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Lista: dtoambiental (Fique atento: dicas no rodape!)
Mensagem enviada por: DIREH/DEAPE/DIPAG/SEFOP <[EMAIL PROTECTED]>
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Nobre Colega,
Gert Roland Fischer-Eng. Agr.-
Coordenador do Projeto RECICLAR JOINVILLE
Tentei falar com a senhora Angela da APREMA-SC no fone 0 # # 47
4224874 para obter maiores informa��es sobre o projeto RECICLAR
JOINVILLE, n�o consegui. Mandei um fax para o mesmo n�mero, n�o obtive
resposta. Estou interessado na resenha completa sobre a situa��o do lixo
dom�stico, industrial e de agrot�xicos em todos os municipios de SC.
Agrade�o se puder me ajudar.
Sauda��es,
Jos� Am�rico Bento - JAB
[EMAIL PROTECTED] <mailto:[EMAIL PROTECTED]>
[EMAIL PROTECTED] <mailto:[EMAIL PROTECTED]>
----- Mensagem original -----
De: Elida Seguin [SMTP:[EMAIL PROTECTED]]
Enviada em: Quarta-feira, 5 de Janeiro de 2000 20:57
Para: [EMAIL PROTECTED]
Cc: F�tima UVA
Assunto: Re: [DTOAMBIENTAL] lixo atormenta e reduz
qualidade de vida
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Lista: dtoambiental (Fique atento: dicas no rodape!)
Mensagem enviada por: "Elida Seguin" <[EMAIL PROTECTED]>
----------------------------------------------
Acho que faltou o lixo hospitalar.
Achei a not�cia um absurdo. Entendo que catadores s�o agentes
urbanos cuja
dignidade deve ser resguardada. Reciclar � uma quest�o ambiental de
grande
relev�ncia. Vou divulgar a not�cia pois achei realmente ......
Elida S�guin
-----Mensagem original-----
De: Sidney Grippi <[EMAIL PROTECTED]>
Para: REDE AMBIENTE - BRASIL <[EMAIL PROTECTED]>; REDE
AMBIENTE - RJ
<[EMAIL PROTECTED]>; Rede CTA Business
<[EMAIL PROTECTED]>; REDE
DE DIREITO AMBIENTAL <[EMAIL PROTECTED]>
Data: Domingo, 2 de Janeiro de 2000 13:10
Assunto: [DTOAMBIENTAL] lixo atormenta e reduz qualidade de vida
>-----------------------------------------------
>Lista: dtoambiental (Fique atento: dicas no rodape!)
>Mensagem enviada por: "Sidney Grippi" <[EMAIL PROTECTED]>
>----------------------------------------------
>
>
>Segue mensagem abaixo sobre situa��o da reciclagem em SC. Como foi
distribuida as redes de EA, estou retransmitindo para esta lista
pois achei
a experi�ncia importante para discuss�o, principalmente sobre o
aspecto do
lixo agr�cola, um problema que aflige mais os estados do sul.
>Cordialmente,
>Sidney Grippi
>Bi�logo / Rio de Janeiro
>e-mail: [EMAIL PROTECTED]
>
>**************************************
>----------
> Date: S�bado, 1 de Janeiro de 2000 14:25:54
> From: Gert R. Fischer
> To: REDE EDUCA��O AMBIENTAL ERJ; REDE EDUCA��O AMBIENTAL DIST�NCIA
> Cc: REDE AGENDA 21
> Subject: [agenda21br] Re: [rede-ea-rj] lixo atormenta e reduz
qualidade de
> vida
>
> Prezados amigos das redes
>
> este computador foi alocado pela rits/rest para a FUNDA��O SOS
EUTERPE
EDULIS(palmito) e dever� fazer parte dos dialogos de redes conforme
nosso
compromisso com a sociedade brasileira que o
> financiou atraves do Ministerio de Ciencia e Tecnologia:
>
> DISCUSS�O SOBRE LIXO
>
> Quero apresentar aos membros da rede que o lixo urbano tem tres
vertentes:
> Lixo urbano dom�stico
> Lixo urbano industrial
> Lixo rural principalmente composto por embalagens vazias de
agrot�xicos e
restos de pesticidas quimicos e biologicos.
>
> Dando continuidade ao lixo urbano dom�stico gostaria de informar
ao
companheiros da rede a situa��o em SC:
> Joinville � o �nico municipio a gerenciar regularmente o lixo
urbano.
Opera um aterro ha 20 anos. Est� com a capacidade totalmente
ocupada e est�
ampliando mais 20 hectares para dar continuidade ao processo que
preve a
> coleta de 350 toneladas dia.
> A coletividade atrav�s da coordena��o de uma eco-ONG, est�
tentando fazer
a coleta seletiva mas a municipalidade ainda n�o se apercebeu da
importancia do projeto. O prefeito, ex ministro de Ciencia e
Tecnologia,
est� com o projeto nas m�os e foi lhe solicitado em principios de
Dezembro
de l999 que liberasse a empresa ENGEPASA que realiza a coleta,
transporte
e aterramento das totais 350 t/dia, para iniciar a coleta seletiva
do lixo
urbano.
> Em Joinville n�o � permitido pelo municipio a coleta seletiva. N�o
�
permitido a catadores ou recicladores acessarem a �rea de recep��o
das 350
toneladas dias. O contribuinte paga R$ 47,00/t. para enterrar um
lixo que
> tem valor na coleta seletiva que varia entre R$ 50,00/toneladas
para o
vidro, at� R$ 1.300,00/ton para o aluminio.
> Na cidade operam na clandestinidade 300 catadores de lixo
previamente
catalogados e mais 150 est�o ensaiando entrar na coleta seletiva. 5
empresas
compram todo o lixo coletado pelos carrinheiros - catadores que
varia em
> m�dia entre R$ 40,00 a R$ 60,00 a tonelada. Cada empresa coordena
entre 30
e 60 carrinheiros, alem de coletarem essas empresas os residuos
classe 3
dos parques industriais.
> Todo o lixo coletado � novamente reciclado, separado por
categorias,
prensado e enfardado. Essa materia prima � enviada para mais de 20
industrias catarinenses que operam na recupera��o do lixo
transformando-o
novamente em materia prima de qualidade secund�ria. J� est�o sendo
implantados complexos industriais para recuperar reciclados
transformando-os
em materia prima de primeira classe.
> Outras industrias ja se instalaram para trabalhar essas mat�rias
primas
oriundas da reciclagem transformando-as em travesseiros, fios,
cordas,
sacolas plasticas para lixo, canos e dutos para fia��o eletrica,
etc.
> Existem na cidade duas prensas para latas de aluminio que desta
forma
compactam o metal para aproveitamento maximizado nas fundi��es da
cidade.
> Duas fundi��es de aluminio aproveitam todo o aluminio coletado na
cidade e
o tranforma em lingotes de alta qualidade.
> 11 pequenas empresas coletam residuos das tecelagens e industrias
de
confec��o de Joinville e os transformam e estopas costuradas e
estopas
desfiadas. Os tecidos de maior tamanho s�o encamhados para
cooperativas de
> costureiras que produzem pe�as de roupas com retalhos muito
procurados
pelas pessoas de menor renda e poder aquisitivo.
>
> Ao projeto RECICLAR JOINVILLE coordenado pela APREMA-SC aderiram 6
empresas e uma prestadora de servi�os que atualmente opera na
coleta,
transporte e deposi��o em aterro municipal. O projeto ja conta com
um
caminh�o novo equipado com uma carroceria de aluminio, e dois
motoristas
que se prop�e a operar t�o logo o prefeito Luiz Henrique da
Silveira
ofere�a uma declara��o que n�o ir� colocar nenhum obst�culo para
que a
APREMA-SC possa iniciar com a coleta seletiva na cidade em parceria
com a
ENGEPASA.
> Enquetes realizadas pela ENGEPASA ( 100 telefonemas dia comprovam
que o
projeto tem a aceita��o por mais de 95% da popula��o.) A APREMA-SC
est�
pedindo o apoio da comunidade solidaria e do terceiro setor, para
que enviem
mensagens para a prefeitura municipal de Joinville - PREFEITO LUIZ
HENRIQUE
DA SILVERIA para que autorize ( sem qualquer �nus para a Prefeitura
de
Joinville ) imediatamente, o inicio da coleta seletiva, n�o
obstacularizando
juridicamente ou atrav�s de impostos especiais essa atividade
ecologicamente
corretA prevista inclusive na AGENDA 21 ELABORADA PELO MUNICIPIO.
> O projeto reciclar Joinville pretende em 6 meses estar coletando
com 6
caminh�es e cobrindo todo a cidade de 450.000 habitantes
aproximadamente 250
toneladas mes de lixo na coleta seletiva.
> O projeto preve para os 350 carrinheiros e seus familiares (que
hoje ja
movimentam mais de R$ 1.800.000,00 anuais) programas de assistencia
social,
educacional e sanit�ria.
> O esfor�o dos 350 carrinheiros � taxado pelo Governo de Santa
Catarina com
27,5% de ICMS, no momento em que o material reciclado deixa as
empresa de
reclassifica��o com destino as industrias que o beneficiam. O ESTADO
TIRA
ASSIM O SANGUE DOS COLETADORES DE LIXO, que desta forma s�o
prejudicados em
sua remunera��o pela coleta seletiva que realizam. Em paises
inteligentes
onde os povos tem governos participativos, n�o se
> cobra imposto sobre lixo, muito pelo contrario, financiam-se a
fundo
perdido projetos como o RECICLAR JOINVILLE, que est� pleiteando do
IAF -
Interamerican Foundation dos EEUU, soma de R$ 600.000,00 para
assisitir
> nossos carrinheiros.
>
> Por esse e outros motivos ( que n�o conv�m aqui expor por quest�es
estrat�gicas), os projetos de reciclagem e coletas seletivas no
Brasil n�o
deslancham.
>
> Mais informa��es sobre o projeto RECICLAR JOINVILLE, est�o
disponiveis
para quem os solicitar. Temos tambem uma resenha completa sobre a
situa��o
do lixo dom�stico, industrial e de agrot�xicos em todos os
municipios de
SC. Este trabalho est� a disposi��o por R$ 30,00. Quem desejar
recebe-lo
dever� manter contato com a Senhora Angela na APREMA-SC no fone 0 #
# 47
4224874.
>
>
> Atenciosamente
>
> Gert Roland Fischer-Eng. Agr.-
> Coordenador do Projeto RECICLAR JOINVILLE
> Auditor ambiental certificado pelo EARA
> Premio Global 500 - onu unep-1989
>
>***************************************
>
> -----Mensagem original-----
> De: Sidney Grippi <[EMAIL PROTECTED]>
> Para: REDE EDUCA��O AMBIENTAL DIST�NCIA
<[EMAIL PROTECTED]>; REDE
> EDUCA��O AMBIENTAL ERJ <[EMAIL PROTECTED]>
> Cc: REDE AGENDA 21 <[EMAIL PROTECTED]>
> Data: S�bado, 1 de Janeiro de 2000 15:33
> Assunto: [rede-ea-rj] lixo atormenta e reduz qualidade de vida
>
>
>Conforme muito bem colocado pelo editor Vilmar Berna em seu artigo
sobre
agenda ambiental �s v�speras de elei��es, onde com propriedade
menciona que
lixo n�o existe, o que existe � um desperd�cio de recursos naturais,
�
> imprecionante como este problema, cr�nico em nossa sociedade, vem
atormentando e reduzindo a qualidade de vida das pessoas.
>
>Hoje com o aumento da popula��o mundial que tem dobrado a cada 100
anos de
acordo com as mais recentes estat�sticas, no pr�ximo s�culo
poderemos
chegar a marca assustadora de 16 bilh�es de pessoas na terra. Com
este
> crescimento populacional, vem junto o aumento dos rejeitos na
mesma
propor��o. No Brasil, o quadro n�o � diferente do resto do mundo.
Sabe-se
que por dia no Brasil, s�o geradas 100.000 toneladas de lixo, o que
eq�ivale
> a dizer, que cada brasileiro gera 500 gramas de lixo por dia. De
todo este
lixo di�rio, somente 1% � destinado para programas sustent�veis como
a
reciclagem os outros 99% s�o destinados para aterros. Destes 99%,
75% s�o
> despejados em lix�es a c�u-aberto o que vem a ser uma verdadeira
calamidade sanit�ria que assola nosso pa�s. N�o se estimula ou se
estimula
muito pouco a reciclagem de materiais em nossa sociedade, de
maneira que
materiais presentes no lixo virem produtos �teis novamente. �
preciso que
no Brasil passe a existir programas para reaproveitamento destes
tipos de
materiais que s�o ainda tratados como "lixo" onde na verdade
deveriam ser
tratados como mat�ria prima para a produ��o de novos bens. Desta
forma,
estar�amos evitando esta verdadeira agress�o ambiental que � a
expans�o da
terra para ser utilizada como aterro, quando n�o assim, despejos a
c�u-aberto em verdadeiros e vergonhosos lix�es. O processo de
reaproveitamento de materiais presente no que chamamos de lixo, �
o in�cio
da cadeia do processo da reciclagem. Os �rg�os municipais
respons�veis pela
coleta do lixo urbano, poderiam dar o exemplo e iniciar o processo
da
reciclagem de materiais atrav�s da implement!
>a��o de atividades pr�ticas e programas de educa��o ambiental.
Buscar
ajuda em organiza��es n�o-governamentais e
> entidades privadas, seria um bom come�o tamb�m.
>
>O lixo jogado no meio ambiente � um desastre. Desta maneira, a
sociedade e
as organiza��es n�o-governamentais, devem cobrar efici�ncia do setor
p�blico
a quem cabe gerenciar corretamente a coleta do lixo urbano. O
servi�o
> p�blico deve n�o s� destinar adequadamente o lixo para aterros
espec�ficos, como tamb�m incentivar programas de coleta seletiva e
reciclagem de materiais, apoiando o desenvolvimento do mercado da
reciclagem e contribuindo com programas de educa��o ambiental. A
baixa
efici�ncia da administra��o ambiental em nossos munic�pios, tem
sido danosa
para o meio ambiente e para a qualidade de vida da popula��o.
>
>
>Sidney Grippi
>Bi�logo / Rio de Janeiro
>E-mail: [EMAIL PROTECTED]
>
>
>
>-----------------------------------
>Dicas:
>1- D�vidas e instru��es diversas procure por Listas em:
>http://www.pegasus.com.br
>2- Pegasus Virtual Office
>http://www.pvo.pegasus.com.br
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Dicas:
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