Essa conversa é muito bonita mas eu não acredito muito nisso não!
Há reclamações diversas com relação a pirataria, mas quem é que está disposto a 
pagar quase R$50,00 e as vezes até mais do que isso  por um Dvd?
Porque esses preços não podem ser mais acessíveis ?
No nordeste compra-se Dvd originais das grandes bandas de forró nacionalmente 
conhecidas por um preço de aproximadamente R$14,00 a 20,00, e CD's dessas 
bandas também originais na faixa dos R$ 7,00 a 10,00, a gravadora vive bem, os 
músicos vivem bem, todo mundo ganha, a pirataria mesmo assim existe, mas com 
preço tão acessíveis dos originais, a pirataria não chega a  
afetar significativamente esse mercado.
Na verdade o que acontece é a ganância, vontade de ganhos exorbitantes dessas 
gravadoras seja do mercado de filmes, seja do mercado de músicas, falar em 
abaixar os preços, torna-los acessíveis ao público consumidor  ninguem fala, o 
silêncio é geral, total e absoluto.
 
Sds,
Wagner
 
 
 
 
 
--- Em seg, 14/7/08, Caio Tibúrcio <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:

De: Caio Tibúrcio <[EMAIL PROTECTED]>
Assunto: [S-C] CDs, Pirataria - Empresas não suportam concorrência e fecham
Para: [email protected]
Data: Segunda-feira, 14 de Julho de 2008, 1:20

Correlacionado ao tema "O CD morreu?", o jornal Correio Braziliense de
ontem, domingo, trouxe matéria sobre a pirataria e o fechamento da mais
tradiconal loja de Cd's do Distrito Federal, a Discoteca 2001.

Caio Tiburcio

===========================================

ilegalidade
Derrotada pela pirataria

Brasília é grande consumidora de cópias de CDs e DVDs. Empresas não
suportam concorrência e fecham, como a Discoteca 2001, que chegou a ter 13
lojas na cidade




Luciana Navarro
Da equipe do Correio

A pirataria domina quase metade do mercado fonográfico brasileiro e, na
capital do país, fez mais uma vítima. Até o final deste mês, a rede
Discoteca 2001, que já foi a maior do ramo, fechará suas duas últimas lojas
na cidade. Em 37 anos de vida, a empresa chegou a ter13 pontos de venda no
Distrito Federal e 120 funcionários. A concorrência desleal com o mercado de
falsificação, no entanto, não permitiu que ela continuasse a vender CDs e
DVDs para os brasilienses. O jeito foi colocar tudo em promoção, preparar as
malas e fechar as portas.

Além da 2001, inúmeras empresas sucumbem à pirataria no Brasil. Pelas
estimativas da Associação Antipirataria Cinema e Música (APCM), a cópia
irregular de CDs e DVDs provocou o fechamento de 3,5 mil pontos de venda no
país e responde por uma queda de 50% no faturamento do mercado fonográfico.
“Hoje, são lançados 50% menos artistas que há cinco anos”, destaca
Antônio Borges, diretor-executivo da APCM. A perda da cultura nacional é o
mais grave, ressalta. O prejuízo não é medido à risca, apenas estimado.
Calcula-se que mil pessoas perdem o emprego no DF a cada ano por causa da
falsificação dos discos e vídeos.

Para 97% dos consumidores adeptos da pirataria, a melhor justificativa é o
preço baixo. Nas lojas, obviamente, esses produtos saem mais caro. Cada CD
comprado traz embutido nele o valor do aluguel do ponto de venda, do salário
dos funcionários, dos custos fixos da loja (conta de água, luz e telefone) e
dos impostos que, nesse caso, chegam a 47,25% do preço final.

Ao se comprar um produto pirata, ao contrário, nenhum desses custos está
incluído. Entretanto, o preço indireto da cópia ilegal, defendem os
combatentes da falsificação, pode ser muito mais alto. “A pirataria engole
empregos que contribuem para o crescimento do país e ainda afasta boas
empresas e bons investidores em detrimento dos sonegadores”, argumenta André
Franco Montoro Filho, presidente-executivo do Instituto Brasileiro de Ética
Concorrencial (Etco).

Internet
Uma pesquisa feita pelo Instituto Datafolha a pedido da União Brasileira do
Vídeo (UBV) no final do ano passado mostrou que a pirataria no Brasil já
caminha por outros trajetos. Além da comercialização nos camelôs, ela
conquista a internet a passos fortes. A proporção de internautas que
aproveitam a rede mundial para baixar filmes e músicas ainda é pequena, de
3%, mas tende a crescer à medida que a banda larga chega a mais lares. Essas
práticas são típicas do público mais jovem, solteiro e de nível superior.
Desse grupo, 28% são estudantes. Nessa lista, Brasília tem a maior quantidade
de usuários que baixam filmes, 12%.

“A pirataria na internet é nossa grande preocupação”, revela Borges.
Para evitar o avanço desse crime, a APCM retira links do ar. No primeiro
semestre deste ano, 161,2 mil links foram tirados da internet sob acusação de
apresentar conteúdo pirata de músicas e filmes ou levar a páginas com esse
tipo de material. No mesmo período do ano passado, esse número havia sido de
15,6 mil. O crescimento da repressão ultrapassa 900%, mas ainda há um imenso
caminho a ser percorrido pelo Brasil. A capital da República que o diga. A
cidade figura na liderança do ranking das capitais que mais compram DVDs
ilegais no país. Dos 17% entrevistados que assumiram comprar vídeos piratas,
24,59% são brasilienses.


Comércio fora das regras
Pirataria prejudica a criação de postos de trabalho, a cobrança de impostos
e já domina quase metade do mercado fonográfico no país.

A pirataria
Domina 48% do mercado fonográfico;
Responde por uma queda de 50% no faturamento do mercado fonográfico;
Levou 3,5 mil pontos de vendas legalizados a fecharem no país;
Faz o Brasil deixar de arrecadar R$ 500 milhões;
Provocou o desaparecimento de pelo menos 80 mil empregos formais;
Diminuiu em 50% o número de lançamentos de produtos nacionais e a
contratação de artistas locais.

Apreensões*
2007
Brasil: 13.826.050 unidades
Centro-Oeste: 732.016 unidades

2008
Brasil : 21.876.723 unidades
Centro-Oeste: 532.176
Links retirados da internet*
161,2 mil em 2008
15,6 mil em 2007

*Dados para o primeiro semestre de cada ano



Fonte: Associação Antipirataria Cinema e Música (APCM)






Discoteca 2001: depois de 37 anos de existência, a tradicional loja de discos
e filmes queima estoque para encerrar de vez as atividades
(Foto de Daniel Ferreira/CB/D.A Press)




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