Empresas norte-americanas não podem vender nada para Cuba. É o embargo. O Windows que roda por lá é **pirata**. Adotar Linux (ou qqr outro Software Livre neste caso) é até mesmo uma questão de legalidade...Acho uma mancada expulsar o Windows ou qualquer outro produto de Cuba por motivos ideológicos. Creio que devem existir, sob uma democracia, opções para cada um escolher o que deseja, mesmo que ruins.
Essa questão da reserva costuma ser tratada muito simplificadamente, somente sob o ponto de vista do usuário final (q no máximo tinha uns clones do Apple II ou do Sinclair ZX para usar), sem levar em conta mercados corporativos. Automação bancária e outros nichos avançaram no Brasil sob a proteção da reserva de mercado. Aqui em Brasília existe uma empresa que exportava equipamentos de controle de QUALIDADE para a Ford norte-americana (e tinha uma certificação da fábrica que permitia fazer isso para qualquer filial da Ford no mundo). Segundo os sócios, sem a reserva de mercado eles jamais teriam condições de fazer isso. Só para lembrar, o mercado norte-americano sempre avançou movido a reservas de mercado tbém, qdo o produto estrangeiro era mais competitivo. Um exemplo recente são as telas de HDTV, que foram sobretaxadas no mercado dos EUA até q as empresas de lá conse guissem fazer o "catching up". Algo similar aconteceu no mercado de automóveis nos anos 80. Acho q o principal problema com a reserva no Brasil é q, infelizmente, muitos empresários consideraram simplesmente uma proteção ao mercado nacional, sem fazer a devida contrapartida em investimentos de pesquisa e desenvolvimento... E mais infelizmente ainda para nós, usuários de micros, boa parte dos tais empresários estavam justamente no ramo de microinformática...A reserva de mercado no brasil nos atrasou para caramba. Enquanto o mercado externo avançada em tecnologia, dentro do Brasil éramos obrigados a usar a tecnologia que fabricantes nacionais produziam. A mesma coisa aconteceu com
[ ]s,
Olival Jr.
