http://directory.fedoraproject.org/wiki/Download
Segundo o item (c) ninguém pode re-exportar. Só não sei até onde isso sobrepõe as licenças dos software, no caso de uma GPL por exemplo, como pode ela ser sobreposta por essa restrição: http://www.fsf.org/licensing/licenses/info/GPLv2.html Dá-se a entender então que se eu pegar o código hospedado no Fedora e modificá-lo (uma linha de comentário por exemplo), isso seria permitido segundo a licença pois eu o manteria livre e seria outro código, então poderia ser exportado para qualquer lugar, ou ainda a licença GPL pode restringir isso (isso porque não li por inteiro as outras licenças usadas) On 7/1/07, Tomeu Vizoso <[EMAIL PROTECTED]> wrote: > Segundo o meu ponto de vista, a restricao so implica que nenhum cidadao > dos EUA pode levar aos paises banidos copias do sistema operacional nem > xos. Agora, porque e que o governo da Cuba nao ia poder comprar os xos > directamente a Quanta (Taiwan) e, uma vez estes estiverem la, atualizar > o SO quantas vezes quiserem? > > O escrito em Slashdot e em br-linux tem muitas inexactidoes e algumas > simples mentiras. Espero que as criancas do futuro saibam ser mais > criticos com o que lhes dizem do que nos. > > On Fri, 2007-06-29 at 13:59 -0300, Jaime Balbino wrote: > > Veja a polêmica abaixo. > > > > Não sei se o Fedora mantem repositórios para acesso a conteúdo sem > > embargo, como faz o projeto Debian. Se você for americano você não > > pode disponibilizar determinados programas considerados "perigosos" > > para países embargados pelos EUA. Mas se você não for americano pode > > acessar sem dor na consciência estes repositórios em Cuba ou qualquer > > outro país. > > > > Se não tiver como desenvolver oficialment para o Sugar sem estas > > restrições a países embargados pelos EUA, a opção será investir em um > > sistema operacional alternativo também adaptado ao XO e que não se > > submeta a política norte-americana. > > > > Espero que esta história se esclareça rapidamente. Imaginem se o XO > > não puder ser oferecido para Cuba, Síria, Irã, Venezuela... Qual seria > > o sentido de tanto trabalho? > > > > Um abraço, > > Jaime. > > > > > > > > > > Slashdot: Nada de OLPCs para Cuba > > www.br-linux.org - Publicado em Sex, 29/06/2007 - 11:05 :: Governos | > > Mercado > > > > Segundo o Slashdot, em um movimento que vem passando desapercebido > > pelos desenvolvedores, o projeto OLPC agora requer que todas as > > submissões sejam abrigadas no projeto Fedora. Embora tenha muitas > > vantagens, há implicações dignas de nota. A primeira é que os autores > > precisam assinar o acordo de licença de desenvolvedor individual do > > projeto Fedora. Ao ser levado a submeter aos repositórios do Fedora > > suas contribuições ao OLPC, elas automaticamente caem sob a legislação > > de comércio exterior dos EUA. Assim, nada de OLPC para Cuba, Síria, > > etc. - mesmo que o equipamento seja produzido e vendido por indústrias > > de outros países. > > > > Saiba mais (linux.slashdot.org). > > > > Atualização: segundo comentário de Eduardo Padoan, um integrante do > > projeto afirma que as restrições a Cuba e outros países já existiam > > antes da migração para os repositórios do Fedora e à conseqüente > > necessidade de assinatura de termos de licença pelos desenvolvedores. > > > > _______________________________________________ > Brasil mailing list > [email protected] > http://lists.laptop.org/listinfo/brasil > _______________________________________________ Brasil mailing list [email protected] http://lists.laptop.org/listinfo/brasil
