Newsletter

        
                
                                
                 
 Armas e munição do Brasil sumiram após terremoto no Haiti
        
        
         





    Suspeita de  desvio
para narcotraficantes é investigada pelo Exército em inquérito
policial.  Enquanto o resultado do IPM não é divulgado, circula na
Missão das Nações Unidas para a Estabilização do País (Minustah) a
informação de que o armamento desviado teria sido vendido a
narcotraficantes de países da América do Sul, como Colômbia, Venezuela
e Bolívia. Entre os suspeitos, estariam praças temporários, entre eles
um sargento.A Procuradoria de Justiça Militar,
em Brasília, designou um de seus membros para acompanhar o IPM sobre o
desvio. No início do mês, a mesma procuradoria mandou instaurar
procedimento para investigar as denúncias de O DIA, de que jipes e
caminhões desviados do Exército estavam sendo negociados em
ferros-velhos da Região Metropolitana do Rio.
 O caso é tratado
como prioritário pelo governo brasileiro. Diante do orgulho nacional em
torno da missão de paz, o desvio de armas é mal visto, mesmo se
tratando de caso isolado em momento de atenções voltadas para socorrer
vítimas. A primeira informação que se chegou a ventilar, após ter
vazado a informação do possível desvio, é que se tratava apenas do
desaparecimento de um fuzil carregado, com conivência de um soldado com
falha de conduta já investigada. De acordo com fontes militares, também
se investiga a possibilidade de as armas terem sido soterradas.
 
Decisiva para esclarecer
caso do possível desvio, a semana passada foi de intensa movimentação
na missão de paz. Terça e quarta-feira passadas, o Chefe do
Estado-Maior do Exército, general Fernando Sérgio Galvão, fez visita de
avaliação do contingente brasileiro no Haiti. Conversou com o
comandante da Minustah, general Floriano Peixoto Vieira Neto,
encontrou-se com autoridades locais e verificou as instalações e
condições de emprego do reforço de pessoal recém-chegado ao Haiti.
Quinta-feira, o secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, anunciou a saída
do general Floriano Peixoto do comando das operações militares no
Haiti. A troca é apontada pelo governo brasileiro como de rotina e já
anteriormente prevista.
 
Escolhido para substituir
o general Floriano Peixoto Vieira Neto — no comando da Minustah desde
abril de 2009 — o general Luiz Guilherme Paul Cruz já chefiou o
Batalhão Brasileiro no Haiti em 2008. Agora ele volta ao país com a
missão de esclarecer o sumiço das armas e munições entre os militares
de todos os países que integram a tropa da Minustah.
 
Entre eles
estão: Argentina, Bolívia, Canadá, Chile, Coreia do Sul, Equador,
França, Filipinas, Guatemala, Jordânia, Nepal, Paraguai, Peru, Sri
Lanka e Uruguai.LEIA A ÍNTEGRA DESTA NOTÍCIAO DIA 

-------------------------------------------------------

   "Quelle connerrie est la guerre" 

            (Jacques Prévert)


      
____________________________________________________________________________________
Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! +Buscados
http://br.maisbuscados.yahoo.com

Responder a