Esse tipo de ofensiva da carcomida e decadente  'direita' norte-americana não 
vai dar em nada.

O futebol (soccer) não pode ser uma influência estrangeira já que os EUA são 
uma nação formada por "estrangeiros". Já começa por aí...

Ninguém segura a escalada do futebol na terra de Uncle Sam e manifestações 
dessa natureza vão terminar como a klu-klux-klan que, se ainda existe, ninguém 
nunca mais ouviu falar.

Cada vez mais a direita americana perde terreno e força diante das novas 
gerações principalmente ante opiniões caretas e sem sentidos como estas aí 
embaixo.

Varei-te! 




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22/06/2010 - 19h19
EUA jogam para classificação e para irritar mais sua direita 
conservadora
Do UOL Esporte
Em São Paulo
O futebol é uma ideologia estrangeira que quer destruir a 
singularidade da cultura norte-americana. Os comentaristas conservadores dos 
EUA querem mais é que o USA Team seja eliminado logo na primeira 
fase. Tudo porque são contrários a entrada do esporte mais popular do 
mundo no país mais poderoso do globo.

OS MOMENTOS AMERICANOS
        *  O surgimento EUA no futebol foi em 1950, ao vencer a Inglaterra

        *  Em 1994, a geração Lalas sediou a Copa e foi bem, indo às oitavas

        *  O melhor resultado veio em 2009; 2º na Copa das Confederações

        * GOL NO INÍCIO VIRA "TRAUMA" 
        * FEBRE DE FUTEBOL INVADE OS EUA

“Não importa quantas celebridades o apoiam, quantos bares abrem mais 
cedo, quantos comerciais de cerveja eles veiculam, nós não queremos a 
Copa do Mundo, nós não gostamos da Copa do Mundo, não gostamos do 
futebol e não queremos ter nada a ver com isso”, declarou Glenn Beck, 
cuja opinião tem vaga cativa na Fox News, canal que sustentou a ferro e 
fogo a gestão do republicano George W. Bush e é opositora ao governo 
democrata de Barack Obama.
Beck chegou a comparar o futebol com o plano de assistência médica 
que Obama implantou no país. “O resto do mundo gosta de futebol, nós 
não. O resto do mundo gosta das políticas do Obama, nós não.”
A fúria da direita também se sente na voz elitista de Dan Gainor, 
analista do Media Research Center. “O futebol é um jogo de pobre. A 
esquerda está impondo o ensino de futebol nas escolas americanas, porque a 
América está ficando bronzeada”, escreveu, associando a popularidade 
do futebol acima do rio Grande com a crescente migração dos mexicanos 
para os EUA.
A teoria da conspiração encontrou eco em Matthew Philbin, ideólogo do centro de 
pesquisas de direita Culture and Media Institute. “A mídia 
liberal sempre se sentiu desconfortável com o fato de sermos únicos 
entre as nações, sermos líderes; e os esquerdistas são contra nossa 
rejeição ao futebol, da mesma maneira que são contra nossa rejeição ao 
socialismo”, fez a analogia, incomodado com a audiência dos jogos da 
Copa serem maiores que as finais da NBA, a típica e norte-americaní ssima liga 
local de basquete.
“O que aconteceu com a singularidade dos Estados Unidos da América do Norte? 
Este esporte foi criado por índios sul-americanos, que, em vez 
de bola, jogavam com a cabeça de seus inimigos”, afirmou o radialista e 
ex-agente do FBI G. Gordon Liddy, confundindo a origem do futebol 
(Inglaterra) e as histórias de sacrifício humano das tribos  da América 
Central e do Norte com as da América do Sul.
O radialista Mark Belling também entrou no coro contrário ao futebol. “Estão 
querendo enfiar goela abaixo essa modalidade. Mas não vou reagir criticando, 
porque os liberais agem da mesma forma de quando você 
insulta o cabelo de um senador do Partido Democrata. Não vou dar essa 
chance a eles.”
Nesta quarta, os invictos EUA enfrentam a Argélia e podem até se 
classificar em primeiro de seu grupo. Mas vão ter uma forte torcida 
contrária dentro de suas fronteiras.



 


      

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