Pintinho, vc que dá palpite sobre tudo, principalmente sobre o que não entende ou não foi chamado para opinar, por que não escreve para sua candidata, como vc faz candidamente nas seções de cartas dos jornais, e sugere que o comitê de campanha, atualmente numa mansão de brasília (por ironias do acaso pertencente ao meu tio avô ex-ministro do STF, Aldyr Passarinho) que transfira o comitê de inteligencia para um barraco em CEILÂNDIA
como vc pode desconfiar o eleitor da DILMA não mora no lago Paranoá... sugestão do querido amigo de sempre... ak Brasil um pais de (engenheiros) TOLOS O País - Página 3 *Estrutura de comitê mostra poder de Palocci* Ex-ministro amplia influência junto a Dilma BRASÍLIA. O novo QG da campanha da candidata petista, Dilma Rousseff, inaugurado ontem no coração de Brasília, delimita o espaço e o poder das pessoas mais influentes na campanha petista. Nos 1.400 metros quadrados que englobam três andares de um edifício no setor comercial mais movimentado do Centro da capital, o primeiro andar ficou reservado para os gabinetes da candidata, que terá como vizinhos o seu assessor especial Antônio Palocci (PT-SP) e o candidato a vice, Michel Temer( PMDB-SP). Palocci só tem ampliado sua influência sobre a candidata. Os coordenadores da campanha José Eduardo Dutra, presidente do partido, José Eduardo Cardozo (PTSP), secretário-geral, e Rui Falcão, coordenador de comunicação, ficarão em salas mais distantes. Os peemedebistas Moreira Franco e Mangabeira Unger também terão salas no comitê de Dilma. As áreas de comunicação, marketing e internet, além da assessoria de imprensa da campanha petista, serão transferidas de uma casa, no Lago Sul, para quase um andar inteiro no novo comitê. O estúdio de gravação, a cargo do marqueteiro João Santana, e o setor de inteligência funcionarão em uma mansão no Lago Sul. Mesmo sem a presença do presidente Lula, a inauguração do comitê, ontem à noite, foi marcada por um início de tumulto na chegada dos convidados. O candidato a deputado distrital Edivaldo de Freitas (PMDBDF) foi barrado e imobilizado pelos seguranças. Alguns vidros da portaria chegaram a ser quebrados. Na saída, o candidato, que disse ser líder dos rodoviários de Brasília, estava revoltado com a candidata petista. — Não faço mais campanha para Dilma — afirmou o peemedebista, pegando depois um megafone para manifestar seu descontentamento. Segundo a organização, Freitas foi barrado porque não estava credenciado.
