Oi Klaus

Estamos mal...

Os historiadores dizem qeu a gente só conhece bem um fato cerca de 50 
anos depois de ele ter ocorrido.

Pois as pessoas que tinham o que falar já falaram. Os crimmes já 
prescreveram. A maioria já morreu. Os interesses já mudaram...

Ai, ai...

Será que essa campanha tem chance diferente zero de dar certo aqui,
em um período de tempo relativamente curto, tipo uns 20 anos?

-- 
Beijins
Fa
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"Nunca conheci ninguém podre de rico. Mas já vi milhares de pessoas 
podres de pobre." - Millôr Fernandes
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Klaus Denecke-Rabello wrote:

> Não se pergunte o que o Brasil pode fazer por você, mas sim o que você 
> pode fazer por esse Brasil.
> 
>  
> 
> A começar a não votar sem se informar, passando por comprar produtos que 
> estejam em alinho com sua ideologia e respeito à pátria, não jogar lixo 
> nas ruas, não tentar tirar vantagem nas pequenas coisas, não aceitar as 
> imposições incoerentes e históricas de nosso país, não subsidiar 
> economicamente aquilo que está atrapalhando a evolução positiva, em 
> suma: se informar, se conscientizar e se posicionar.
> 
>  
> 
> Três coisas que, sinceramente, a maioria medíocre tem preguiça de fazer. 
> Afinal, o povo aqui não planeja nada a longo prazo e não tem visão 
> global, porque o interesse é local apenas: o local onde vai rolar a 
> próxima cervejinha.
> 
>  
> 
> E, por fim, mas não menos importante: virar as costas é sempre a maneira 
> mais fácil. O problema é quando o mundo inteiro estiver na mesma 
> situação. Para onde você irá se voltar? Porque o problema não é 
> exclusivo do Brasil. A diferença é que aqui se plantando tudo dá com 
> abundancia. E o que se tem plantado não é uma semente da qual eu também 
> queira provar o fruto. O problema é da mediocridade humana, raça a qual 
> ainda se encontra em fase de amadurecimento e aprendizado. Alguns estão 
> mais a frente, muitos ainda se perdem em ilusões e se prendem ao 
> consumismo barato e a questões apenas de ordem pessoal.
> 
>  
> 
> A terra aqui é fértil, os recursos existentes, o mercado, incipiente, 
> mas com grande potencial. Porque não damos certo? Falta de culhão. 
> Exemplo: roubou, devolve o dinheiro e vai passar um bom tempo na cadeia, 
> sem mordomias, pelo contrário, trabalhando para pagar os custos que está 
> dando ao Estado. Porque não damos certo somente por causa da roubalheira 
> e a eterna vontade de se dar bem. E o pior: em cima do outro.
> 
>  
> 
> Quando a justiça começar a funcionar de verdade neste país, sendo 
> igualmente cega para todos, enxergaremos uma luz no fim do túnel. 
> Enquanto ela ficar levantando a venda de um dos lados apenas, ficamos 
> perdidos na escuridão do esforço sem recompensa. É por isso que tem 
> gente que mal trabalha e é mais bem abastada que a média dos ricos em 
> países desenvolvidos e tem gente que trabalha feito escravo para comprar 
> a carta de alforria mensal e poder bater no peito e se iludir de que já 
> não vive mais na senzala.
> 
>  
> 
> Triste, muito triste, mas longe de me desanimar de continuar lutando. A 
> maioria me considera  e aos meus iguais chato/caxias, utópico ou 
> encrenqueiro, afinal, “se quem tá precisando mesmo não se mexe e quem 
> pode mudar não quer, porque insistir?” Digo que a maioria faz apenas 
> volume e somente a consciência, a criatividade e a perseverança fazem a 
> diferença.
> 
>  
> 
> Vamos iniciar uma campanha de moralização nacional.
> 
>  
> 
> LUCRO SÓ HONESTO, MORTE PARA O RESTO. Pena de morte para o crime do 
> colarinho branco. (a logo pode ser um colarinho branco com uma 
> corda/forca fazendo as vezes de gravata).
> 
>  
> 
> Desviar dinheiro público não é normal como a reincidência e falta de 
> ações transformaram o entendimento coletivo. Desviar dinheiro público é 
> assassinar o presente e o futuro da nação, conduzindo de uma a milhões 
> de pessoas a um caminho sem volta: impotência, passividade e submissão; 
> miséria financeira e existencial.
> 
>  
> 
> Não gosto de mendigos, de favelados, de crianças pobres na rua. Mas não 
> é secando a ponta do iceberg que ficaremos navegando em águas calmas. O 
> pior ainda está na base e não obstante tem a mesma cor de um iceberg: o 
> crime do colarinho branco, sujo com o sangue dos inocentes e da lama dos 
> miseráveis.
> 
>  
> 
> É preciso separar o joio do trigo para que possamos deixar de pensar de 
> maneira bairrista e podermos confrontar a grande experiência humana: a 
> união e o amor incondicional em um cotidiano prazeroso. Utópico? Passe 
> um tempo na Europa anglosaxa e você terá uma pista do caminho a ser 
> seguido. Basta saber que entre os muitos turistas nórdicos se encontram 
> motoristas de condução pública, estivadores, lixeiros e outros tipos de 
> profissionais que aqui sequer conhecem o estado ao lado, pois tem que 
> ficar se preocupado com o seu estado físico e mental em um país que não 
> dá trégua um só dia para quem é correto e trabalhador e, pelo contrário, 
> embala as festas de quem realmente faz esse país dançar e feio. Mas um 
> país não tem vontade própria. É feito por seus homens e mulheres, jovens 
> e crianças. Do que temos medo a ponto de não nos unirmos em prol não 
> apenas de um futuro, mas de um cotidiano melhor?
> 
>  
> 
> Nação não é bandeira. Nação não é símbolo. Nação é união.
> 
>  
> 
> Sobre a questão das cores: o verde da esperança, o ouro do valor, o azul 
> da tranqüilidade, o branco e as estrelas indicando o paraíso. Cada um 
> faz a leitura que quer dos símbolos.
> 
>  
> 
> Se não gostam do país, façam algo para serem felizes em outro lugar e 
> deixem quem quer ver e fazer isto melhorar ter espaço e força. Porque 
> com uma boa parcela, principalmente da classe média (sempre ela, sempre 
> medíocre, sempre acanhada, sempre aquém de seu potencial tranformador da 
> luta de classes para o equilíbrio social) a entoar o cântico da 
> desilusão, fica difícil mudar o consenso. E, sinceramente, não seria 
> difícil.
> 
>  
> 
> Pois, se para uns o copo está quase vazio, para outros ele estará quase 
> cheio. Para ambos a tarefa de mudar a situação para copo cheio seria a 
> mesma, mas para o segundo, o esforço seria muito menor e por isto, ele 
> poderia render ainda mais. Para esvaziar, qualquer um pode ser chamado: 
> destruir é mais fácil que construir; denegrir mais cômodo que lutar.
> 
>  
> 
> Quando começarmos a entender de fato a nossa realidade e que precisamos 
> mudar a princípio muito pouco, esse país alcançará aquilo que sempre se 
> disse a respeito: o Brasil é o país do futuro.
> 
>  
> 
> Façamo-no hoje, iniciemos agora.
> 
>  
> 
> Klaus, pra quem somente a causa e a experiência humana estão acima do país


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Não leve nada pro lado pessoal. Apenas divirta-se.

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