----------------------------------------------- Lista: dtoambiental (Fique atento: dicas no rodape!) Mensagem enviada por: "Elida Seguin" <[EMAIL PROTECTED]> ---------------------------------------------- Acho que faltou o lixo hospitalar. Achei a not�cia um absurdo. Entendo que catadores s�o agentes urbanos cuja dignidade deve ser resguardada. Reciclar � uma quest�o ambiental de grande relev�ncia. Vou divulgar a not�cia pois achei realmente ...... Elida S�guin -----Mensagem original----- De: Sidney Grippi <[EMAIL PROTECTED]> Para: REDE AMBIENTE - BRASIL <[EMAIL PROTECTED]>; REDE AMBIENTE - RJ <[EMAIL PROTECTED]>; Rede CTA Business <[EMAIL PROTECTED]>; REDE DE DIREITO AMBIENTAL <[EMAIL PROTECTED]> Data: Domingo, 2 de Janeiro de 2000 13:10 Assunto: [DTOAMBIENTAL] lixo atormenta e reduz qualidade de vida >----------------------------------------------- >Lista: dtoambiental (Fique atento: dicas no rodape!) >Mensagem enviada por: "Sidney Grippi" <[EMAIL PROTECTED]> >---------------------------------------------- > > >Segue mensagem abaixo sobre situa��o da reciclagem em SC. Como foi distribuida as redes de EA, estou retransmitindo para esta lista pois achei a experi�ncia importante para discuss�o, principalmente sobre o aspecto do lixo agr�cola, um problema que aflige mais os estados do sul. >Cordialmente, >Sidney Grippi >Bi�logo / Rio de Janeiro >e-mail: [EMAIL PROTECTED] > >************************************** >---------- > Date: S�bado, 1 de Janeiro de 2000 14:25:54 > From: Gert R. Fischer > To: REDE EDUCA��O AMBIENTAL ERJ; REDE EDUCA��O AMBIENTAL DIST�NCIA > Cc: REDE AGENDA 21 > Subject: [agenda21br] Re: [rede-ea-rj] lixo atormenta e reduz qualidade de > vida > > Prezados amigos das redes > > este computador foi alocado pela rits/rest para a FUNDA��O SOS EUTERPE EDULIS(palmito) e dever� fazer parte dos dialogos de redes conforme nosso compromisso com a sociedade brasileira que o > financiou atraves do Ministerio de Ciencia e Tecnologia: > > DISCUSS�O SOBRE LIXO > > Quero apresentar aos membros da rede que o lixo urbano tem tres vertentes: > Lixo urbano dom�stico > Lixo urbano industrial > Lixo rural principalmente composto por embalagens vazias de agrot�xicos e restos de pesticidas quimicos e biologicos. > > Dando continuidade ao lixo urbano dom�stico gostaria de informar ao companheiros da rede a situa��o em SC: > Joinville � o �nico municipio a gerenciar regularmente o lixo urbano. Opera um aterro ha 20 anos. Est� com a capacidade totalmente ocupada e est� ampliando mais 20 hectares para dar continuidade ao processo que preve a > coleta de 350 toneladas dia. > A coletividade atrav�s da coordena��o de uma eco-ONG, est� tentando fazer a coleta seletiva mas a municipalidade ainda n�o se apercebeu da importancia do projeto. O prefeito, ex ministro de Ciencia e Tecnologia, est� com o projeto nas m�os e foi lhe solicitado em principios de Dezembro de l999 que liberasse a empresa ENGEPASA que realiza a coleta, transporte e aterramento das totais 350 t/dia, para iniciar a coleta seletiva do lixo urbano. > Em Joinville n�o � permitido pelo municipio a coleta seletiva. N�o � permitido a catadores ou recicladores acessarem a �rea de recep��o das 350 toneladas dias. O contribuinte paga R$ 47,00/t. para enterrar um lixo que > tem valor na coleta seletiva que varia entre R$ 50,00/toneladas para o vidro, at� R$ 1.300,00/ton para o aluminio. > Na cidade operam na clandestinidade 300 catadores de lixo previamente catalogados e mais 150 est�o ensaiando entrar na coleta seletiva. 5 empresas compram todo o lixo coletado pelos carrinheiros - catadores que varia em > m�dia entre R$ 40,00 a R$ 60,00 a tonelada. Cada empresa coordena entre 30 e 60 carrinheiros, alem de coletarem essas empresas os residuos classe 3 dos parques industriais. > Todo o lixo coletado � novamente reciclado, separado por categorias, prensado e enfardado. Essa materia prima � enviada para mais de 20 industrias catarinenses que operam na recupera��o do lixo transformando-o novamente em materia prima de qualidade secund�ria. J� est�o sendo implantados complexos industriais para recuperar reciclados transformando-os em materia prima de primeira classe. > Outras industrias ja se instalaram para trabalhar essas mat�rias primas oriundas da reciclagem transformando-as em travesseiros, fios, cordas, sacolas plasticas para lixo, canos e dutos para fia��o eletrica, etc. > Existem na cidade duas prensas para latas de aluminio que desta forma compactam o metal para aproveitamento maximizado nas fundi��es da cidade. > Duas fundi��es de aluminio aproveitam todo o aluminio coletado na cidade e o tranforma em lingotes de alta qualidade. > 11 pequenas empresas coletam residuos das tecelagens e industrias de confec��o de Joinville e os transformam e estopas costuradas e estopas desfiadas. Os tecidos de maior tamanho s�o encamhados para cooperativas de > costureiras que produzem pe�as de roupas com retalhos muito procurados pelas pessoas de menor renda e poder aquisitivo. > > Ao projeto RECICLAR JOINVILLE coordenado pela APREMA-SC aderiram 6 empresas e uma prestadora de servi�os que atualmente opera na coleta, transporte e deposi��o em aterro municipal. O projeto ja conta com um caminh�o novo equipado com uma carroceria de aluminio, e dois motoristas que se prop�e a operar t�o logo o prefeito Luiz Henrique da Silveira ofere�a uma declara��o que n�o ir� colocar nenhum obst�culo para que a APREMA-SC possa iniciar com a coleta seletiva na cidade em parceria com a ENGEPASA. > Enquetes realizadas pela ENGEPASA ( 100 telefonemas dia comprovam que o projeto tem a aceita��o por mais de 95% da popula��o.) A APREMA-SC est� pedindo o apoio da comunidade solidaria e do terceiro setor, para que enviem mensagens para a prefeitura municipal de Joinville - PREFEITO LUIZ HENRIQUE DA SILVERIA para que autorize ( sem qualquer �nus para a Prefeitura de Joinville ) imediatamente, o inicio da coleta seletiva, n�o obstacularizando juridicamente ou atrav�s de impostos especiais essa atividade ecologicamente corretA prevista inclusive na AGENDA 21 ELABORADA PELO MUNICIPIO. > O projeto reciclar Joinville pretende em 6 meses estar coletando com 6 caminh�es e cobrindo todo a cidade de 450.000 habitantes aproximadamente 250 toneladas mes de lixo na coleta seletiva. > O projeto preve para os 350 carrinheiros e seus familiares (que hoje ja movimentam mais de R$ 1.800.000,00 anuais) programas de assistencia social, educacional e sanit�ria. > O esfor�o dos 350 carrinheiros � taxado pelo Governo de Santa Catarina com 27,5% de ICMS, no momento em que o material reciclado deixa as empresa de reclassifica��o com destino as industrias que o beneficiam. O ESTADO TIRA ASSIM O SANGUE DOS COLETADORES DE LIXO, que desta forma s�o prejudicados em sua remunera��o pela coleta seletiva que realizam. Em paises inteligentes onde os povos tem governos participativos, n�o se > cobra imposto sobre lixo, muito pelo contrario, financiam-se a fundo perdido projetos como o RECICLAR JOINVILLE, que est� pleiteando do IAF - Interamerican Foundation dos EEUU, soma de R$ 600.000,00 para assisitir > nossos carrinheiros. > > Por esse e outros motivos ( que n�o conv�m aqui expor por quest�es estrat�gicas), os projetos de reciclagem e coletas seletivas no Brasil n�o deslancham. > > Mais informa��es sobre o projeto RECICLAR JOINVILLE, est�o disponiveis para quem os solicitar. Temos tambem uma resenha completa sobre a situa��o do lixo dom�stico, industrial e de agrot�xicos em todos os municipios de SC. Este trabalho est� a disposi��o por R$ 30,00. Quem desejar recebe-lo dever� manter contato com a Senhora Angela na APREMA-SC no fone 0 # # 47 4224874. > > > Atenciosamente > > Gert Roland Fischer-Eng. Agr.- > Coordenador do Projeto RECICLAR JOINVILLE > Auditor ambiental certificado pelo EARA > Premio Global 500 - onu unep-1989 > >*************************************** > > -----Mensagem original----- > De: Sidney Grippi <[EMAIL PROTECTED]> > Para: REDE EDUCA��O AMBIENTAL DIST�NCIA <[EMAIL PROTECTED]>; REDE > EDUCA��O AMBIENTAL ERJ <[EMAIL PROTECTED]> > Cc: REDE AGENDA 21 <[EMAIL PROTECTED]> > Data: S�bado, 1 de Janeiro de 2000 15:33 > Assunto: [rede-ea-rj] lixo atormenta e reduz qualidade de vida > > >Conforme muito bem colocado pelo editor Vilmar Berna em seu artigo sobre agenda ambiental �s v�speras de elei��es, onde com propriedade menciona que lixo n�o existe, o que existe � um desperd�cio de recursos naturais, � > imprecionante como este problema, cr�nico em nossa sociedade, vem atormentando e reduzindo a qualidade de vida das pessoas. > >Hoje com o aumento da popula��o mundial que tem dobrado a cada 100 anos de acordo com as mais recentes estat�sticas, no pr�ximo s�culo poderemos chegar a marca assustadora de 16 bilh�es de pessoas na terra. Com este > crescimento populacional, vem junto o aumento dos rejeitos na mesma propor��o. No Brasil, o quadro n�o � diferente do resto do mundo. Sabe-se que por dia no Brasil, s�o geradas 100.000 toneladas de lixo, o que eq�ivale > a dizer, que cada brasileiro gera 500 gramas de lixo por dia. De todo este lixo di�rio, somente 1% � destinado para programas sustent�veis como a reciclagem os outros 99% s�o destinados para aterros. Destes 99%, 75% s�o > despejados em lix�es a c�u-aberto o que vem a ser uma verdadeira calamidade sanit�ria que assola nosso pa�s. N�o se estimula ou se estimula muito pouco a reciclagem de materiais em nossa sociedade, de maneira que materiais presentes no lixo virem produtos �teis novamente. � preciso que no Brasil passe a existir programas para reaproveitamento destes tipos de materiais que s�o ainda tratados como "lixo" onde na verdade deveriam ser tratados como mat�ria prima para a produ��o de novos bens. Desta forma, estar�amos evitando esta verdadeira agress�o ambiental que � a expans�o da terra para ser utilizada como aterro, quando n�o assim, despejos a c�u-aberto em verdadeiros e vergonhosos lix�es. O processo de reaproveitamento de materiais presente no que chamamos de lixo, � o in�cio da cadeia do processo da reciclagem. Os �rg�os municipais respons�veis pela coleta do lixo urbano, poderiam dar o exemplo e iniciar o processo da reciclagem de materiais atrav�s da implement! >a��o de atividades pr�ticas e programas de educa��o ambiental. Buscar ajuda em organiza��es n�o-governamentais e > entidades privadas, seria um bom come�o tamb�m. > >O lixo jogado no meio ambiente � um desastre. Desta maneira, a sociedade e as organiza��es n�o-governamentais, devem cobrar efici�ncia do setor p�blico a quem cabe gerenciar corretamente a coleta do lixo urbano. O servi�o > p�blico deve n�o s� destinar adequadamente o lixo para aterros espec�ficos, como tamb�m incentivar programas de coleta seletiva e reciclagem de materiais, apoiando o desenvolvimento do mercado da reciclagem e contribuindo com programas de educa��o ambiental. A baixa efici�ncia da administra��o ambiental em nossos munic�pios, tem sido danosa para o meio ambiente e para a qualidade de vida da popula��o. > > >Sidney Grippi >Bi�logo / Rio de Janeiro >E-mail: [EMAIL PROTECTED] > > > >----------------------------------- >Dicas: >1- D�vidas e instru��es diversas procure por Listas em: >http://www.pegasus.com.br >2- Pegasus Virtual Office >http://www.pvo.pegasus.com.br ----------------------------------- Dicas: 1- D�vidas e instru��es diversas procure por Listas em: http://www.pegasus.com.br 2- Pegasus Virtual Office http://www.pvo.pegasus.com.br
