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-------------------------------- Mensagem Original 
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Assunto: Urnas eletrônicas em xeque
De:      Jorge Serrão <[EMAIL PROTECTED]>
Data:    Seg, Dezembro 4, 2006 10:21 am
Para:    Jorge Serrão <[EMAIL PROTECTED]>
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Estudo independente de cientistas dos EUA exige voto eletrônico apenas com 
cópia de
segurança impressa
Edição de Segunda-feira do Alerta Total http://alertatotal.blogspot.com/

Ouça também o podcast Alerta Total no seu computador.
http://podcast.br.inter.net/podcast/alertatotal
Edição em áudio a partir de Meio-dia.

Adicione nosso blog e podcast a seus favoritos do Internet Explorer.

Por problemas técnicos, a primeira edição do blog de hoje só saiu em preto e 
branco.
Ontem, nem conseguimos publicar os tradicionais artigos de domingo. Motivo: Só 
Deus
sabe!

Por Jorge Serrão

Desaba, tecnicamente, o mito da eleição eletrônica 100% segura, cantado em 
versa e
prosa pelo Tribunal Superior Eleitoral. Tais sistemas de votação são mesmo
vulneráveis à adulteração. A constatação é de um rigoroso estudo do Instituto
Nacional para Padrões e Tecnologia. Pena que tal entidade seja sediada nos 
Estados
Unidos da América. Seus cientistas advertem que as urnas eletrônicas não devem 
ser
utilizadas nos EUA sem uma cópia de segurança do voto em papel para garantir a
apuração correta.

Os norte-americanos apenas ratificam o que vêm denunciando, há anos, o fórum do 
Voto
Seguro.Org, liderado pelo engenheiro brasileiro Amilcar Brunazo Filho e por
engenheiros da Escola Politécnica de São Paulo como Walter Del Picchia. Agora, 
os
cientistas do Instituto Nacional para Padrões e Tecnologia alertaram em 
relatório
que os EUA não devem usar sistemas de telas com toque. A não ser que também 
imprimam
cédulas no papel após a votação, para que eleitores e oficiais da eleição possam
garantir que os votos sejam contados corretamente.

O estudo deve encorajar representantes dos Estados norte-americanos a 
desistirem de
tecnologias de votação puramente eletrônicas. A avaliação é de Avi Rubin, 
cientista
computação da Universidade Johns Hopkins, um crítico ferrenho dos sistemas por
toque. Já o relatório dos cientistas norte-americanos deixa bem claro sobre os
riscos das urnas eletrônicas sem o voto impresso: "Em princípio, um único
programador inteligente e desonesto em uma empresa de máquinas de votação pode
fraudar a eleição de um Estado inteiro se esse Estado utilizar principalmente 
apenas
um tipo de sistema".


Cobrar para quê?

Viver em País rico, em que o governo tem dinheiro sobrando, é uma maravilha.

O governo deixará de cobrar R$ 14 bilhões e 600 milhões em recursos da dívida 
ativa.

A grana é considerada irrecuperável pelo Tribunal de Contas.

E Receita Federal, pela primeira vezm divulgou a estimativa de quanto a União 
deixou
de ganhar com a renúncia advinda do horário destinado aos candidatos no rádio e 
na
TV para um ano de eleições.

Foi bagatela de R$ 191 milhões de reais.


Barreira para quê...

Instituída para moralizar o quadro partidário brasileiro, a chamada cláusula de
barreira está com os dias contados.

Em sessão marcada para a próxima quinta-feira, o STF irá julgar se a regra fere 
ou
não a Constituição.

O relator do caso é Marco Aurélio Mello, apenas por coincidência, presidente do
Tribunal Superior Eleitoral.

A voto de Marco Aurélio, considerando o mecanismo “inconstitucional”, será 
submetido
ao plenário do Supremo, composto por outros dez ministros.

Basta que cinco deles acompanhem o ponto de vista do relator para que a 
cláusula de
barreira vire pó.


Zona geral

Ou seja: no Brasil, não adianta existir lei ou regra.

Elas existem, mesmo, para serem descumpridas ou modificadas, de acordo com a 
vontade
da maioria dos vencedores, é claro!

No Brasil, não existe democracia, que é definida como a “Segurança do Direito”.


Vale a pena investir

Empreiteiras responsáveis por construção de estradas ou reformas de araque 
nelas,
como na operação Tapa Buracos, e empresas de transportes injetaram os recursos 
na
campanha dos 28 parlamentares da comissão da Câmara que elabora leis para o 
setor.

Sete emendas ao Orçamento da União, que partiram desse grupo, garantiram R$ 98
milhões para recuperação de rodovias e outras obras.

Com certeza, tal fato é apenas mais uma mera coincidência de nosso processo
democrático de merda.


Chávez de novo...

Em mais um pleito com urnas eletrônicas, o presidente Hugo Chávez foi o grande
vencedor do pleito venezuelano de domingo, reelegendo-se por mais seis anos com 
a
promessa de aprofundar sua "revolução socialista" e de seguir combatendo o
"imperialismo norte-americano".

O triunfo do "Comandante" é uma má notícia para Washington, que o considera uma
influência negativa para o continente.

O vencedor detonou: "Demos outra lição de dignidade ao império norte-americano, 
é
outra derrota para o império de "mister Danger (Senhor Perigo)".

Mr Danger é o apelido pelo o qual se refere ao presidente norte-americano, 
George W.
Bush, depois de dedicar sua vitória ao povo de Cuba e ao seu amigo Fidel Castro.


Mais informações no Blog Alerta Total

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Por Jorge Serrão

Desaba, tecnicamente, o mito da eleição eletrônica 100% segura, cantado em versa e prosa pelo Tribunal Superior Eleitoral. Tais sistemas de votação são mesmo vulneráveis à adulteração. A constatação é de um rigoroso estudo do Instituto Nacional para Padrões e Tecnologia. Pena que tal entidade seja sediada nos Estados Unidos da América. Seus cientistas advertem que as urnas eletrônicas não devem ser utilizadas nos EUA sem uma cópia de segurança do voto em papel para garantir a apuração correta.

Os norte-americanos apenas ratificam o que vêm denunciando, há anos, o fórum do Voto Seguro.Org, liderado pelo engenheiro brasileiro Amilcar Brunazo Filho e por engenheiros da Escola Politécnica de São Paulo como Walter Del Pichia. Agora, os cientistas do Instituto Nacional para Padrões e Tecnologia alertaram em relatório que os EUA não devem usar sistemas de telas com toque. A não ser que também imprimam cédulas no papel após a votação, para que eleitores e oficiais da eleição possam garantir que os votos sejam contados corretamente.

O estudo deve encorajar representantes dos Estados norte-americanos a desistirem de tecnologias de votação puramente eletrônicas. A avaliação é de Avi Rubin, cientista computação da Universidade Johns Hopkins, um crítico ferrenho dos sistemas por toque. Já o relatório dos cientistas norte-americanos deixa bem claro sobre os riscos das urnas eletrônicas sem o voto impresso: "Em princípio, um único programador inteligente e desonesto em uma empresa de máquinas de votação pode fraudar a eleição de um Estado inteiro se esse Estado utilizar principalmente apenas um tipo de sistema".

Cobrar para quê?

Viver em País rico, em que o governo tem dinheiro sobrando, é uma maravilha.

O governo deixará de cobrar R$ 14 bilhões e 600 milhões em recursos da dívida ativa.

A grana é considerada irrecuperável pelo Tribunal de Contas.

E Receita Federal, pela primeira vezm divulgou a estimativa de quanto a União deixou de ganhar com a renúncia advinda do horário destinado aos candidatos no rádio e na TV para um ano de eleições.

Foi bagatela de R$ 191 milhões de reais.

Barreira para quê...

Instituída para moralizar o quadro partidário brasileiro, a chamada cláusula de barreira está com os dias contados.

Em sessão marcada para a próxima quinta-feira, o STF irá julgar se a regra fere ou não a Constituição.

O relator do caso é Marco Aurélio Mello, apenas por coincidência, presidente do Tribunal Superior Eleitoral.

A voto de Marco Aurélio, considerando o mecanismo “inconstitucional”, será submetido ao plenário do Supremo, composto por outros dez ministros.

Basta que cinco deles acompanhem o ponto de vista do relator para que a cláusula de barreira vire pó.

Zona geral

Ou seja: no Brasil, não adianta existir lei ou regra.

Elas existem, mesmo, para serem descumpridas ou modificadas, de acordo com a vontade da maioria dos vencedores, é claro!

No Brasil, não existe democracia, que é definida como a “Segurança do Direito”.

Vale a pena investir

Empreiteiras responsáveis por construção de estradas ou reformas de araque nelas, como na operação Tapa Buracos, e empresas de transportes injetaram os recursos na campanha dos 28 parlamentares da comissão da Câmara que elabora leis para o setor.

Sete emendas ao Orçamento da União, que partiram desse grupo, garantiram R$ 98 milhões para recuperação de rodovias e outras obras.

Com certeza, tal fato é apenas mais uma mera coincidência de nosso processo democrático de merda.

Chávez de novo...

Em mais um pleito com urnas eletrônicas, o presidente Hugo Chávez foi o grande vencedor do pleito venezuelano de domingo, reelegendo-se por mais seis anos com a promessa de aprofundar sua "revolução socialista" e de seguir combatendo o "imperialismo norte-americano".

O triunfo do "Comandante" é uma má notícia para Washington, que o considera uma influência negativa para o continente.

O vencedor detonou: "Demos outra lição de dignidade ao império norte-americano, é outra derrota para o império de "mister Danger (Senhor Perigo)".

Mr Danger é o apelido pelo o qual se refere ao presidente norte-americano, George W. Bush, depois de dedicar sua vitória ao povo de Cuba e ao seu amigo Fidel Castro.

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