Quanto a "contra essa idéia de usuários experientes/inexperientes.",
também
sou contra, mas isso existe hoje, existiu ontem e vai existir sempre.
Minha
irmã não constuma aprender nada novo em programa algum, apesar de usar
computador constantemente, logo, possui um perfil inexperiente que não
pode
ser ignorado.



Na verdade isso nunca existiu. Como eu disse, a sua irmã se quiser usar o
BrO ou qualquer outro programa, vai ter que aprender, tendo ela facilidade
ou não com computador. Qualquer programa tem que ser escrito para qualquer
usuário. O Microsoft Office não é escrito para usuário X ou usuário Y, ele
simplesmente é escrito para ser usado por qualquer um, assim como tem sido
com o BrO... E o fato de sua irmã ter dificuldade, não significa que ela é
inexperiente, ela simplesmente tem dificuldade. (Falo com conhecimento de
causa, pois minha irmã também é assim).

O que quis dizer é que não se deve visar usuário inexperiente ou experiente,
mas visar o usuário médio... Imagine se os programas fossem feitos só pra
usuários que sabem tudo de computador, a interface gráfica não existiria
hoje. E se fossem feitos só pra usuários "inexperientes"? a maior parte dos
usuários não teriam paciência para clicar em todos os Ok e Next que
aparecessem na tela... O usuário "experiente" tem que ter um pouco de
paciência e o "inexperiente" tem que se esforçar um pouco mais para aprender
e o programador não pode ignorar nenhum dos "dois tipos" (na verdade existem
infinitos tipos de usuário, qualquer redução disso está sujeita a erro)


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Márcio Vinícius Pinheiro
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