essa carta mostra o estado de guerra civil que estamos vivendo. Contra a violência, mais violência. Foi assim que todas as grandes atrocidades humanas vivenciadas até hoje começaram. Pena que, apesar de racionais, nunca aprendemos com a história. Deplorável !
 
Raul
-----Mensagem original-----
De: Antonio Fernando Pinheiro Pedro <[EMAIL PROTECTED]>
Para: Lista ABAA <[EMAIL PROTECTED]>
Cc: [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>
Data: Sexta-feira, 3 de Março de 2000 08:51
Assunto: [DTOAMBIENTAL] En: Carta contra o Crime

Gente,
Observem o impacto antropo-ambiental contido nessas estatísticas...
Na próxima eleição, vou exigir EIA-RIMA dos candidatos que se apresentarem...
AFPP
 
-----Mensagem original-----
De: . <[EMAIL PROTECTED]>
Para: [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>
Data: Quinta-feira, 2 de Março de 2000 23:17
Assunto: Carta contra o Crime

 
.

Amigas/os:

Eis uma excelente carta publicada no Estadão, com uma sólida argumentação e dados estarrecedores sobre o crime em SP:

Estado de S Paulo

22 de fevereiro de 2000

Fórum dos Leitores

12 mil assassinados na SP de Covas

Assim que o nosso Governador acredita que os cidadãos e empresários deixam o Estado unicamente porque aparentemente recebem rios de dinheiro doado pelos colegas dele além-fronteiras, caso se mudem para outros Estados.

O Sr Covas faria bem em refletir o que significam  os 12 mil paulistas assassinados por ano:

É um em cada 2.750 cidadãos do Estado ou um de cada 2.166 Paulistanos.

Num Morumbi lotado, pode-se prever que 55 dos assistentes não estarão lá no próximo ano, integrando  estatísticas de violência. Ou que uma de cada 440 famílias co-habitantes poderá retirar um dos seus membros do IML depois de extraídas as balas do seu corpo. Ou que, a cada 10 anos, é quase certeza de cada um enterrar amigo ou parente falecido desta maneira.

Porque será que os 82 mil Policiais Militares do Estado não conseguem dar conta do recado? Bom, temos que considerar que a sangria deste grupo é dez vezes pior: um de cada 234 PMs morre assassinado num ano e o grupo dos feridos é um em 25. Deve ser até impossível repor essa perda com pessoas adequadamente treinadas e dispostas a aceitar o risco, bem superior ao que correm os combatentes em zonas de guerra.

Sr Covas, quem tem a possibilidade, simplesmente DEVE deixar São Paulo. Situação parecida foi vivida pelos  milhões de emigrantes que deixaram as suas terras e não foi por outro motivo que estamos aqui eu e milhões de paulistas, e tal vez até o Sr.

Hoje, a única coisa que nos protege dos assassinos são as nossas armas –e justamente estas nos querem tirar.  Vai entender. É despiste dos grossos que não engana ninguém.

Frank Sarnighausen
[EMAIL PROTECTED]

SoFqaVÉN!

DIVULGUE ESTE e-mail, CONTE A AMIGOS.
  >
ENCAMINHE. RE-ENVIE. FORWARD.
 
 

--

   Rafael Moura-Neves MAM BHist
 

Responder a