Segundo o meu ponto de vista, a restricao so implica que nenhum cidadao dos EUA pode levar aos paises banidos copias do sistema operacional nem xos. Agora, porque e que o governo da Cuba nao ia poder comprar os xos directamente a Quanta (Taiwan) e, uma vez estes estiverem la, atualizar o SO quantas vezes quiserem?
O escrito em Slashdot e em br-linux tem muitas inexactidoes e algumas simples mentiras. Espero que as criancas do futuro saibam ser mais criticos com o que lhes dizem do que nos. On Fri, 2007-06-29 at 13:59 -0300, Jaime Balbino wrote: > Veja a polêmica abaixo. > > Não sei se o Fedora mantem repositórios para acesso a conteúdo sem > embargo, como faz o projeto Debian. Se você for americano você não > pode disponibilizar determinados programas considerados "perigosos" > para países embargados pelos EUA. Mas se você não for americano pode > acessar sem dor na consciência estes repositórios em Cuba ou qualquer > outro país. > > Se não tiver como desenvolver oficialment para o Sugar sem estas > restrições a países embargados pelos EUA, a opção será investir em um > sistema operacional alternativo também adaptado ao XO e que não se > submeta a política norte-americana. > > Espero que esta história se esclareça rapidamente. Imaginem se o XO > não puder ser oferecido para Cuba, Síria, Irã, Venezuela... Qual seria > o sentido de tanto trabalho? > > Um abraço, > Jaime. > > > > > Slashdot: Nada de OLPCs para Cuba > www.br-linux.org - Publicado em Sex, 29/06/2007 - 11:05 :: Governos | > Mercado > > Segundo o Slashdot, em um movimento que vem passando desapercebido > pelos desenvolvedores, o projeto OLPC agora requer que todas as > submissões sejam abrigadas no projeto Fedora. Embora tenha muitas > vantagens, há implicações dignas de nota. A primeira é que os autores > precisam assinar o acordo de licença de desenvolvedor individual do > projeto Fedora. Ao ser levado a submeter aos repositórios do Fedora > suas contribuições ao OLPC, elas automaticamente caem sob a legislação > de comércio exterior dos EUA. Assim, nada de OLPC para Cuba, Síria, > etc. - mesmo que o equipamento seja produzido e vendido por indústrias > de outros países. > > Saiba mais (linux.slashdot.org). > > Atualização: segundo comentário de Eduardo Padoan, um integrante do > projeto afirma que as restrições a Cuba e outros países já existiam > antes da migração para os repositórios do Fedora e à conseqüente > necessidade de assinatura de termos de licença pelos desenvolvedores. > _______________________________________________ Brasil mailing list [email protected] http://lists.laptop.org/listinfo/brasil
