Quem viu o Bom Dia Brasil de hoje, 27 de maio, teve a satisfação de ver o 
grande Altamiro Carrilho em
entrevista à Mônica Sanches.


O Mestre está vendendo saúde, tocando bonito  e cantando com competência.

Pra assistir a matéria no seu computador, basta clicar no seguinte endereço:

http://bomdiabrasil.globo.com/Jornalismo/BDBR/0,,AA1681937-3682-832796,00.html


O texto disponibilizado está transcrito em seguida.

Caio Tiburcio

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27.05.2008
Altamiro Carrilho diz qual a receita de 74 anos de sucesso na música


Humor, talento e uma flauta: esta é a receita de longevidade do músico Altamiro 
Carrilho, aos 83 anos de idade
e 74 anos de carreira. O Bom Dia Brasil rende hoje um tributo a um grande 
instrumentista.


Humor, talento e uma flauta: esta é a receita de longevidade do músico Altamiro 
Carrilho, aos 83 anos de idade
e 74 anos de carreira. O Bom Dia Brasil rende hoje um tributo a um grande 
instrumentista.

Com 83 anos de idade, Altamiro Carrilho fez as contas e afirma que está 
completando 74 anos de carreira. Como
ele continua fazendo shows, fica a curiosidade: qual o segredo do seu fôlego?

“O segredo do meu fôlego é a paixão que eu sinto pela música”, afirmou o 
músico. Uma frase de Altamiro Carrilho
é muito interessante: “Diploma não toca”. O que ele quis dizer com isso?

“Eu conheço muitos músicos diplomados pela Escola Nacional de Música ou pela 
universidade não sei do quê e que
não tocam muito bem. E muitos outros que não têm diploma, como é o meu caso, eu 
sou autodidata. Quer dizer, o
diploma não toca. Quem toca é o músico”, disse Altamiro.

O talento foi reconhecido nos países por onde Altamiro passou com seu grupo. 
Autor de 200 composições, Altamiro
deixou um estilo pessoal nos arranjos de música clássica. O improviso em um 
sucesso de Roberto Carlos
impressionou o Rei.

“Ficou tão bom que parecia tudo orquestrado, ensaiado. E nada foi ensaiado, foi 
tudo improvisado”, lembra o músico.

Altamiro é o único músico da Era de Ouro do chorinho que está vivo para 
testemunhar a vitalidade do gênero.
“Por incrível que pareça, eu já sentia há alguns anos que o chorinho estaria 
novamente ‘na onda’, como diz a
rapaziada”, conta.

O músico ainda consegue surpreender o público. Em uma gravação, deixa a flauta 
de lado e solta a voz.

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