Eduardo Canastra wrote: > > > > Leitura longa!
Leitura curta...enquanto isto, o exercito de israel admite que a escola da UN bombardeada NAO era usada pelos terroristas.. http://digg.com/world_news/IDF_officers_admitt_there_was_no_gunfire_from_Gaza_school > > > > Sugestão de leitura em http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/ > <http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/> - artigo do Reinaldo Azevedo > > > > *SIM OU NÃO À EXISTÊNCIA DE ISRAEL? ESSA É A PRIMEIRA QUESTÃO. EU DIGO > "SIM"* > > Reinaldo Azevedo – colunista da Revista Veja > > > > O Hamas rompeu a trégua com Israel — a rigor, nunca integralmente > respeitada —, e aqueles que ora clamam pelo fim da reação da vítima — e > a vítima é Israel — fizeram um silêncio literalmente mortal. Hipócritas, > censuram agora o que consideram a reação desproporcional dos > israelenses, mas não apontam nenhuma saída que não seja o conformismo da > vítima. É desnecessário indagar como reagiria a França, por exemplo, se > seu território fosse alvo de centenas de foguetes. É desnecessário > indagar como responderia o próprio Brasil. O Apedeuta e seus escudeiros > no Itamaraty — que vive o ponto extremo da delinqüência política sob o > comando de Celso Amorim e Samuel Pinheiro Guimarães — aceitam, de bom > grado, que Evo Morales nos tungue a Petrobras, mas creio que defenderiam > uma resposta militar se o Brasil passasse a ser alvo diário de inimigos. > Há dias, Lula afirmou que o Brasil precisa ser uma potência militar se > quiser ser respeitado no mundo. Confesso que, dada a moral ora vigente > no Planalto e na diplomacia nativa, prefiro que o país tenha, no máximo, > aqueles fogos Caramuru, os únicos que, no nosso caso, não podem dar > xabu... Lula merece, no máximo, ter um rojão ou aqueles fósforos > coloridos de São João para brincar. > > > É dever de todo governo defender o seu território e a sua gente. Mas, > curiosamente (ou nem tanto), pretende-se cassar de Israel o direito à > reação. Por quê? **O que grita na censura aos israelenses é a voz > tenebrosa de um silêncio: essa gente é contra a existência do estado de > Israel e acredita que só se obteria a paz no Oriente Médio com a sua > extinção**. Mas falta a essa canalha coragem para dizer claramente o que > pretende. Nesse estrito sentido, um expoente do fascismo islâmico como > Mahamoud Ahmadinejad, presidente do Irã, é mais honesto do que boa parte > dos hipócritas europeus ou brasileiros. Ele não esconde o que pretende. > Aliás, o Hamas também não: o fim da Israel é o segundo item do seu > programa, sem o qual o grupo terrorista julga não cumprir adequadamente > o primeiro: a defesa do que entende por fé islâmica. > > > Será que exagero? Que outra consideração estaria na origem da suposição > de que um país deve se quedar inerme diante de uma chuva de foguetes em > seu território? "Não, Reinaldo, o que se censura é o exagero, a reação > desproporcional". Tratarei desse argumento, essencialmente mentiroso e > de ocasião, em outro post. Neste artigo, penso questões mais profundas, > que estão na raiz do ódio a Israel. Como se considera que aquele estado > é essencialmente ilegítimo, cobra-se dele, então, uma tolerância > especial. Aliás, exigem-se dos judeus duas reações particulares, de que > estariam dispensados outros povos. > > > Como os hipócritas do silêncio consideram que a criação de Israel foi > uma violência, cobram que esse estado viva a pedir desculpas por existir > e jamais reaja. Seria uma espécie de suicídio. Israel faria por conta > própria o que várias nações islâmicas — em grupo, em par ou isoladamente > — tentaram sem sucesso em 1956, em 1967 e em 1973: eliminar o país do > mapa. Dói na consciência e no orgulho dos inimigos do país a constatação > de que ele adquiriu o direito de existir na lei e na marra, na > diplomacia e no campo de batalha. > > > A segunda reação particular guarda relação com o nazismo. Porque os > judeus conheceram o horror, estariam moralmente proibidos de se > comportar como senhores: teriam de ser eternamente vítimas. Ao povo > judeu seria facultado despertar ódio ou piedade, mas jamais temor. > Franceses, alemães, espanhóis, chineses, japoneses e até brasileiros > cometeram ou cometem suas injustiças e violências — e todos esses povos > souberam ou sabem ser impressionantemente cruéis em determinadas > ocasiões e circunstâncias. Mas os judeus?! Eles não!!! Esperam-se > passividade e mansidão pouco importa se são tomados como usurpadores ou > vítimas. A anti-semitismo ainda pulsa, eis a verdade insofismável. > > > Tudo seria mais fácil se as posições fossem aclaradas. Acatar ou não a > legitimidade do estado de Israel ajudaria muitas nações e muitas > correntes político-ideológicas a se posicionar e a se pronunciar com > clareza: "Sim, admito a existência de Israel e penso que aquele estado, > quando atacado, tem o direito de se defender". É o que pensa este > escriba. Ou: "Não! Fez-se uma grande bobagem em 1948, e os valentes do > Hamas formam, na verdade, uma frente de resistência ao invasor; assim, > quando eles explodem uma pizzaria ou um ônibus escolar ou quando jogam > foguetes, estão apenas defendendo um direito". Mas os hipócritas não > seriam o que são se não cobrissem o vício com o manto da virtude. Como > não conseguem imaginar uma solução para alguns milhões de israelenses > que não o mar — e, desta feita, sem Moisés para abri-lo —, então > disfarçam o ódio a Israel com um conjunto pastoso de retóricas > vagabundas: "pacifismo", "antimilitarismo", "reação proporcional", > "direito à resistência" etc. > > > Na imprensa brasileira, um jornalista como Janio de Freitas chegou a > chamar o ataque aéreo a Gaza de "genocídio", dando alguma altitude > teórica à militância política anti-Israel — embora o próprio Hamas > admita que a maioria das vítimas seja mesmo composta de militantes do > grupo. Trata-se, claro, de uma provocação: sempre que Israel é acusado > de "genocida", pretende-se evocar a memória do Holocausto. Em uma única > linha, sustenta-se, então, uma farsa gigantesca: > a) maximiza-se a tragédia presente dos palestinos; > > b) minimiza-se a tragédia passada dos judeus: > > c) apaga-se da história o fato de que o Hamas é a força agressora, e > Israel, o país agredido; > > d) equiparam-se os judeus aos nazistas que tentaram exterminá-los, o > que, por razões que dispensam a exposição, diminui a culpa dos algozes; > e) cria-se uma equivalência que aponta para uma indagação monstruosa: > não seria o povo vítima do Holocausto um tanto merecedor daquele destino > já que incapaz de aprender com a história? > > E pouco importa se os que falam em genocídio têm ou não consciência > dessas implicações: **o mal que sai da boca dos cínicos não vira virtude > porque na boca dos tolos**. > > > Em junho de 2007, esse mesmo Hamas foi à guerra contra o Fatah na Faixa > de Gaza. E venceu. O grupo preferiu não fazer prisioneiros. Os que eram > rendidos ou se rendiam eram executados com tiros na cabeça — muitas > vezes, as mulheres e filhos das vítimas eram chamados para presenciar a > cena. "O que ocorreu no centro de segurança [as execuções] foi a segunda > liberação da Faixa de Gaza; a primeira delas foi a retirada das tropas e > dos colonos de Israel da região, em setembro de 2005", disse então Sami > Abu Zuhri, um membro do Hamas. "Estamos dizendo ao nosso povo que a era > do passado acabou e não irá volta. A era da Justiça e da lei islâmica > chegou", afirmou Islam Shahawan, porta-voz do grupo. Nezar Rayyan, > também falando em nome dos terroristas, não teve dúvida: "Não haverá > diálogo com o Fatah, apenas a espada e as armas. Desde 2006, quase 700 > palestinos foram assassinados por rivais... palestinos. > > > **Ódio a Israel****** > > O ódio a Israel espalhado em várias correntes de opinião no Ocidente é > caudatário da chamada "luta contra o Império". O apoio ao país nunca foi > tão modesto — em muitos casos, envergonhado. Não é coincidência que > assim seja no exato momento em que se vislumbra o que se convencionou > chamar de "declínio americano". Israel é visto como uma espécie de > enclave dos EUA no Oriente Médio. As esquerdas do mundo caíram de amores > pelos vários sectarismos islâmicos, tomados como forças > antiimperialistas, de resistência. Eu era ainda um quase adolescente (18 > anos)— e de esquerda! — quando se deu a revolução no Irã, em 1979, e me > perguntava por que os meus supostos parceiros de ideologia se encantavam > tanto com o tal aiatolá Khomeini, que me parecia, e era, a negação, > vejam só!, de alguns dos pressupostos que deveriam nos orientar — e o > estado laico era um deles. Mas quê... A "luta antiimperialista" > justificava tudo. O que era ruim para os EUA só poderia ser bom para o > mundo e para as esquerdas. No poder, a primeira medida de Khomeini foi > fuzilar os esquerdistas que haviam ajudado a fazer a revolução... > > > É ainda o ódio ao "Império" que leva os ditos "progressistas" do mundo a > recorrer à vigarice intelectual a mais escancarada para censurar Israel > e se alinhar com as "vítimas" palestinas. Abaixo, aponto alguns dos > pilares da estupidez. > > > **Mas o que é terrorismo?****** > > Pergunte a qualquer "progressista" da imprensa ou de seu círculo de > amizades se ele considera o Hamas um grupo "terrorista". A resposta do > meliante moral virá na forma de uma outra indagação: "Mas o que é > terrorismo?" A luta "antiimperialista" torna esses humanistas uns > relativistas. Eles dirão que a definição do que é ou não terrorismo > decorre de uma visão ideológica, ditada por Washington, pela Otan, pelo > Ocidente, pelo capitalismo, sei lá eu... > > > Esses canalhas são capazes de defender o "direito" que os ditadores > islâmicos têm de definir os seus homens viciosos e virtuosos — > "democracia não se impõe", gritam —, mas, por qualquer razão que não > saberiam explicar, acreditam, então, que Washington, a Otan, o Ocidente > e o capitalismo não podem fazer as suas escolhas. E essas escolhas, > vejam que coisa!, costumam ser justamente aquelas que garantem as > liberdades democráticas. Se você disser que explodir bombas num ônibus > escolar ou num supermercado, por exemplo, é terrorismo, logo responderão > que isso não é diferente da ação de Israel na Faixa de Gaza, confundido > a guerra declarada (e reativa!!!) com a ação insidiosa contra civis. > Para esses humanistas, a ação contra Dresden certamente igualou os > Aliados aos nazistas... Falei em nazistas? Ah, sim: os antiisraelenses > gostam de comparar as ações do Hamas, do Hezbollah ou das Farc aos atos > heróicos dos que lutaram contra o nazismo. Ao fazê-lo, não só igualam, > então, os vários "terrorismos" como também os várias "estados da ordem". > No caso, o nazismo não se distinguiria dos governo de Israel, da > Colômbia ou de qualquer outro estado que sofra com a ação terrorista. > > > **Só querem a paz****** > > Aqui e ali, leio textos indignados em nome da "paz". E penso que o > pacifismo pode ser uma coisa muito perigosa. Chamberlain e Daladier, que > assinaram com Hitler o Acordo de Munique, que o digam. Como observou > Churchill, entre a desonra e a guerra, escolheram a desonra e tiveram a > guerra. Argumentos que remetem ao nazismo, sei disto, costumam > desmoralizar um tanto o debate porque apelam sempre a uma situação > extrema, que se considera única, irreproduzível. A questão, então, é > como Israel pode fazer a paz com quem escolheu o caminho da guerra e só > aceita a linguagem das armas e da morte. O Hamas é o inimigo que mora ao > lado — e, com freqüência, dentro de Israel. Mas há os que estão um pouco > mais distantes, como o Irã por exemplo. **O que vocês acham que > acontecerá quando (e se) os aiatolás estiverem prestes a ter uma bomba > nuclear? Em nome da paz, senhores pacifistas, espero que Israel escolha > a guerra.** E ele escolherá, fiquem certos, concordem os EUA ou não. > > > **A ação de Israel só fortalece o Hamas****** > > Israel deixou o Sul do Líbano, e o Líbano foi entregue — sejamos claros > — aos xiitas do Hezbollah. Israel deixou a Faixa de Gaza, e o Hamas > expulsou de lá os corruptos moderados da Fatah, não sem antes fuzilar > todos os que foram feitos prisioneiros na guerra civil palestina. Isso > indica um padrão, pouco importa a vertente religiosa dos sectários. A > guerra desastrada contra a facção xiita no Líbano, muito mais poderosa > do que o inimigo de agora, significou, de fato, uma lição amarga aos > israelenses: se a ação militar não cumpre o propósito a que se destina, > ela, com efeito, só fortalece o inimigo. Na prática, é o que pedem os > que clamam pela suspensão dos ataques à Faixa de Gaza: querem que Israel > dispare contra a sua própria segurança. > > > O argumento de que os ataques só fortalecem o Hamas porque fazem do > grupo heróis de uma luta de resistência saem, não por acaso, da boca de > intelectuais palestinos ou de esquerda. Cumpre perguntar se, no status > anterior, havia algum sinal de que os palestinos de Gaza estavam > descontentes com os terroristas que os governam. Mais uma vez, está-se > diante de uma leitura curiosa: a única maneiras de Israel não fortalecer > o Hamas seria suportar os foguetes disparados pelo... Hamas! Como se vê, > os argumentos passam pelos mais estranhos caminhos e todos eles cobram > que os israelenses se conformem com os ataques. > > **A volta a 1948****** > > Aqui e ali, leio que o estado de Israel só é defensável se devolvido à > demarcação definida pela ONU em 1948. Digamos, só para raciocinar, que > se possa anular a história da região dos últimos 60 anos... Os inimigos > do país considerariam essa condição suficiente para admitir a existência > do estado judeu? A resposta, mesmo diante de uma hipótese improvável, é > "NÃO". Mesmo as facções ditas moderadas reivindicam a volta do que > chamam "os refugiados", que teriam sido "expulsos" de suas terras — > terras que, na maioria das vezes, foram compradas, é bom que se lembre. > Tal reivindicação é só uma maneira oblíqua de se defender que Israel > deixe de ser um estado judeu — e, pois, que deixe de ser Israel. E isso > nos devolve ao começo deste texto. > > > Aceita-se ou não a existência de um estado judeu? Israel está muito > longe, no curtíssimo prazo, dos perigos que, com efeito, viveu em 1967 e > em 1973. Não obstante, sustento que nunca correu tanto risco como agora. > Desde a sua criação, jamais se viu tamanha conspiração de fatores que > concorrem contra a sua existência: > - a chamada "causa palestina" foi adotada pela imprensa ocidental — > mesmo a americana, tradicionalmente pró-Israel, mostra-se um tanto tímida; > > - o antiamericanismo, exacerbado pela reação contra a guerra no Iraque, > conseguiu transformar o terrorismo em ação de resistência; > > - os desastres da era Bush transferem para os aliados dos EUA, como > Israel, parte da reação negativa ao governo americano; > > - os palestinos dominam todo o ciclo do marketing da morte e se tornaram > os "excluídos" de estimação do pensamento politicamente correto: o que > são 300 mil mortos no Sudão e 3 milhões de refugiados perto de 500 > mortos na Faixa da Gaza, a maioria deles terroristas do Hamas? A morte > de qualquer homem nos diminui, claro, claro, mas a de alguns homens > excita mais a fúria justiceira: a dos sudaneses não excita ninguém...; > > - um estado delinqüente, como é o Irã — que tem em sua pauta a > destruição de Israel —, busca romper o isolamento internacional > aliando-se a inimigos estratégicos dos EUA; > > - a Europa ensaia dividir a cena da hegemonia ocidental com os EUA sem > ter a mesma clareza sobre o que é e o que não é aceitável no que > concerne à segurança de Israel; > - atribui-se ao próprio estado de Israel o fortalecimento dos seus > inimigos, num paradoxo curioso: considera-se que o combate a seus > agressores só os fortalece, ignorando-se o motivo por que, afinal, ele > decidiu combatê-los... > > > Sim ou não à existência de Israel? Sem essa primeira resposta, não se > pode começar um diálogo. Ou romper de vez o diálogo. Sem essa resposta, > o resto é conversa mole. > > > > *A NOTA DA "OLPT"* > > Reinaldo Azevedo – colunista da Revista Veja > > > > O PT, oh surpresa!!!, divulgou um nota de repúdio a Israel. Por que não? > O texto, vocês verão, também poderia ser enquadrado no crime de > terrorismo, mas contra a língua portuguesa. Segue em vermelho. > Intervenho em azul. > > > **PT condena ataques criminosos** > > Os ataques do exército de Israel contra o território palestino, que já > causaram milhares de vítimas e centenas de mortes, além de danos > materiais, só podem ser caracterizados como terrorismo de Estado. > > Não aceitamos a "justificativa" apresentada pelo governo israelense, de > que estaria agindo em defesa própria e reagindo a ataques. > > Atentados não podem ser respondidos através de ações contra civis. A > retaliação contra civis é uma prática típica do exército nazista: Lídice > e Guernica são dois exemplos disso. > > Viram só? Lembram-se do que escrevi na madrugada? Eis ali a associação > entre a ação israelense e os nazistas. O que foi mesmo que escrevi? > Sempre que se faz isso: > //a) maximiza-se a tragédia presente dos palestinos////// > > //b) minimiza-se a tragédia passada dos judeus:// > > //c) apaga-se da história o fato de que o Hamas é a força agressora, e > Israel, o país agredido;// > > //d) equiparam-se os judeus aos nazistas que tentaram exterminá-los, o > que, por razões que dispensam a exposição, diminui a culpa dos algozes;// > > //e) cria-se uma equivalência que aponta para uma indagação monstruosa: > não seria o povo vítima do Holocausto um tanto merecedor daquele destino > já que incapaz// > > //de aprender com a história?// > > > O governo de Israel ocupa territórios palestinos, ao arrepio de seguidas > resoluções da ONU. Até agora, conta com apoio do governo dos Estados > Unidos, que se realmente quiser tem os meios para deter os ataques. > > AQUI ESTÁ UMA DAS FORMIDÁVEIS MENTIRAS DA NOTA. Não, os EUA não dispõem > dos meios para impedir os ataques. Não há ou haverá governo americano — > de Bush, de Obama ou de qualquer outro — capaz de impedir Israel de se > defender. E não só em relação ao Hamas. Se a Europa e os EUA permitirem, > por exemplo, que o Irã faça a sua bomba, Israel irá à luta. Nem que seja > sozinho. > > > Feitos sob pretexto de "combater o terrorismo", os ataques de Israel > terão como resultado alimentar o ódio popular e as fileiras de todas as > organizações que lutam contra os EUA e seus aliados no Oriente Médio, > aumentando a tensão mundial. > > Duas canalhices morais em tão poucas linhas! > > 1 - O texto ignora os ataques feitos pelo Hamas — considerados apenas > "pretextos". > > 2 – A nota do PT pretende ser uma peça de fina teoria política. Observem > que tem a ousadia de dar aula de realismo aos EUA e a Israel, como a > dizer: "Se vocês não quiserem que o ódio contra vocês aumente, então os > ataques têm de parar agora". Vale dizer: "A melhor maneira que você têm > de combater o inimigo é ceder às suas pressões e chantagens". Ah, claro: > até parece que o PT está realmente preocupado com a reputação dos EUA e > de Israel... > > > O Partido dos Trabalhadores soma sua voz à condenação dos ataques que > estão sendo perpetrados pelas forças armadas de Israel contra o > território palestino e convoca seus militantes a engrossarem as > manifestações contra a guerra e pela paz que estão sendo organizadas em > todo o Brasil e no mundo. > > De fato, os petistas conseguem "engrossar" qualquer coisa... Ah, sim: > "manifestação pela paz" é sinônimo de condenação a Israel e, pois, da > continuidade do ataques do Hamas. Na prática, o que se pede é que o > terroristas continuem a lançar "em paz" os seus foguetes. > > > O PT reafirma, finalmente, seu integral apoio à causa palestina > > > ...E apóia os foguetes do Hamas > > > Ricardo Berzoini > > Presidente nacional do PT > > Valter Pomar > > Secretário de Relações Internacionais do Partido dos Trabalhadores > > Berzoini é o camarada que, apropriadamente, costumo chamar de Berzoniev. > Pomar? Ah, é o atual chefão do Foro de São Paulo, aquela entidade que > congrega as esquerdas latino-americanas, inclusive o Partido Comunista > Cubano, que responde por quase 100 mil mortos no seu esforço para > construir o "novo homem". Mortes justas, como sabemos, que honram o > pacifismo e o humanismo. > > > E, como é sabido, a posição do PT é também a do governo brasileiro: > sempre simpático às ditaduras, hostil, sempre que possível, às > democracias. No começo dos anos 1980, quando praticamente todas as > facções terroristas palestinas estavam abrigadas na então OLP > (Organização para a Libertação da Palestina), uma amiga já chamava o PT > de "OLPT". Justo e premonitório. > > > ------------------------------------ --- Não leve nada pro lado pessoal. Apenas divirta-se. Comentários: www.yahoogroups.com/group/goldenlist-L/messages Newsletter: www.yahoogroups.com/group/goldenlist/messages Yahoo! Groups Links <*> To visit your group on the web, go to: http://groups.yahoo.com/group/goldenlist-L/ <*> Your email settings: Individual Email | Traditional <*> To change settings online go to: http://groups.yahoo.com/group/goldenlist-L/join (Yahoo! ID required) <*> To change settings via email: mailto:[email protected] mailto:[email protected] <*> To unsubscribe from this group, send an email to: [email protected] <*> Your use of Yahoo! Groups is subject to: http://docs.yahoo.com/info/terms/
