Oi,

Em 13 de dezembro de 2010 12:37, Gunther Furtado
<[email protected]> escreveu:
> Olá,
>
> Em 13 de dezembro de 2010 11:39, Marcelo Todaro
> <[email protected]> escreveu:
>> Em 13 de dezembro de 2010 08:15, Nilson Almeida de Araújo
>> <[email protected]> escreveu:
>>
>>> Tentei fazer no meu micro e pensei em uma solução.
>>> Você quer que as primeiras páginas fiquem sem numeração e, a partir de uma 
>>> determinada página comece a contagem?
>>> Eu experimentei realizar o seguinte: criei sete páginas em branco (fazendo 
>>> quebras de páginas em branco, por exemplo).
>>> Ativei o cabeçalho (ou o rodapé): INSERIR/ CABEÇALHO/ PADRÃO e deixe o 
>>> cursor no cabeçalho
>>> Então eu fui em:  INSERIR/ CAMPOS/ OUTROS... / Documento tipo: Página/ 
>>> Selecionar - Número de Páginas/ E no espaço Deslocamento deixei com o 
>>> número -5     (menos cinco)
>>> Com isso, teremos cinco páginas sem numeração e, a partir da sexta página 
>>> iniciando com 1.
>>>
>>> Talvez tenha outra solução, mas é uma possibilidade viável.   Abraços!
>>
>> Obrigado pela consideração, Nilson.
>>
>> Encontrei uma solução paliativa para o que me parece ser uma triste
>> deficiência do Writer.
>>
>
> Seguindo o link abaixo [1] consegui cumprir parcialmente sua
> necessidade, com uma nota que talvez tenha faltado na referência: é
> preciso inserir as quebras antes de inserir a numeração.
>
> Meu resultado foi, em um documento com 14 páginas, as quatro primeiras
> sem numeração alguma; da 5 a 10, com numeração arábica de 5 a 10; das
> páginas 11 a 14, numeração arábica de 1 a 4. Digo que cumpri
> parcialmente pois não consegui deixar parte da numeração em romanos e
> parte em arábicos, mas imagino que seja possível.
>

Consegui! Seguindo a dica do Oswaldo, criei o Estilo de Página
"ÍndiceRomano" cuja diferença para o Estilo de Página "Índice" é, bem,
numeração em romanos e inseri quebras manuais de página com o Estilo
de Página correspondente e deu certo.

[...]

Abs.

-- 

“...o mais importante e bonito, do mundo, é isto: que as pessoas
não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas - mas que
elas vão sempre mudando. Afinam ou desafinam. Verdade maior.
É o que a vida me ensinou. Isso...que me alegra, montão.”, Riobaldo Tatarana

Gunther Furtado
Curitiba - Paraná - Brasil
[email protected]

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