Distribuições GNU/Linux

Fiz uma busca e encontrei distribuições de software livre religiosas.

SABILY - Versão do Ubuntu criada por e para muçulmanos: 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Sabily.

Versão do Ubuntu para budistas: http://buddhabuntu.8m.net Ubuntu Buddhist Remix.

Versão do Ubuntu para cristãos: http://ubuntuce.com.

Estudos da Bília: http://www.bibletime.info

Software livre para estudo de religião (Torá, Corão, Dharma, Bíblia, etc.): 
http://maketecheasier.com/spiritual-and-religious-software-for-linux.

[Não são religiosas: Open Source Astrology http://www.openastro.org e 
Numerologia http://www.habarbadi.com/numero.]

Procurei mas não encontrei distribuições de matriz afro-brasileira, nem 
kardecistas.

Abraços.

Em 21-08-2014 23:43, Paulo Francisco Slomp escreveu:
> 
> Retransmito duas respostas em uma outra lista de discussão para a minha
> mensagem abaixo.
> 
> ---
> 
> Autor: Aurélio A. Heckert
> 
> Perfeito!
> 
> O pessoal de arte sofre do mesmo mal. Tem gente que tem desenvoltura com
> código e gasta tempo fazendo e mantendo distro usada por meia-dúzia, em
> vez de contribuir com Inkscape, GIMP, Scribus, etc...
> 
> Eu acho que isso vem do mesmo impulso que leva prefeitos a asfaltarem
> ruas em vez de investir no saneamento: Visibilidade.
> 
> É claro que em algum momento histórico foi necessário uma distro
> específica pra isso ou aquilo, e distros específicas ajudam algumas
> pessoas, mas computadores, em geral, são de propósito geral. Aliado a
> isso temos que lembrar que tudo é educacional desde que vc tenha uma
> proposta pedagógica pra isso, então o que é uma distro educacional se
> não uma distro com tudo? Se tem tudo, pq ser específica?
> 
> Tem um ponto que acho que não poderemos escapar. É muito mais fácil
> argumentar pelo SL na escola quando você vem com uma distro
> "educacional". Então, sabendo que a coisa vai ficar assim mesmo pq não
> educaremos esses gestores, pq as distros brasileiras não se fundem?
> 
> Podem manter o logo e a identidade no momento de lançar (um script faria
> isso), mas os pacotes fora da distro mãe ficam num repo comum, os
> scripts são comuns e a infra também.
> 
> Para viabilizar, adiciono uma alternativa que não estava no artigo:
> Repositório extra.
> É difícil fazer seu pacote chegar no repo oficial do Ubuntu e ainda mais
> no do Debian, mas enquanto seu pacote passa pelo processo ele já pode
> existir no repo desta distribuição especializada.
> 
> Normalmente nosso sources.list referencia apenas um repositório, mas
> podemos colocar vários. A distro educacional poderia instalar um
> sources.list com o repo do Debian e o dela mesma. Se ela tiver uma
> versão mais aprimorada de um pacote, basta colocar em seu repo o mesmo
> pacote com uma versão superior. Pacotes ainda não incorporados no Debian
> ficam acessíveis neste repo também. O APT vai trabalhar transparente,
> sem nenhum problema. As atualizações de segurança e novas
> funcionalidades da distro mãe chegarão aos usuários sem os mantenedores
> da distro educacional fazerem nada. :-)
> 
> O Debian tem uma proposta para distros especializadas a bastante tempo,
> de forma que todo possam ganhar juntos:
> https://wiki.debian.org/DebianPureBlends
> https://wiki.debian.org/Simple-CDD
> 
> Meus dois centavos.
> 
> Aurélio A. Heckert (aka Aurium)
> 
> ---
> 
> Autor: Frederico Guimarães
> 
> Olá Aurium e demais,
> 
> Consta no registro AAH20553 do Livro da Grande Teia que
> Aurélio, em 20/08/14 escreveu o seguinte:
> 
>> Perfeito!
> 
> Perfeita foi a sua mensagem.  :-)
> 
> Quero só fazer uns pequenos adendos e comentários.
> 
>> Eu acho que isso vem do mesmo impulso que leva prefeitos a asfaltarem
>> ruas em vez de investir no saneamento: Visibilidade.
>>
>> É claro que em algum momento histórico foi necessário uma distro
>> específica pra isso ou aquilo, e distros específicas ajudam algumas
>> pessoas, mas computadores, em geral, são de propósito geral. Aliado a
>> isso temos que lembrar que tudo é educacional desde que vc tenha uma
>> proposta pedagógica pra isso, então o que é uma distro educacional se
>> não uma distro com tudo? Se tem tudo, pq ser específica?
> 
> Esse é o ponto principal que passa batido. Na verdade muitas pessoas (e
> instituições de ensino) vão pelo caminho contrário. Ou seja, só é
> educacional aquilo que tem esse rótulo. Com isso temos uma proliferação
> de softwares pavorosos, mas como são vendidos como "educacionais", vão
> parar nos computadores de um monte de escolas. Vira e mexe aparece um
> caso assim aqui em BH.
> 
>> Tem um ponto que acho que não poderemos escapar. É muito mais fácil
>> argumentar pelo SL na escola quando você vem com uma distro
>> "educacional". Então, sabendo que a coisa vai ficar assim mesmo pq
>> não educaremos esses gestores, pq as distros brasileiras não se
>> fundem?
>>
>> Podem manter o logo e a identidade no momento de lançar (um script
>> faria isso), mas os pacotes fora da distro mãe ficam num repo comum,
>> os scripts são comuns e a infra também.
> 
> Mas aí o sujeito perde aquilo que você colocou lá em cima:
> visibilidade. Afinal, o chique é você ter uma distro sua. Isso faz de
> você um hacker!!! (só que não, como diria minha sobrinha)  ;-)
> 
> Vaidade, Aurium... Vaidade...
> 
> Aqui em BH nós fizemos isso. A Libertas, que é a distro que usamos nas
> escolas, nada mais é do que uma Debian com um repositório próprio, que
> tem somente os pacotes que nós homologamos (e uns pacotes extras de
> personalização de interface). Quando preciso atualizar algum pacote
> simplesmente pegamos diretamente no repositório oficial. Mantivemos o
> nome só por uma questão de costume por parte das pessoas, mas nossa
> distro tem nome e sobrenome: Libertas Debian GNU/Linux.  :-)
> 
>> O Debian tem uma proposta para distros especializadas a bastante
>> tempo, de forma que todo possam ganhar juntos:
>> https://wiki.debian.org/DebianPureBlends
>> https://wiki.debian.org/Simple-CDD
> 
> Tenho que voltar a estudar o Simple-CDD. Minha experiência anterior com
> ele não foi das melhores...  :-(
> 
> Um abraço e até mais.
> 
> Fred
> 
> ---
> 
> 
> Em 20-08-2014 15:48, Paulo Francisco Slomp escreveu:
>>
>> Distribuições educacionais GNU/Linux
>>
>> "Nova distribuição Linux rápida, segura e moderna! Sei." Fernando Mercês
>> (Novembro de 2013) - http://mentebinaria.com.br/blog#12
>>
>> O autor do texto se manifesta contrário à proliferação de distribuições
>> GNU/Linux. Ao invés de criar uma filha, seria melhor criar ou manter
>> pacotes na distribuição mãe.
>>
>> Na área educacional temos várias distribuições que estão mortas e
>> devidamente sepultadas. Algumas outras estão moribundas há vários anos.
>>
>> Provocação: Kelix, CLASSE-UFSC, Qimo 4 Kids, UberStudent, EduLinux,
>> Ubermix, Pandorga, Educatux, Libertas, Linux Educacional, etc.
>>
_______________________________________________
Geral mailing list
[email protected]
http://listas.sleducacional.org/listinfo.cgi/geral-sleducacional.org

Responder a