E a Música sem essência fica sem graça, fenece e deixa de ser música e passa a 
ser a locupletada diversão acéfala  do dia a dia, né não?

 
Abraços
Ary



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De: Phadha Phada <[email protected]>
Para: ary marcos pero gonçalves da motta <[email protected]>
Cc: "[email protected]" <[email protected]>
Enviadas: Terça-feira, 9 de Fevereiro de 2010 18:22:05
Assunto: Re: [S-C] música - livro "Kitábu

Olha Ary, eu assino em baixo.
Muitas do que e'  produzidas hoje.
Para mim nao passa de  algebra acustica.
Pecas milimetricamente elaboradas, repletas de conceitos  e arranjos altamente  
tecnicos mais sem qualquer essencia.


abracos
Fabio Padilha(gangaz).



Em 9 de fevereiro de 2010 16:21, ary marcos pero gonçalves da motta 
<[email protected]> escreveu:

Carissimos Tribuneiros, recebi essa mensagem de um amigo e uma amiga e achei 
interessante repassá-lo. Achei muito Bom
>
>
>
>Abraços 
>
>Ary
>
>
>trecho extraído do livro "Kitábu - o livro do saber e do espírito 
>negro-africanos" de Nei Lopes, ed. Senac Rio.
>
>1. A música não deve ser somete uma arte do espírito e da alma, mas também uma 
>arte do corpo. No corpo, o ritmo da respiração e da circulação, bem como o 
>estado de vigília e o do sono, mantêm a vida, religando-os aos ritmos 
>primordiais do cosmo.
>
>2. À música cabe expressar, no plano humano, a harmonia dos vastos ritmos do 
>Universo. Assim, a dança deve ser um estado em que o dançarino se vista das 
>forças vitais que gravitam em torno dele para estar de acordo com os ritmos do 
>cosmo, identificando-se com eles e participando da ordem universal.
>
>3. A música não é um luxo, mas um modo de vida. Por meio dela o ser humano 
>expressa, nas festas, sua alegria de viver; nas ocasiões solenes, seu orgulho 
>e refinamento; nos rituais religiosos, sua fé e contrição; em tudo, seu amor; 
>no trabalho, seu vigor; no lar, sua simplicidade; e na guerra, sua coragem.
>
>4. A música deve ser o exemplo vivo do patrimônio cultural de um povo. Ela 
>concentra toda uma série de associações sociais e culturais e não pode ser 
>abstraída do seu contexto.
>
>5. A música tem de utilizar sons rigorosamente modulados para expressar suas 
>idéias e sentimentos ligados a um certo ritual ou função, transformando-os, 
>assim, numa experiência nova e de outro nível, aumentando nosso prazer e nossa 
>compreensão.
>
>6. Por intermédio do chamado aos espíritos ancestrais e entidades superiores, 
>a música cria um vínculo entre o mundo dos vivos e dos mortos e das 
>divindades. Ela acompanha também a transmissão oral da história, do saber e 
>dos contos e as várias formas de recitação poética.
>
>(...)
>
>11. A música está presente na vida humana, do berço à sepultura, como parte 
>viva de uma cultura que transcende e transforma a experiência cotidiana. No 
>Universo, todas as coisas dançam uma mesma música cósmica, cujos ritmos e 
>melodias traduzem as palavras das forças espirituais. Assim falou Mbabi-Katana"
>
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