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Prezados Senhores,
Meu computador vai parar de funcionar. Todo dia chega
informações sobre vazamento de óleo. Já está
vazando óleo no leitor de CD.
Será que ninguém consegue por a Petrobrás
no seu devido lugar. O BANCO DOS RÉUS.
Meus Deus, é uma vergonha.
No Rio, no ES, em SP, PR em cada canto que ela está,
tem um vazamento e é sempre a mesma história.
Estamos a um dia do Dia Mundial das Águas e é
sempre lá que vaza.
E ainda querem comemorar 500
anos. De que????
Sebastião Francisco Alves E-mail: [EMAIL PROTECTED] Tel:
027-973.1250 TelFax: 027-325.1250 (avisar antes)
Aos colegas listeiros e, especialmente, aos membros do
Ministério Público.
MEIO
AMBIENTE Petrobras recebe multa máxima de R$ 92,7
mil da Cetesb e nega prejuízo por erro de
avaliação Vazamento de 7.250 litros de
óleo atinge 17 das 36 praias de Ilhabela
JOSÉ BENEDITO DA SILVA da Folha
Vale
O vazamento de óleo ocorrido no Tebar
(Terminal Marítimo Almirante Barroso), em São
Sebastião, na quinta-feira, já atingiu 17 das 36 praias de
Ilhabela. Ao todo, 7.250 litros de óleo vazaram de um navio-tanque
e não 450 como havia sido divulgado pela Petrobras um dia após
o acidente. A quantidade oficial foi anunciada ontem pela Petrobras
após reunião com representantes da Cetesb (Companhia de
Tecnologia de Saneamento Ambiental). Segundo a Petrobras, a estimativa
inicial foi fornecida pelo navio-tanque Mafra, que pertence à Fronape
(Frota Nacional de Petroleiros) e transportava o óleo. A empresa
afirma que o erro de avaliação não acarretou
prejuízo, já que em qualquer tipo de acidente é
disponibilizado todo o aparato de segurança para conter os danos
ambientais. O acidente é o mais grave envolvendo o Tebar desde
agosto de 98, quando um vazamento de 15 mil litros de óleo do
petroleiro Maruim, da Petrobras, atingiu 31 praias em São
Sebastião e Ilhabela e causou o pior desastre ambiental do
arquipélago em dez anos. O vazamento havia atingido, até
ontem, uma extensão de cerca de 60 km, entre o extremo sul e o
extremo norte de Ilhabela. O município tem 119 km de costa. A
mancha mais distante do terminal, segundo Nivaldo Simões, coordenador
da Defesa Civil de Ilhabela, atingiu ontem a praia de Bonete, a 35 km em
linha reta de distância do Tebar. Devido à distância, a
Petrobras contratou moradores da praia para fazer a contenção
e remoção do óleo. Ventos fortes e o mar agitado
têm dificultado a limpeza -que envolve mais de cem homens da
Petrobras, Cetesb e prefeitura- e ajudado a espalhar o óleo em torno
do arquipélago. Devido ao vazamento, a Petrobras será
multada pela Cetesb em 10 mil Ufesp (Unidade Fiscal do Estado de São
Paulo). A punição é a maior fixada pelo
órgão -em torno de R$ 92 mil- e é a 15ª aplicada
ao Tebar desde 94. Além da multa, a Cetesb decidiu exigir
relatório sobre as causas do vazamento, a quantidade e o tipo de
produto, a estrutura utilizada na contenção,
remoção e limpeza dos locais atingidos, a
destinação dada aos resíduos durante a
operação e as medidas de prevenção
adotadas. Segundo classificação adotada pela ITOPF (sigla
que equivale em português a federação internacional de
armadores que controlam a poluição em tanques
marítimos), o acidente é do nível 2 (médio), que
vai de 7.000 litros de óleo até 700 mil litros. De acordo
com o engenheiro Paulo Roberto Jansen, da Inspetoria Geral da Fronape,
avaliação feita pelo órgão constatou que o
vazamento foi causado por um problema em uma das válvulas da bomba
que transporta o óleo do navio para o terminal. "Fizemos o
último teste no final de fevereiro e não detectamos nenhum
problema no navio", disse o engenheiro, que afirmou que as
investigações sobre as responsabilidades do acidente ainda
não estão encerradas. Um técnico da Fronape
acompanha a embarcação em viagem a Campos para tentar
descobrir porque a válvula deu
problemas.
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