Olá Fred, Prof. Slomp e demais colegas!
Vou citar um exemplo do que ocorreu conosco aqui em casa: supostamente somos bem "críticos" em relação a essas novidades tecnológicas, pois fomos aprendendo que muitas delas são absolutamente desnecessárias em nosso dia a dia. No ano passado, em outubro, troquei meu pequeno netbook por um mais possante, Ultrabook e na hora da compra adquiri "promocionalmente no pacote" um tablet Sansung Galaxy de 7" com 3G tim e wifi por 700,00 (atualmente, um modelo similar e com a qualidade dele custa 1.200) Foi o presente de aniversário ideal para meu marido e ela é simplesmente ótima! No natal, resolvi comprar uma dessas baratinhas pra que eu pudesse ler meus e-books e acessar e-mails etc... comprei um modelo da DL....e simplesmente não me serve de nada:a memória é mínima, trava toda hora, até mesmo quando leio pdf salvo no cartão, o 3G não tem modem compatível para nenhuma das operadoras do Brasil...enfim, queimei 300 reais!
Nem consigo me imaginar usando aquele treco com meus alunos!

Portanto, ainda vejo, pelo menos entre as crianças até 12 anos, que são "meu rebanho" que essas tablets não passam de um modismo, pelo menos para o povão brasileiro. Não consegui acessar o link do texto do Rafael Pezzi, que gostaria muito de ler...

Abçs fraternos
Jenny






Em 28-11-2013 09:41, Paulo Francisco Slomp escreveu:

Jenny, fiz uma busca na Internet e encontrei tabuletas com Android 4.0 com muitos recursos e preço de até R$ 279 http://compare.buscape.com.br/proc_unico?id=10232&xro=0&precomax=279,99&ordem=dprec. Mas acho que a discussão não é a questão do preço. No mês de outubro, aqui na lista, enviei uma mensagem sobre o uso das tabuletas na Educação: http://listas.sleducacional.org/pipermail/geral-sleducacional.org/2013-October/009291.html. O texto do Rafael Pezzi aponta no sentido crítico, pois são dispositivos para CONSUMO (consumismo?) de conteúdos. E aponta para as possibilidades de superação do consumo, ampliando os recursos do aparelho: porta USB, teclado e possibilidade de utilização de um sistema operacional Linux (Debian, etc.) instalado em um pendrive: http://curso.rea.ufg.br/rpezzi/analise-do-uso-de-tablets-em-programas-educacionais.pdf. Abraços. Paulo Slomp


Em 28-11-2013 00:12, jennyhorta escreveu:
/Cada um puxa a sardinha para seu lado, mas acho que tablets são mais
limitados em termos de trabalho educacional... Além disso, um bom tablet
ainda é muito caro, Inacessível a maior parte dos alunos, enquanto o
desktop ou até alguns notebooks já são mais acessíveis, não acham?//
/Jenny


Em 27-11-2013 23:50, Paulo Francisco Slomp escreveu:

Tablets são tecnologia da opressão?

Walter Bender em Campinas

Congresso Brasileiro de Informática na Educação, que ocorre de 25 a 29
de novembro de 2013 http://perseus.nied.unicamp.br/joomla.

Walter Bender é fundador e diretor da Fundação Sugar Labs
http://www.sugarlabs.org, uma organização sem finalidade de lucro,
onde projetou o sistema operacional SUGAR, que é utilizado nos
computadores XO da organização OLPC (One Laptop per Child
http://www.laptop.org) Um Computador por Criança.

http://wiki.sugarlabs.org/go/User:Walter

Página pessoal no MIT: http://web.media.mit.edu/~walter.

Baixe o arquivo PDF com os eslaides da apresentação do Walter:
http://www.ufrgs.br/soft-livre-edu/arquivos/cbie-2013-unicamp-bender.pdf

Destaque do Walter para os brasileiros Paulo Freire e Léa Fagundes. E
destaque no eslaide 19 para a tecnologia da opressão: os tablets!

Página fonte do arquivo PDF da apresentação: http://ur1.ca/g3xu6.

Abraços!




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