Ponto de vista questionável.
O programa pode não ser perfeito como seres humanos também não são
perfeitos. São esses que fazem os programas e os usam.
Uma abordagem mais darwiniana costuma funcionar.
A tecnologia evolui, os modelos evoluem, quem não evoluir também que vá
distribuindo currículos (inutilmente).
-- 
Marco de Freitas,
NBR para a Internet já! Porque meu navegador não é penico.

http://www.abrasol.org/modules.php?name=News&file=article&sid=199
http://www.w3.org/2003/03/Translations/byLanguage?language=pt-br
http://www.petitiononline.com/we6k7496/petition.html
http://www.dicas-l.unicamp.br/dicas-l/browsers.php

[EMAIL PROTECTED] escreveu:
> Senhores,
> 
> Essa questão pode ser olhado por essa ótica que é a ótica do colaborador 
> da empresa.
> Como ótica do gerente e responsável pelo suporte existem questões ainda 
> não resolvidas o que pode causar um risco.
> A marca Open Office não pode ser usada então o projeto pode ser chamado 
> openoffice.org mas o programa não ( a versão 2.0 adotará outro nome)
> As licenças copyleft estão sendo questionadas pela marcas e patentes dos 
> eua. O Unix questiona que o Linux por exemplo usa o código fonte do Unix.
> Onde eu gostaria de chegar.....
> O Software livre possue riscos.
> O software livre possue custos.
> Mas pesando em uma balança ele ainda é muito mais vantajoso que o M$.
> Não gostaria de gerar polêmicas só gostaria que os seus gerentes fiquem 
> esclarecidos com o maior número de informações possível sobre o 
> OpenOffice.org antes de adotar esta excelente ferramenta.


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