[Do lat. replicare.]
V. t. d.
1. Combater com
argumentos; contestar, refutar, redarg�ir: 2
2.
Dizer como r�plica, ou como explica��o: 2
3. Fazer
r�plica, c�pia, reprodu��o de; reproduzir.
V. t. i.
4.
Responder a obje��es ou respostas de outrem; retorquir, redarg�ir: 2
V. int.
5. Responder aos argumentos de outrem; retorquir,
redarg�ir: 2
6. Acusar em r�plica (5): 2
Algu�m poderia "traduzir" o
assunto?
Eu solicitaria ao remetente que ao
usar a l�ngua Portuguesa fosse mais claro!
Ser erudito n�o quer
necessariamente ser claro. Por favor, sejam mais simples na linguagem para que
possamos nos entender!!!
----- Original Message -----
Sent: Saturday, May 20, 2000 1:18
PM
Subject: [CLAP-PT] A n�o replica��o em
PSI
Trabalho apresentado por DICK BIERMAN da Universily,
of Utrecht and Amsterdam. Com o tema: A n�o replica��o � uma
caracter�stica b�sica de PSI?
Gerou uma importante pol�mica entre os participantes da
conven��o, defendendo a n�o replicabilidade de Psi. Devido � sua natureza, Psi
conecta eventos que normalmente n�o se conectariam e isto viola um princ�pio
b�sico da replica��o, o qual indica que experimentos sucessivos devem ser
independentes uns dos outros.
O modelo do balanceamento prev� a interconex�o dos
experimentos no sentido de que um desvio gerado por um experimento seria
compensado pelo resultado diferente do outro experimento; isso conduziria �
perspectiva da n�o replicabilidade como caracter�stica fundamental de Psi. O
efeito psicol�gico do experimentador nos experimentos Psi � considerado como
tendo uma fun��o principal em rela��o aos resultados; por�m mesmo que todos os
sujeitos recebam uma mesma motiva��o por parte do pesquisador, os resultados
Psi n�o podem ser previstos. Por outro lado a desmotiva��o dos pesquisadores
poderia explicar o decl�nio dos resultados de estudos com DMILS e DMT, mas
isso n�o � v�lido para as pesquisas Ganzfeld.
Outros experimentos j� efectuados, que BIERMAN comentou, teorias de Psi
- Teoria Observacional (TO) e Teoria dos Sistemas von Lucadou - que
indicam que um experimento n�o seria igual a outro, mesmo que as condi��es
psicol�gicas possam ser replicados identicamente. O n�mero de observadores e
as suas atitudes psicol�gicas depois do t�rmino do experimento na TO e
fechamento organizacional na teoria dos sistemas, s�o vari�veis cruciais e no
entanto n�o podem ser controladas.
Fonte: RPP n.� 59.
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