Marília,
 Essa música foi gravada pelo Chico Buarque (acho que há outra
gravação que não me lembro agora) naquele disco  onde o mesmo
canta músicas de outros compositores (dele próprio apenas "Acorda
Amor" onde utilizou o pseudonimo de Julinho de Adelaide).
 Abs
 Sérgio
 On Seg 20/07/09 15:47 , Marília de Carvalho
[email protected] sent:
 Tribuneiros,
 Alguém conhece a música "O filho que eu quero ter" (abaixo)?
 Me perguntaram se conhecia, mas nunca ouvi... Lembrei do e-mail
abaixo que
 recebi na época que criei um tópico de sambas para bebês.
 Fiquei sabendo que foi interpretada pelo Paulinho da Viola.
 Alguém conhece? Tem como disponibilizar?
 André, faz esse corre para mim irmão?
 Agradeço desde já.
 Marília
 PS: agradeço também a todos que deram dicas na época (maio/07),
hoje minha
 pimpolha já é uma pequena sambista. Toca um ganzá, arranha um
tamborim,
 adora a música "Pelo Telefone" (sai cantando ai ai ai pela casa)...
 A grande contribuição foi uma coletânea da Natura de sambas
interpretados
 por crianças (valeu Roberta Valente!).
 ---------- Forwarded message ----------
 Date: 2007/10/28
 Subject: pedido de sugestão sobre sambas ou canções que falem dos
nossos
 pequeninos.
 To: [email protected]
  Marília,
 Vinícius tem uma letra belíssima falando do tema, Toquinho fez a
melodia.
  O Filho Que Eu Quero Ter É comum a gente sonhar, eu sei
 Quando vem o entardecer
 Pois eu também dei de sonhar
 Um sonho lindo de morrer
 Vejo um berço e nele eu me debruçar
 Com o pranto a me correr
 E assim, chorando, acalentar
 O filho que eu quero ter
 Dorme, meu pequenininho
 Dorme que a noite já vem
 Teu pai está muito sozinho
 De tanto amor que ele tem
 De repente o vejo se transformar
 Num menino igual a mim
 Que vem correndo me beijar
 Quando eu chegar lá de onde vim
 Um menino sempre a me perguntar
 Um porquê que não tem fim
 Um filho a quem só queira bem
 E a quem só diga que sim
 Dorme, menino levado
 Dorme que a vida já vem
 Teu pai está muito cansado
 De tanta dor que ele tem
 Quando a vida enfim me quiser levar
 Pelo tanto que me deu
 Sentir-lhe a barba me roçar
 No derradeiro beijo seu
 E ao sentir também sua mão vedar
 Meu olhar dos olhos seus
 Ouvir-lhe a voz a me embalar
 Num acalanto de adeus
 Dorme, meu pai, sem cuidado
 Dorme que ao entardecer
 Teu filho sonha acordado
 Com o filho que ele quer ter
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