escola de samba. E eu
vejo o comportamento delas. Mas eu falo de um outro que eu vivi, que está
dentro das quadras, nos morros, dentro das rodas de samba mesmo, com os
sambistas, com os compositores, o seu cotidiano neste universo. E isso eu não
sei descrever com palavras, não sou escritor. Mas o problema é o seguinte: Os
preconceitos são enormes, são vários. Quando eu falo isso, é porque eu já
percebi muitas vezes. O nosso povo vem lutando contra, mas isso não é uma coisa
para ser resolvida em um ou dois anos e sim em várias gerações. E assim mesmo,
eu não sei se vai acabar com todos os preconceitos. Você acaba com uns e cria
outros, porque há diferenças e quando há diferenças é natural
que surjam preconceitos. A função do homem é, dentro da diferença, entendeu,
na cultura, lutar contra eles. Mostrar que as diferenças podem criar uma
dinâmica melhor para todos e não um rompimento, um afastamento.
EC - Alguns nomes do samba como Martinho da Vila e Bezerra da Silva têm um
trabalho, digamos, mais popular. Você é quase um sambista cult, admirado por um
público classe média, média alta. Como vê isso, concorda?
PV - Não. Não concordo. Já cansei de fazer show em praça pública, teatro,
cinema, circo e sinto que não é bem assim. Eu sinto que meu público tem um
certo ecletismo sim, há uma mistura, mas é gente do povo mesmo. Não é
específico de uma classe.
EC - Você já se sentiu lesado em seus direitos autorais?
PV - Eu não fiz em 70 um samba chamado Foi um Rio Que Passou Em Minha Vida, que
tocou no Brasil todo? Foi a música mais tocada no carnaval, junto com Bandeira
Branca. Todo mundo sabe disso. Naquele ano, se você visse a prestação de contas
do meu disco você ia dar gargalhadas. Eu não lembro dos valores da época, mas
foi uma coisa tão irrisória, que o sujeito que veio prestar contas me pediu
desculpas e disse: "olha, no ano que vem vai ser melhor".
EC - E isso continua acontecendo?
PV - Isso aí é uma coisa muito delicada. Eu já falei sobre isso, já comentei. É
uma coisa de uma complexidade... A minha opinião é: não acho que a gente tem de
acabar com o Ecade, acho que a gente tem de criar uma estrutura melhor para que
todos possam receber melhor e com mais transparência. É só isso.
EC - Você foi um dos primeiros grandes compositores a expressar em suas
músicas preocupações ecológicas...
PV - Amor a Natureza, em 75.
EC - Como esta questão bateu em você, para sair soltando o verbo através
desta música?
PV - Na época, se falava muito de especulação imobiliária, de selvas de pedra e
havia uma preocupação com o desmatamento da Floresta da Tijuca. Estavam
cortando muitas árvores e a cidade (Rio de Janeiro) estava se
descaracterizando. Esta música veio muito daí. É importante lembrar que naquela
época qualquer coisa que contestasse alguma coisa era censurada e, então, já se
fazia uma coisa com duplo sentido também. Mas ali era uma coisa clara, falei de
uma coisa concreta, objetiva, que é a minha preocupação com a transformação da
cidade. Propositadamente, Amor a Natureza tem uma forma de samba enredo. É
muito comum compositores de escolas de samba exaltando o Rio, pois bem, eu fiz
à minha maneira um protesto em forma de samba enredo.
EC - Aproveitando que você falou da história do duplo sentindo, nesta mesma
época, da ditadura, surgiu a música Sinal Fechado (1969), que difere um pouco
no contexto da sua obra. Como ela nasceu?
PV - Esta música, como grande parte das que eu fiz, veio como um filme, como
imagens que se sucedem muito confusas e vão se alternando, vão mudando de
lugar. Recordo duas coisas quando eu comecei a fazer esta música. Uma era sobre
uma pessoa que eu nunca mais vi, que eu conheci em Recife, que depois encontrei
no Rio de Janeiro. Era uma pessoa que passava nos lugares e em vez de parar e
falar comigo, sempre passava rápido e dizia: "eu tenho uma coisa pra te
falar"...e nunca falava nada, estou esperando até hoje. Encontrei esta pessoa
em vários lugares, bares... me parece que era uma pessoa que tinha certos
compromissos, que não podia estar aparecendo muito na época. Isso foi uma
coisa. A outra foi uma enorme tensão das pessoas, a preocupação delas. O que
está muito claro nesta música é uma certa tensão, que é criada na própria
estrutura, na harmonia. Como uma coisa de que as pessoas iam falar e não falam.
Uma imagem que veio muito forte, como se eu tivesse tido um sonho,
quando eu estava trabalhando nesta letra, era a seguinte: Parou um ônibus e eu
estava no ponto. Entrei, tinha uma pessoa na frente que eu conhecia, que eu
queria falar com ela, mas não podia porque o ônibus estava cheio. Eu fazia
sinais, gestos, mas a pessoa descia, o ônibus saia, e eu ficava dando adeus,
não conseguia falar. Esta foi a primeira idéia que ficou muito forte na minha
cabeça, como imagem para a construção da estrutura da letra. Depois apareceu a
coisa do sinal, a idéia do sinal como um elemento simbólico de algo que está
fechado, que não deixa. É a velha história da contradição, do querer partir, do
querer sair, falar e não poder, porque o sinal está fechado e pode abrir a
qualquer momento. Algum tempo depois, as pessoas me procuravam e, em
entrevistas, perguntavam se eu havia feito esta música conscientemente... para
aquela época que estávamos vivendo. Na realidade, foi um mecanismo inconsciente
que me levou a fazer esta música.
On 3/6/08, André Carvalho <[EMAIL PROTECTED]> wrote: Eugenio
O Alvarenga, mesmo existindo apenas no blog Prato e Faca, tem muito mais
moral aqui do que você. Afinal, ele coloca mais de uma centena de discos de
samba a SUA disposição. Já você... bom, você nada faz pelo samba...
Voltando à questão do disco. Eu acho a Maria Rita uma oportunista mesmo.
Volto a repetir: quer fazer samba com "nova roupagem", invente um novo nome
pra esse estilo musical. O samba é puro, autentico, sem deturpações.
Continuo a luta de Candeia, que reprovava os sambistas de apartamento.
Continuo a luta do Candeia que achava que o "samba é bem melhor assim, ao
som desse pandeiro e do meu tamborim". Continuo a luta do Paulinho que já
nos anos 70 sentia a falta "de um cavaco, de um pandeiro e de um tamborim"
Repito: SAMBA NÃO É ESTILO MUSICAL, É ESTILO DE VIDA
Vou morrer defendendo a pureza do samba. Sou purista, tradicionalista e
nesse caso, conservador mesmo. Sou sambista.
E pra quem gosta de me malhar, vai aí um samba do Caxiné.
"Falam de mim mas eu não ligo
Todo mundo sabe que eu sempre fui amigo
Um rapaz como eu não merece esta ingratidão
Falam de mim, falam de mim
Mas quem fala não tem razão
Por ciúme ou por despeito
Falam de mim
Não está direito procederem assim
Meu coração não merece essa ingratidão
Falam de mim, falam de mim
Mas quem fala não tem razão"
On 3/6/08, ary marcos pero gonçalves da motta <[EMAIL PROTECTED]>
wrote:
>
> Enquanto te escrevo prá dizer que está mais do que assinado em baixo,
> estou ouvindo Monograma com a nossa genial Cristina
>
> Abração
>
> *André Carvalho <[EMAIL PROTECTED]>* escreveu:
>
> Normalmente estes discos comerciais estilo "casa de samba" e "cidade do
> samba", misturando artistas não-sambistas com sambistas não costumam ter
> longa vida não.
>
> Pra sobreviver tem que haver emoção, inspiração... Esse é apenas mais um
> produto totalmente comercial que não merece o menor destaque... Além de
> colocar artistas que provavelmente nunca foram numa roda de samba e nem
> sabem da história das escolas de samba, tem um repertório um tanto
> manjado.
>
> Vejamos bem:
>
> Simone, Maria Rita e Toni Garrido não devem saber quem é Mestre Fuleiro,
> nem
> devem imaginar o que seja Prazer da Serrinha.
>
> Zélia Duncan (oportuna ou oportunista?) sabe quem é o genial compositor
> Hélio Cabral, compositor do clássico que ela canta?
>
> Moska, Toni Garrido, Lenine?
>
> SAMBA NÃO É APENAS MAIS UM ESTILO MUSICAL, É ESTILO DE VIDA!!!
>
> Dá licença... O samba merece um tratamento melhor, não dá mais pra ficar
> vendo esses oporturtunistas se aproveitando dele. Onde já se viu a Maria
> Rita ficar pagando de sambista? O samba não precisa de gente de fora pra
> vender disco. O samba não precisa virar mais um enlatado...
>
> Queria ver a Maria Rita fazer um registro cool numa roda de samba....
>
>
>
>
> On 3/5/08, Eugenio Raggi wrote:
> >
> > Taí um trabalho que deve ser muito legal. Ainda não ouvi:
> >
> >
> > A gravadora Biscoito Fino põe nas lojas o CD "Aula de Samba", reunindo
> > diversos intérpretes; já a gravadora Som Livre lança o novo trabalho
> > de Oswaldo Montenegro...
> > 25/02/2008 - 09:30
> >
> > R E S E N H A 1
> >
> >
> > Cantores: VÁRIOS
> >
> > CD: "AULA DE SAMBA"
> >
> > Gravadora: BISCOITO FINO
> >
> >
> >
> > De vez em quando surge, no mercado fonográfico nacional, em meio a
> > tantos projetos que visam somente ao lucro fácil, uma idéia realmente
> > interessante. Embora não original (no sentido de ser inédito), é este
> > o caso do CD "Aula de Samba", produzido pela cantora Mart'nália e
> > encampado pela gravadora Biscoito Fino.
> >
> > Trata-se de um elogiável trabalho de pesquisa que resultou na seleção
> > de onze sambas-enredo cujas letras ressaltam alguns personagens e
> > fatos de importância na história do nosso Brasil e através dos quais
> > se constata que, em algum tempo não muito remoto, as Escolas de Samba,
> > além de garantir a conquista do campeonato, também se preocupavam em
> > resgatar feitos relevantes para o conhecimento do nosso povo.
> >
> >
> > É fato que Martinho da Vila, pai da citada Mart'nália, já havia
> > gravado, em 1980, o disco "Samba Enredo" nos mesmos moldes. A
> > diferença com relação ao CD recém lançado é que para este foram
> > convocados grandes nomes da nossa MPB, ficando cada um deles
> > responsável por conferir cores novas a sambas antológicos da Império
> > Serrano, Mangueira, Beija-Flor, Salgueiro e Vila Isabel.
> >
> > Assim, o herói da Inconfidência Mineira é o mote de "Exaltação a
> > Tiradentes" que ganhou interpretação contida de Chico Buarque.
> > Alcione, por sua vez, tranqüila em uma praia que conhece como poucos,
> > apresenta as façanhas de Getúlio Vargas em "O Grande Presidente". É o
> > caso também de Leci Brandão, à vontade em "Dona Beja, a Feiticeira de
> > Araxá".
> >
> >
> > Grandes momentos ficam por conta dos contagiantes registros de
> > "Aquarela Brasileira", apresentada por uma surpreendentemente
> > extrovertida Simone, de "Benfeitores do Universo", a cargo da sempre
> > oportuna Zélia Duncan, e da obra-prima "Heróis da Liberdade", em
> > registro cool de Maria Rita. Completam o estelar time: Lenine (correto
> > em "Onde o Brasil Aprendeu a Liberdade"), Moska (dando tudo de si em
> > "Dia do Fico"), Emílio Santiago ("Sublime Pergaminho"), Fernanda Abreu
> > ("Os Sertões"), Toni Garrido e Dona Ivone Lara (em "Os Cinco Bailes da
> > História do Rio").
> >
> > Um CD bem legal que merece vida longa!
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