----- Forwarded Message ----
From: Marieta Prata <[email protected]>
To: Made Anna <[email protected]>

Sent: Wed, August 25, 2010 9:22:27 AM
Subject: Re: Disciplina de Software Livre - teleduc

.
Ana e Colegas, 
a notícia abaixo tem a ver com nossa discussão.
Abraços
Marieta

São Paulo, quarta-feira, 25 de agosto de 2010  
 
 

 

Google discute uso de dados de usuários 
Documentos internos mostram que informações seriam instrumentos para ampliar 
ganhos com publicidade 

Memorando sugere à empresa "entrar no jogo" da concorrência; ideias são 
listadas 
como "seguras" e "inseguras"
BRUNO ROMANI
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA 

Como o Google poderia reverter em ganhos financeiros  os dados deixados por 
usuários em cada um dos serviços  da empresa? Documentos internos obtidos pelo 
"Wall  Street Journal" mostram que  a companhia também se faz  essa pergunta.
Os documentos são do final de 2008 e, diz o jornal,  não chegaram às mãos de  
executivos importantes da  empresa. Porém eles mostram o Google preocupado  com 
o mercado de publicidade on-line e com os avanços  da concorrência na 
exploração 
de informações e monitoramento das atividades de  internautas.
Um dos documentos sugere que a empresa "entre no  jogo". Ou seja, que ela 
coloque em prática métodos usados por outras companhias.
Coincidência ou não, em  março do ano passado, o  Google passou a instalar 
cookies nos computadores daqueles que visitam os milhões de sites que contêm  
propagandas em forma de  banner vendidas pela empresa. Cookies são pequenos 
arquivos de texto que podem  ser usados para monitorar as  atividades de quem 
navega  pela internet.
Ao instalar os arquivos e  saber do que você gosta, a  empresa consegue fazer 
com  que as propagandas que aparecem na sua tela sejam muito mais específicas e 
direcionadas. A prática, porém, foi  refutada por muitos anos pelos fundadores 
da empresa  por andar no limite da invasão de privacidade.
Essa resistência atrapalhava os negócios, pois anunciantes buscam 
constantemente 
formas para personalizar propagandas e modos  para medir sua eficiência.

ASSUNTO DELICADO
O documento reconhece a  delicadeza do assunto. Logo  no início, ele diz que a 
personalização de publicidade  tem natureza sensível, pois  os usuários 
poderiam 
interpretá-la "da forma errada".
O memorando, que circulou dentro do Google com o  selo de "confidencial", 
afirma 
que as ideias discutidas  não seriam implementadas  sem considerar seus 
aspectos 
legais.
Posteriormente, as sugestões são listadas como "seguras" e "inseguras".  Uma 
delas propõe que vários serviços do Google, como YouTube, Gmail e  Orkut, 
contribuam com dados que permitam um alto grau de personalização  de 
propagandas.
E elas poderiam "seguir" o  usuário em cada instante da  navegação. Imagine o 
conteúdo de um e-mail sendo  usado para vender produtos  e serviços em cada 
canto que  você visitar na rede.
Outra proposta permitiria  ao internauta fornecer dados  pessoais em troca de 
recompensas financeiras, como o  pagamento de sua conta da  internet.
Procurado pela Folha para comentar o assunto, o  Google emitiu uma nota que  
diz: "A web não existiria no  formato atual sem propagandas relevantes, que 
beneficiam usuários, publishers e  anunciantes. A qualquer hora, existem muitas 
ideias  sendo debatidas energicamente dentro do Google. Isso  é bom porque nos 
ajuda a desenvolver novas ferramentas  inovadoras, como o Ads Preferences 
Manager". 


      
_______________________________________________
Geral mailing list
[email protected]
http://listas.sleducacional.org/listinfo.cgi/geral-sleducacional.org

Responder a