Aliás, no Coisa de Santo (é este o nome mesmo? minha memória etílica pode estar 
me traindo), da fantástica Mariene de Castro na Bahia, não falta acarajé, não 
falta Abará, não falta cachaça, não falta gente sambando...
E a vontade de curtir o samba de roda fica tão grande que, no dia em que fui, 
mesmo chovendo, ninguém arredou o pé e todo mundo sambou num chão irregular de 
paralelepípedos.

Imagina, se alguém ia querer sambar na chuva sem ter tomado um grau?



      
____________________________________________________________________________________
Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! +Buscados
http://br.maisbuscados.yahoo.com
_______________________________________________
Tribuna mailing list
[email protected]
http://www.samba-choro.com.br/cgi-bin/mailman/listinfo/tribuna

Responder a