Opa Fred, Nelson Pretto, Tel Amiel, Rafael Pezzi, Ana Cristina e todos,

Como vários disseram, de um jeito ou de outro, talvez seja necessário um
certo enfrentamento institucional... não batendo de frente com o MEC, mas
Hackeando os meios institucionais:

Pra quem já esta na academia, tendo que dar conta de todas as demandas
produtivistas, é continuar usar esses espaços para continuar a produzir as
contra-hegemonias possíveis (como o livro sobre REA, a rádio livre da UFBA
e outras iniciativas que o pessoal já vem tocando.)...

Há um tempinho atrás surgiu aqui uma proposta de transformar esse grupo
numa OS (sei lá o nome para organização social bla bla) pois poderia ter
verba regular para sistematizar e viabilizar os projetos. Na época eu fui
contra, mas os fatos me convenceram que este é um caminho necessário.

Propor dentro dos espaços institucionais (projetos de pesquisa, extensão,
ongs etc) e disputar as verbas oficiais para viabilizar essas
contra-hegemonias que parecem ser consenso dentro do grupo.

Não sei se seria mais ou menos efetivo do que os trabalhos até agora, nem
sei ao certo como viabilizar na prática isso. Mas foi a ideia que me
surgiu agora após essa tempestade de ideias :-)

Como se diz por aí, vamos que vamos... :-)

Sérgio Lima


Consta nas coordenadas do espaço-tempo que...  Nelson Pretto escreveu:
> Opa! bela discussão... salve salve todas e todos. bom 2013!
>
> vou preferir comentar genericamente aqui no inicio da msg do que ir
comentando um por um.
> MIL PERDÕES PELO TAMANHO!
> Já aviso que eu mesmo, desculpem, não dou conta de ler e escrever
tanto... nosso semestre aqui está sendo regular em pleno verão da Bahia,
com um sol maravilhoso... está difícil dar conta de tantas provocações,
de naturezas tão
> distintas!)
>
> 1. acho um absurdo aquela página do MEC indicando gmail e dropbox,
assim, como se isso fosse *natur**alizado*... (eu uso os dois, morro de
medo, mas sei os riscos que corro e, tb eu, não ponho lá minhas
bombásticas propostas
> para transformar o mundo - até ponho mas, risco meu! ou quem sabe, estou
doido que alguém do MEC leia - eh eh eh eh! - talvez seja por isso que
uso essas nuvens!)
>
> 2. Sobre alternativas propostas: não conhecia algumas das ideias que
aqui circularam. Experimentei uma vez o CyanogenMod num HTC...
funcionou, mas lá
> ainda usava o Gmail... o problema aqui é que em quase tudo, como foi
ditopor Frederico ("ao
> invés de fazer um planejamento e deixar as empresas se virarem para
atendê-lo, pega-se o que as empresas têm disponível e monta-se projetos
em cima disso."), na minha modesta opinião, falta planejamento e MUITO
MAIS do
> que isso, falta diálogo.
>
> *O MEC não gosta de ouvir críticas!* E não é esse MEC, não... parece ser do
> DNA MECniano não ouvir...
> Quase todas as propostas são elaboradas com meia duzida de consultores
sem uma maior e mais ampla discussão... É o caminho contrário do que
deveria ser a educação: ampla discussão, aberta, enfrentamento dos
> contraditórios,pesquisas e políticas públicas que fortaleçam
> o sistema e não que amarrem professores, alunos, currículos, materiais,
equipamentos em soluções fixas que, se modificadas numa ou outra
condição, demandam re-iniciar tudo de novo!
> (Fui convidado para uma reunião com o novo Ministro Mercadante, reunião
essa que virou *evento* e, lá chegando, descobri que no tal *evento* que
eu
> estava discutia-se - quer dizer, nem isso! - pedagogia e num outro andar do
> mesmo hotel, definiam-se o hardware dessas tais tabuletas... velha
separaçãode conteúdo e forma... arghhh! escrevi sobre isso no terra:
http://terramagazine.terra.com.br/blogdonelsonpretto/blog/2012/03/09/tablets-computadores-e-a-escola/
>
> tb aqui um pouco sobre o UCA:
> http://terramagazine.terra.com.br/blogdonelsonpretto/blog/2012/08/10/98/
>
>
> 3. digo tudo isso porque penso que temos, sim, que investir em tudo isso
para que as escolas estejam conectadas com todos os tipos de tecnologias
possíveis...
> No caso dos tablets, eles agora são para os professores. Acho ótimo! Não
vejo sentido em falarmos em *tablets educacionais*. Insisto: quem faz
uma tecnologia EDUCACIONAL é um *professor qualificado*. O resto me
parece conversa mole! (lembrem dos PCNs.. um livrão de 950 e picos
páginas.... um guia - sim, meu car@s, *guia curricular*, só não tiveram
coragem de nominá-lo
> assim! - para ser seguido, nada mais! para ser seguido pelo Brasil todo,
tudo igualzinho... Impossível dar certo... e o professor? tendo que ser
preparado a posteriori para "aplicá-lo"!!!
>
> 4. Tablet para professor é para ler, para estudar, para navegar, tuitar,
protestar, para ver email com regularidade, para participar de redes
sociais, para preparar uma aula... para... para fazer tudo aqui que
tod@s nós fazemos sem ter tido cursos...
> Ah, os professores são fracos? São mesmos, e desde quando sabemos disso?
*desde
> sempre!*
> e o que fazemos?! aí está, no meu entendimento, O PONTO! (nota de pé:
esse o que fazemos não é para *nosotros*, aqui! explico a seguir...)
>
> 5. Não faço *mea culpa*, por falta de tempo, por isso ou por aquilo. Não
somos nós daqui, que temos que nos responsabilizar para resolver os
problemas de uma *POLITICA PÚBLICA mal desenhada*... Se desejarem, E NÓS
CONTINUAREMOS COBRANDO (aqui, na mídia, no FISL, na ANPED, no SBIE,
no..., na....) estamos prontos para colaborar, para opinar, para
criticar,  para sugerir soluções que O MEC (e as SECs) TÊM QUE
IMPLANTAR, não nós... Querem
> um sistema para tablets? Contratem as Universidades, parcerias com
empresas, só empresas, grupos de pesquisas etc e tal... (qdo houve
vontade política, fizeram isso para a Tv Digital - lembram do consórcio
entre univ e empresas? maravilhoso! - , e logo logo desmontaram... pq?
pq estava dando
> certo, eh eh eh)
> [O MEC - de novo, desculpem! - tem mania de dizer que ouve meia duzia de
colegas e que com isso fez uma ampla discussão das políticas... lembram
como foi o PCN? pegava meia duzia de dois ou três de cada universidade,
pagava 500 contos por consultoria, depois colocavam algo do tipo:
"amplamente discutidos com as universidades tais e quais"... ai ai ai
ai.. tô cansado disso, colegas!
>
> 6. Nota de pé: estão sabendo que em dezembro passado aconteceu em
Floripa mais uma reunião para discutir/decidir a nova proposta de
formação do PROINFO? quem e quantos estavam lá? porque isso não é mais
amplamente discutido? O que se está fazendo com a formação inicial nas
Faculdade de Educação que coloca no mundo do trabalho essa quantidade
enorme de profes que depois precisam ser novamente formados! sei que
isso é polêmico e já escrevi muito sobre:
> http://www.jornaldaciencia.org.br/imprimir.jsp?id=18808e tenho um texto
mais detalhado aqui
> http://bit.ly/VO1SY8).
> Mais do que isso, existem várias, várias, pesquisas concluídas e
andamento sobre o PROINFO, o UCA e tudo isso... foram discutidas pelos
gestores?! Nada!!!
>
> 7. O problema de tudo, além do já citado, é *a conexão das escolas*...
Com o que temos hoje e com o que os tais PNBL (1, 2, 3 ...n) que
anunciam... esqueçam nuvens, esqueçam tudo... estamos formando aqui na
Bahia profes do UCA e a conectividade das escolas é uma vergonha. Não se
faz nada! Ou pelo menos, muito pouco! Ou temos um investimento forte em
Banda Larga ou babau!
> O Ceará fez um pouco disso...
> Lembram de como foi a implantação da internet no Brasil? O MEC foi o último
> a por grana no negócio, sendo que todos os POPs estavam nas
> universidades... inacreditável, não é?
> Considero que ali tivemos te fato uma política pública consistente,
articuladora do sistema e que deu no deu: temos hj uma internet se não é
a melhor
> do mundo, é de qualidade técnica e de força política significativa (é só
vermos a qualidade das discussões brasileiras no campo da governança, do
marco civil, direito autoral, cultura digital etc e tal!) Ou seja,
formamos,
> de fato, uma massa crítica consistente no campo!
>
> Enfim, o ano está só começando... e a discussão é boa!
>
> Espero não ter abusado demais com tantas palavras e links para outros
textos meus mesmo... perdão por isso, mas foi no intuíto de não repetir
o já dito.
>
> abração a tod@s
>
>
>
> abs
> Nelson Pretto
> ==============================
> Fone UFBA: +55 71 32837205 skype: nlpretto
> Fone Celular: +55 71 8779 1906 (Tim)
> www.pretto.info  identi.ca e twitter: @nelsonpretto
> ==============================
>
>
> Em 7 de janeiro de 2013 11:22, Tel Amiel <[email protected]> escreveu:
>
>> ótima discussão.
>>
>> o mimimi é muito pertinente. não nos cabe somente reagir às chamadas
governamentais. nosso papel não é o de "pesquisar e organizar as
alternativas." isso gera um ciclo pernicioso e já conhecido - o governo
cria programas com motivações pouco educacionais e com mínima consulta
aos
>> usuários finais. os interessados são obrigados a buscar maneiras
"interessantes e criativas" de fazer uso e integrar o que é posto. já
conhecemos esse ciclo (nós e o resto do mundo) e ele tende a terminar
com
>> gente frustrada e equipamentos obsoletos.
>>
>> o programa é muito mal posto e o nosso papel acaba por ser reativo -- toda
>> vez. acho que vale virar o processo de ponta cabeça e pensar em
configurações, atividades e programas educacionais que podem ou (não)
usar
>> o tablet e suas imposições. acho ótima a sugestão de guias que auxiliem o
>> professor e a escola a fazer usos alternativos (MESMO que se imagine
complicado demais para ser feito  no ambiente da escola).
>>
>> feita a compra e definidas as especificações o raio de ação por hora é
menor. temos que continuar trabalhando para mudar a próxima leva de
decisões enquanto trabalhamos de baixo pra cima nas escolas sem aceitar
a
>> imposição de hardware, software ou serviço -- com muito mimimi!
>>
>> abraços - tel
>>
>>
>> On 05/01/2013, at 22:07, Aprendendo Física - wrote:
>>
>> > Olá Frederico e todos,
>> >
>> > Consta nas coordenadas do espaço-tempo que...  Frederico Goncalves
Guimaraes escreveu:
>> >
>> >>>
>> >>> Não é uma exigência do MEC e sim do sistema operacional Android!
>> >>
>> >> Na verdade não. O Android não exige que você tenha conta na Google.
>> Ela
>> >> é necessária caso você queira usar a "lojinha" da Google (a
>> PlayStore)
>> >> e sincronizar com os serviços dela, como agenda e correio
eletrônico. Logo, a indicação do MEC de criação de conta na Google
deveria vir junto com uma explicação que isso é opcional.
>> >
>> > Concordo que deve se informado que a experiência de se usar uma conta
>> no
>> > google melhora a experiência no uso do equipmamento, mas que você
pode viver sem essa conta e procurar serviços alternativos.
>> >>
>> >
>> >> E pra quem acha que só existe aplicativo para Android na PlayStore,
vale a pena conhecer o F-Droid, um projeto que disponibiliza somente
aplicações livres para esse sistema operacional:
>> >>
>> >> http://f-droid.org/
>> >>
>> >> Eles tem um software que funciona na mesma linha da Play, ou seja, é
possível escolher e instalar os programas diretamente por ele e
>> quando
>> >> sai alguma atualização você é avisado.
>> >
>> > Muitos softwares portados do Linux para o Android apareceram primeiro
>> no
>> > F-droid para só depois estarem também no Play, o Octave  (software
>> livre
>> > de cálculo algébrico) é um exemplo.
>> >
>> >>
>> >>>> O tablete do MEC já vem com ferramentas do Google instaladas?
>> >>
>> >> Bom, o CyanogenMod é maduro o suficiente pra mim. E é tão livre que
nem inclui a camada de aplicações da Google (você tem que instalar
na mão se quiser).  :-)
>> >
>> > Ele não tem suporte a todos os hardwares, pois muitas funções de
baixo nível sào implementas por engenharia reversa. E o MEC teria que
ter
>> uma
>> > equipe pra manter uma versão pro hardware que comprou. Seria bom, mas
sabemos que não vai rolar :-)
>> >
>> >
>> >> Ah, mas você pode argumentar que ele não é compatível com a tabuleta
educacional. Bom, o governo abriu licitação para a aquisição desses
equipamentos. Era só colocar que deveria ser compatível com o
CyanogenMod e pronto. A montadora que se vire
>> >
>> >
>> > Ninguém ia oferecer nada! Não é simples desenvolver sua própria
versão android dos fontes!
>> >
>> >>
>> >>> Não atire as pedras agora :-) Eu preferia ter notebooks que
Tabletes (http://psfl.in/61 e http://psfl.in/d1)... mas os Tabletes
estão aí, então é mais produtivo pesquisar e organizar as
alternativas do que ficar só no mimimi :-)
>> >>
>> >> Bom, eu também acho net/notebooks muito mais produtivos em ambientes
educacionais do que tabuletas (tem até um comentário meu na revista
ARede sobre isso), mas o governo insiste em ficar investindo em
>> "moda"
>> >> ao invés de tecnologia. Então dá nisso aí. Se você não tiver uma
infra-estrutura de informática MUITO bem montada nas escolas, as
tabuletas correm um risco de se tornarem um fiasco maior que o UCA
(que, convenhamos, teve problemas justamente porque o governo também
não investiu em infra-estrutura nas escolas e uma capacitação mais
>> bem
>> >> estruturada para os professores).
>> >
>> > Todos concordamos com isso, mas o que podemos fazer além dessa
>> crítica,
>> > quando os dispositivos estiverem na mão dos professores? Bradar
>> palavras
>> > de ordem? :-)
>> >
>> >
>> >>
>> >>>> O MEC recomenda aos professores a utilização do www.dropbox.com?
>> >>>
>> >>> É um sistema maduro e que funciona bem nos mais variados
>> ecossistemas
>> >>> (linux, windows, Mac, Androis IOS). Faz sentido o uso  de disco
virtual para integrar os tabletes aos computadores (pessoais e das
escolas)...
>> >>
>> >> Só porque as escolas não tem infra-estrutura pra lidar com isso. Se
você montasse um ambiente de nuvem nas escolas (usando, por exemplo,
>> o
>> >> OwnCloud citado abaixo, mas existem também outras opções), você
teria um controle muito maior sobre seus dados e arquivos. A questão
é que, ao indicar um serviço de terceiros, o governo joga a
responsabilidade nas mãos do(a) professor(a), uma vez que é ele(a)
quem vai criar a conta e assinar os termos de compromisso. E qual o
nível de
>> capacitação
>> >> desses professores para saber os riscos que eles correm?
>> >
>> > Gente, eu acho que rola uma certa histeria com isso :-) [campo de
>> força
>> > ativar] supostamente você deve usar a nuvem como cópia dos arquivos
>> que
>> > deseja usar profissonalmente.  Se quiser essa mítica privacidade näo
>> use
>> > nada eletrônico, use papel e lápis e vá para as cavernas :-)
>> >
>> >>
>> >>> Uma alternativa livre (tem que configurar e instalar num servidor -
>> o
>> >>> professor médio NÃO VAI FAZER - com cliente para Android é o
>> OwnCloud
>> >>> (
>> http://www.vivaolinux.com.br/artigo/OwnCloud-Crie-a-sua-propria-nuvem-Alternativa-ao-Dropbox/?pagina=2
)
>> >>
>> >> Eu uso e recomendo.  :-)
>> >
>> > Eu uso Dropbox e estou bem satisfeito! Meus planos de dominação do
>> mundo
>> > não estào lá. Só provas, listas, e material de trabalho!
>> >
>> >>
>> >>> A questão é que Tabletes viraram hypes!  E já gastaram uma grana com
>> a
>> >>> compra deles. Se quisermos contribuir de verdade temos que ser
propositivos!
>> >>
>> >> Pois é. Já tentei ser propositivo com um pessoal do MEC que estava
no FISL há alguns anos atrás (por sinal, eles pararam de ir lá,
curioso, né?). Mas não foi uma conversa muito feliz. Então segue
minha proposição para nossos dois grupos aqui (quem sabe tem alguém
do MEC nos monitorando?).  ;-)  Minha proposta é justamente ir na
contra-mão desse hype. Antes de notebook/netbook/tablet/lousa
digital/(ponha sua tecnologia digital preferida aqui) eu acho que o
governo deveria investir na base, ou seja, construir um ambiente
digital sólido para
>> as
>> >> escolas, com (pelo menos) servidores de arquivos e web, de forma a
permitir a independência tecnológica desses locais. A partir daí,
capacitar os professores e, principalmente, estimular as trocas
entre eles (sei que os NTMs e NTEs existem pra isso, mas
infelizmente nem todos cumpre esse papel com maestria).
>> >
>> >
>> > Então seria interessante um documento técnico-político (o que quer
que venha a ser isso) do grupo explicando porque a compra de tabletes
é
>> uma
>> > péssima política pública para a educação e/ou inslusão digital. E
>> quais
>> as
>> > alternativas que poderiam ser viabilizadas com a mesma verba.
>> >
>> > Mas paralelo a isso, textos explicando como o professor médio pode
>> usar
>> > esse dispositivo sem as "garras perniciosas" da Google em contextos
educacionais, que softwares poderiam ser legais e etc.
>> >
>> >
>> >
>> > A partir daí pensar em
>> >> tecnologias móveis. O problema é que infra-estrutura é igual esgoto:
>> é
>> >> importante, mas ninguém vê. Já tabuletas e adjacências são viadutos:
chamam a atenção e todo mundo fica admirado. Adivinha o que aparece
mais no jornal? E qual vai conseguir dinheiro do governo?é
>> >
>> >
>> > A questão é que os dispositivos já foram comprados e já estão
chegando para testes em alguns NTEs e secretarias estaduais, e aí
vamos só
>> bradar
>> > que a infra-estrutra deveria chegar uns 2 anos dos dispositivos?  Não
estou discordando de você, só acho que precisamos ser um pouco mais
pragmáticos!
>> >
>> >>
>> >> Um abraço e até mais.
>> >>
>> >
>> >
>> > Vamos seguindo com nossa tempestade de ideias :-)
>> >>
>> >> Frederico
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>> >> "Liberdade, essa palavra que o sonho humano alimenta, que não há
ninguém que explique e ninguém que não entenda." (Cecília Meireles)
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