Concordo em partes.

Acho que nesse ponto, temos problemas, os recursos gastos para essa tarefa
são escassos. No caso, um grupo de voluntários codificadores.

A bem da verdade apesar da "cara" do M$-Office ser bunitinha, acho ela
complicada para usar e ensinar, e mal educa o usuário a vícios terríveis
quanto à formatação.

Se fosse para pensar em algo não deveríamos tentar "copiar" o que existe, e
sim usar da melhor forma possível o escasso recurso humano para isso em
criar algo, quebrando paradoxos, repensando o ideal de um conjunto Office.

A exemplo, estamos na era do Touch, e qualquer novidade deve ser inspirada
nessa ideia, de que os novos sistemas de desktops, e isso inclui alguns em
GNU (e bem antes do Windows 8), farão uso do toque dos dedos para ajustes e
comandos.

Existem outros paradoxos para quebrar. Vi outro dia um usuário reclamando
da acessibilidade e outras questões.
Tem muita coisa que pode ser discutida sobre a interface, e sobre a
integração entre os componentes do Office, e porque não, integração com um
GIMP ou outros softwares GNU que podem ter integração direta.
Incluindo serviços de nuvens!

Então creio que antes de que se faça uma coleção de códigos novos, que
propõem por antecipação bugs e instabilidades, deveria-se desenvolver um
bom Project Charter, e uma discussão acirrada sobre escopo deste projeto,
para que se aproveite o recurso de forma mais produtiva possível.

Acho que qualquer tentativa de inovar, simplesmente para copiar algo que
exista no mercado, é correr em atraso, gastando recursos escassos para
poucos resultados.

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