Ué.. mas TEM batalhão da policia lá? Pensei que quem fazia seguranças nessas
áreas eram os traficantes já..

 

Kleine

 

De: [email protected] [mailto:[email protected]] Em
nome de Fabricio Augusto Souza Gomes
Enviada em: sábado, 24 de julho de 2010 13:38
Para: [email protected]
Assunto: Re: [gl-L] PMs pediram R$10 mil para liberar carro, diz pai de
atropelador de Rafael

 

  

É, Leni, tá realmente dificil viver nessa cidade, nesse país... valores
totalmente invertidos.
Vou resgatar a célebre frase: a melhor saída é o Galeão/Tom Jobim...
Policiais foram corruptos (pela enésima ducentésima vez) e o pai do
"playboy" ainda tentou ocultar o crime, mandando o carro pra oficina. É uma
sucessão de "bandalhas" éticas sem fim.
O 23o batalhão da PM, no Leblon, é célebre em "historinhas" dentro da
propria corporação da PM.
Se isso acontece no "Lebronx", imagina em Costa Barros, Pavuna e Belford
Roxo...

FG

Em 24 de julho de 2010 08:27, leni balthar <[email protected]>
escreveu:

  



PMs pediram R$10 mil para liberar carro, diz pai de atropelador de Rafael


Ele contou que chegou a pagar mil reais aos policiais. 
Filho de 18 anos da atriz Cissa Guimarães morreu na terça-feira. 


Do G1, com informações do Jornal Nacional 


O pai do jovem que admitiu ter atropelado Rafael Mascarenhas, filho da atriz
Cissa Guimarães, disse nesta sexta-feira (23) em depoimento que os policiais
que liberaram seu filho pediram R$ 10 mil em propina. O depoimento durou
seis horas. Roberto Bussamra conta que após a abordagem policial, o grupo
parou em um posto de gasolina na Gávea, na Zona Sul.
Ele foi chamado ao local. Os PMs exigiram R$ 10 mil para liberar os rapazes
que atropelaram Rafael. Como não tinha o dinheiro na hora, Roberto Bussamra
combinou de pagar a quantia na manhã seguinte, na Praça Mauá, no Centro do
Rio de Janeiro.

Ao se encontrar com os policiais, ele  inicalmente pagou R$ 1 mil, mas
durante o acerto recebeu um telefonema da mulher. Ela contou que a vítima do
atropelamento era filho da atriz Cissa Guimarães - e que e ele havia
morrido. Roberto passou mal ao receber a notícia e foi retirado do carro por
um dos filhos, enquanto os policiais arrancavam com o dinheiro da propina.

 

 

 

O dono da oficina para onde foi levado o Siena preto do jovem após o
acidente diz que, por volta de 4h30, o automóvel chegou de reboque. O pai e
o irmão do motorista esperaram até 8h, quando a oficina abriu. O lanterneiro
disse que o pai do jovem pediu pressa no conserto porque precisava trabalhar
com o carro.

Em três horas de conserto, o carro chegou a ser desmontado, mas não houve
tempo para que as peças danificadas fossem trocadas. O dono da oficina
contou que, durante o serviço, recebeu um telefonema do pai do atropelador
exigindo que parasse com urgência e que depois ele entenderia o porquê e que
a perícia buscaria o veículo. O mecânico disse que teria visto vestígios de
pele no carro. Depois de ter parado o trabalho, ele ouviu sobre o acidente
no noticiário. 

Investigação

De acordo com a polícia, nenhum outro depoimento deve acontecer nesta
sexta-feira (23) e no fim de semana. Os agentes pretendem usar os próximos
dois dias para avançar nas investigações.

A previsão é que os policiais militares que abordaram o carro que atropelou
Rafael Mascarenhas sejam chamados a depor na próxima semana, mas a data
ainda não foi definida. A polícia informou ainda que dificilmente o
inquérito será encerrado na próxima semana. A polícia investiga se eles
tentaram ocultar vestígios de acidente no carro que matou o jovem no Túnel
Acústico, na Gávea, quando ele andava de skate.

Homenagem a Rafael

Rafael Mascarenhas recebeu uma homenagem dos amigos na noite de quinta-feira
(22). Skates e rosas brancas foram reunidos em frente ao prédio onde Rafael
morava com a mãe, na Gávea.

Uma foto do rapaz num show lembrou a paixão de Rafael pela música. Os dois
jovens que andavam de skate junto com ele na madrugada do atropelamento se
abraçaram com outros amigos.

PMs têm ficha exemplar

As fichas profissionais do sargento e do cabo da Polícia Militar, que
liberaram o motorista que atropelou o músico Rafael Mascarenhas, apontam
comportamento excepcional e ótimo durante o tempo em que eles estão na
corporação. As informações são da assessoria de relações institucionais da
PM.

Os policiais prestaram esclarecimentos à Corregedoria da PM sobre o episódio
durante toda a manhã desta quinta-feira (22). De acordo com o comandante
geral da Polícia Militar, coronel Mário Sérgio Duarte, os PMs voltaram a
confirmar as declarações que constavam no boletim de ocorrência entregue à
Polícia Civil. O sargento e o cabo foram afastados dos trabalhos nas ruas.

Carona prestou depoimento na quinta-feira

O estudante André, de 19 anos, que estava no carona do carro do motorista
que confessou ter atropelado o músico Rafael Mascarenhas prestou depoimento
na quinta-feira (22). Ele não quis falar com a imprensa.

O advogado dele, Paulo Márcio Ennes Klein - que não quis revelar o sobrenome
do cliente -, informou que o jovem disse, no depoimento, que Rafael passou
de skate, na frente do carro, saindo da direita para a esquerda, dentro do
Túnel Acústico, que liga São Conrado à Gávea.

Segundo Paulo Klein, André negou, no depoimento, que ele e os amigos
estivessem fazendo um pega dentro do Túnel Acústico. “Ele diz que o carro
não estava correndo, mas que não sabe precisar em que velocidade estava.
André contou que o carro chegou a frear antes do atropelamento”, disse o
advogado. “Inclusive, o André estava sem o cinto de segurança. Não sou
perito, mas acredito que, se o carro estivesse em alta velocidade, com o
impacto, o André teria se machucado”, acrescentou.



-------------------------------------------------------
"Quelle connerrie est la guerre" 
(Jacques Prévert)


  




-- 
----
Fabrício Augusto Souza Gomes
[email protected]
MSN: [email protected]
Blog: http://fabriciosgomes.livejournal.com/



Responder a