Assim como o Frederico, você define bem o "espírito livre". Muitas vezes caímos em nosso próprio egoísmo e incoerência...
abçs
Jenny

Wagner Saback Dantas escreveu:
On Mon, Nov 16, 2009 at 04:00:38PM -0200, Jenny Horta wrote:
É isso aí Luciana. Concordo com você. Mas gostaria de uma opinião:
esta questão de propriedades, é importante para o usuário leigo como
eu?

Pois não sou desenvolvedora, apenas utilizo. Me adaptei muito bem ao
Ubuntu. Essa pulga atrás da orelha digamos...poderia me morder
também?
Perdoem-me mas não estou entendendo a fundo o problema. Existe o
risco do Ubuntu passar  a ser cobrado? Se não, qual o risco
potencial?

Meu primeiro linux foi DebianBr, mas fiquei muito atrapalhada com
ele, pois saí direto do windows. Acredito que hoje, até poderia
utiliza-lo com mais segurança.

A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida
está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência
egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-nos do sofrimento,
perdemos também a felicidade.”
(Carlos Drummond de Andrade)

Jenny Horta
http://melhorart.blogspot.com
http://escolaedificar.blogspot.com
Linux user:#474916
Ubuntu user: #23036
Acho que a questão da propriedade em torno do software, Jenny, atinge
seriamente qualquer indivíduo que lida com a tecnologia (e.g., o software),
seja qual for o perfil desse indivíduo e o seu nível de relacionamento com a
tecnologia: de mero usuário a engenheiro de software.

Isto porque ao software, a exemplo de tantas outras tecnologias, informáticas
ou não, se delega um papel crítico em nossa sociedade, dita como igualmente da
informação e em direção a uma sociedade do conhecimento. Daí, ao se discutir
sobre software, discute-se também sobre tópicos de valor abrangente como
Desenvolvimento e Justiça Social.

Como Fred salientou noutra mensagem, o debate ultrapassa o escopo técnico.
Fala-se então de Liberdade de Software (Software Freedom), manifestado a nós
por meio do Software Livre e do Código Aberto, como um instrumento público e
coletivo para fomento social. E, por alinhamento, fala-se em ação tendo em
conta essa perspectiva social. Obviamente, da palavra à ação, há uma lacuna de
acordo com os interesses, as expectativas, as limitações, a condição de cada
um. Do meu lado, eu interpreto o fenômeno e faço o esforço (isto é importante:
faço o esforço! Os sonhos são muitos mas não são sempre concretos ou passíveis
de concretização) para estar imerso neste dessa maneira, como uma política, um
direcionamento individual que se alie a um direcionamento público, coletivo,
social. :-)

[]'s,
Wagner.

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