Trabalho apresentado por DICK BIERMAN da Universily, of Utrecht and Amsterdam. Com o tema: A n�o replica��o � uma caracter�stica b�sica de PSI?
Gerou uma importante pol�mica entre os participantes da conven��o, defendendo a n�o replicabilidade de Psi. Devido � sua natureza, Psi conecta eventos que normalmente n�o se conectariam e isto viola um princ�pio b�sico da replica��o, o qual indica que experimentos sucessivos devem ser independentes uns dos outros.
O modelo do balanceamento prev� a interconex�o dos experimentos no sentido de que um desvio gerado por um experimento seria compensado pelo resultado diferente do outro experimento; isso conduziria � perspectiva da n�o replicabilidade como caracter�stica fundamental de Psi. O efeito psicol�gico do experimentador nos experimentos Psi � considerado como tendo uma fun��o principal em rela��o aos resultados; por�m mesmo que todos os sujeitos recebam uma mesma motiva��o por parte do pesquisador, os resultados Psi n�o podem ser previstos. Por outro lado a desmotiva��o dos pesquisadores poderia explicar o decl�nio dos resultados de estudos com DMILS e DMT, mas isso n�o � v�lido para as pesquisas Ganzfeld.
Outros experimentos j� efectuados, que BIERMAN comentou, teorias de Psi - Teoria Observacional (TO) e Teoria dos Sistemas von Lucadou - que indicam que um experimento n�o seria igual a outro, mesmo que as condi��es psicol�gicas possam ser replicados identicamente. O n�mero de observadores e as suas atitudes psicol�gicas depois do t�rmino do experimento na TO e fechamento organizacional na teoria dos sistemas, s�o vari�veis cruciais e no entanto n�o podem ser controladas.
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Fernando De Matos:
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