Ajoelhou? Tem que rezar agora...rs Vendeu a alma ao diabo? O diabo já vem cobrar antes mesmo do "produto" comprado chegar...rs
FG Em 24 de agosto de 2010 10:09, Ermindo Cecchetto Junior <[email protected] > escreveu: > > > > > > *A 42 dias da eleição, PMDB reivindica dividir poder ''meio a meio'' com > PT* > Em caso de vitória de Dilma, partido de Temer deixaria de agir como > 'convidado', passando a atuar como um dos 'donos da casa' > > 22 de agosto de 2010 | 0h 00 > > - -<http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100822/not_imp598552,0.php> > +<http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100822/not_imp598552,0.php> > > João Domingos e Christiane Samarco - O Estado de S.Paulo > > Poder dividido "meio a meio". Assento no Planalto, entre os "ministros da > casa", e no Conselho Político que assessora o presidente da República. > Henrique Meirelles na equipe econômica. Ministérios de "porteira fechada", > os cargos de sempre nas estatais e postos de comando nas vedetes do > petróleo, a Petrobrás e a Petro-Sal. Senado e Câmara sob seu comando. > > Com a campanha eleitoral em curso e ainda a 42 dias da abertura das urnas, > é com essa precisão cirúrgica, alimentada pela liderança nas pesquisas da > candidata aliada, Dilma Rousseff (PT), que o PMDB já define as regras de > ocupação do poder. Como presidente do partido, deputado Michel Temer (SP), > no posto de vice da chapa presidencial, o PMDB estima o tamanho da cota > futura de poder baseado no argumento de que agora, se Dilma ganhar, o > partido não é mais "um convidado", mas na verdade um dos "donos da casa", o > Palácio do Planalto. > > A diferença entre "convidado" e "dono da casa" deriva do fato, como > explicam os peemedebistas, de que, um governo Dilma seria fruto da coalizão > do PT com o PMDB, e não de simples aliança construída depois da vitória - o > que aconteceu, por exemplo, nos governos Fernando Henrique Cardoso > (1995-2002) e Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010). > > Núcleo. Por isso é que o partido, na condição de sócio-proprietário, já dá > como certa a presença de um representante no núcleo político do Palácio do > Planalto. "Fomos o primeiro partido a assinar com o presidente Lula um > compromisso de união política pela democracia, liberdade de imprensa e de > opinião, respeito aos direitos humanos e aos movimentos sociais. Com Lula e > com Dilma voltamos a ser o velho MDB, que combateu a ditadura", diz Moreira > Franco, escalado para coordenar o programa de governo da candidata petista > pelo lado do PMDB. > > Depois de passar por uma das vice-presidências da Caixa Econômica Federal e > assumir um lugar na coordenação da campanha presidencial, Moreira Franco > sonha com um ministério: o das Cidades, que tentou criar na gestão Fernando > Henrique Cardoso e só viu a proposta se concretizar no governo de Lula. > > Como o partido conseguiu seis ministérios após aderir formalmente ao > segundo governo Lula (2007-2010), passando a comandar orçamento superior a > R$ 100 bilhões, o cenário pretendido na hipótese de vitoriosa a chapa > PT-PMDB supera, em muito, as cifras e o atual espaço de poder. > > A legenda, agora, quer assento no Palácio do Planalto, com participação > garantida no núcleo da tradicional reunião das 9 horas com o presidente da > República, e quer também ministérios em que os postos-chave não sejam > divididos com outros aliados - a tal "porteira fechada". Além das estatais e > da Petrobrás e da futura Petro-Sal, o partido lembra que é candidato a > também ratear poder nas agências reguladoras. > > Pré-acerto. Em matéria de cargos, o PMDB já tem até pré-acerto para fincar > um pé na área econômica do futuro governo. O passaporte para o Ministério da > Fazenda ou do Planejamento é o atual presidente do Banco Central, Henrique > Meirelles, que se filiou ao partido em setembro passado, a pedido do > presidente Lula. Também foi Lula quem deu a Meirelles a carta de garantia de > que, se vitoriosa a chapa de Dilma, seu lugar na equipe ministerial está > garantido. > > No fim de março, quando Meirelles já não tinha expectativas de se tornar o > vice de Dilma, Lula o chamou ao Centro Cultural Banco do Brasil, sede > provisória do governo. "O PMDB não abre mão de Michel Temer. Então, peço que > fique no Banco Central", disse Lula ao presidente do BC. Meirelles concordou > em ficar, mas, em troca, o PMDB goiano arrancou de Lula e Dilma a promessa > de que o atual responsável pela política de juros terá lugar no primeiro > escalão do eventual governo da petista. > > Além de Meirelles, outro nome que o PMDB dá como certo numa pasta > específica é o do senador Edison Lobão (MA) à frente de Minas e Energia. > Lobão conseguiu a proeza de conquistar Dilma, depois de chegar desacreditado > a uma área com a qual tinha pouca intimidade, na condição de afilhado do > presidente do Senado, José Sarney (AP). > > A dupla Sarney e o líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), deve > manter na administração Dilma a influência que teve na gestão Lula. O atual > presidente não se esquece de que no Maranhão tem 97% de aprovação dos > eleitores, maior até do que no Amazonas - onde, em 2006, saiu das urnas com > 1 milhão de votos de vantagem sobre o tucano Geraldo Alckmin, com voto de > apenas 176 mil eleitores. > > Bancada. O líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), quer > resolver seu futuro dentro do próprio Congresso. A cúpula do partido já > negocia com o PT do líder Cândido Vaccarezza (SP) sua indicação para > substituir Temer na presidência da Casa. > > "Se formos vitoriosos na eleição, vamos pleitear a presidência da Câmara no > primeiro biênio do próximo governo, tendo ou não a maior bancada", antecipa > o deputado Eduardo Cunha (RJ). > > O partido considera "justo e razoável" que o PMDB mantenha a cadeira de > Temer em sistema de rodízio com o PT, pelo qual caberá a Vaccarezza o > comando da Câmara no segundo biênio da futura administração. Como em fim de > governo é sempre mais difícil manter a coesão da base, ter a presidência da > Câmara nas mãos de um petista nos últimos dois anos daria mais segurança ao > eventual governo Dilma. No Senado, a regra que vale é a da maior bancada > indicar o presidente. > > O PMDB conta com o sucesso nas urnas como condição única para fazer o > sucessor de Sarney, independentemente da presidência da Câmara. O argumento > é que o senador peemedebista teria direito a uma reeleição. > > Dirigentes do partido também lembram que, tal como diria Lula, "nunca antes > neste país" o PMDB foi aliado de primeira hora em uma campanha. No novo > cenário, a legenda se recusa a apadrinhar indicações como a de José Gomes > Temporão, que Lula nomeou ministro da Saúde na cota do PMDB. Um peemedebista > da cúpula diz que, nesse caso, seu partido nem padrinho foi: "Servimos de > barriga de aluguel para o PT, e isso não admitiremos mais." > > > > Tópicos: , Brasil <http://topicos.estadao.com.br/brasil>, Versão > impressa<http://topicos.estadao.com.br/versao-impressa> > comentários para este post 383 comente também [image: Imagem removida > pelo remetente.][image: Imagem removida pelo > remetente.]<http://cadastro.estadao.com.br/responsabilidade-online> > > > > > > > -- ---- FG
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