Repassa
para o conselheiro
…
Ele
precisa acreditar que a republica, desde a sua concepção na França é composta
de TRES PODERES
Quando
um falha os outros dão um pé na bunda..... faz parte do jogo republicano
Como
vcs verão em breve, se existir “justissa”
E
a opinião publica se ajusta....aos fatos
Quero
lembrar que a CAMPANHA nem começou... estas são as
PRELIMINARES, como dizem aqui na lista, indispensáveis para uma boa FO***
;-))))))))))))))))))))
De:
[email protected] [mailto:[EMAIL PROTECTED]
Em nome de ccarloss
Enviada em: Thursday, April 13,
2006 1:18 PM
Para: [email protected]
Assunto: [gl-L] Fw: Relatório
Final
Recebido do Rubens José e repassando, mas fazendo questão de
acrescentar que os governos anteriores foram também corruptos e inescrupulosos.
Sem exceção.
Mas nada do que é dito sobre o atual governo no que repasso
agora é mentira.
Se houvesse um corruptômetro para a política brasileira ele
explodiria.
"Antonio Fernando, o governo Lula e os nomes das coisas.
Por Liliana Pinheiro
Pouca coisa no governo Lula e no PT resiste ao texto enviado pelo
procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza,
ao Supremo Tribunal Federal. Ele deu nome às coisas. Usou 52 vezes a palavra
"quadrilha" para qualificar a união de políticos estrelados, empresas
e bancos num projeto de assalto ao Estado. E 36 vezes a expressão
"organização criminosa".
Em 136 páginas, o procurador anulou ponto por ponto a mitologia política
cuidadosamente montada pelo partido do presidente Lula para explicar o
mensalão. Nada daquilo que foi dito e repetido por petistas em todos esses
meses de crise política se sustenta diante da investigação da Procuradoria.
Alguns exemplos de desculpas, agora desmoralizadas: os julgamentos no Congresso
e a cobertura da imprensa obedeceriam a uma lógica unicamente política, haveria
uma perseguição das elites a um governo popular, tudo não passaria de manobra
da oposição para desestabilizar o PT nas eleições de outubro.
Um pouco sobre Antonio Fernando de Souza. Até aqui, ele nunca deu um sinal de
usar a bússola partidária em seu trabalho. Foi nomeado para o cargo pelo
próprio presidente Lula (e não pela oposição), com base numa lista tríplice em
que apareceu como
o primeiro escolhido por colegas. É funcionário antigo do Estado. Desde 1975
está na Procuradoria. Coleciona promoções por mérito e aquelas típicas da
carreira. Tomou posse no atual cargo, para um mandato de dois anos, em 30 de
junho de 2005. Não se viu nesse tempo algo que possa sugerir que esse
profissional seja dado a vaidades e exposições midiáticas, surfando nas ondas
de opinião pública. Por enquanto, portanto, tudo bem para o procurador. E tudo
mal para o governo e o PT.
Também não se pode colar em Antonio Fernando de Souza
a avaliação de que se deixou levar pelos apelos comuns ao Parlamento. A
Procuradoria chegou às mesmas conclusões da CPI dos Correios - só usou palavras
muito mais duras e, ao mesmo tempo, mais apropriadas -, mas sem ter de ouvir o
ruído político do Parlamento ou negociar os termos de seu texto. O procurador
teve direito às suas próprias fontes de informações - ouviu ele mesmo
depoimentos que julgou necessários, por exemplo.
Abaixo, a reprodução de um trecho do texto, apenas para o leitor ter uma idéia
de como aquele
universo de meias palavras da política deu lugar a um raciocínio politicamente
mortal para o PT:
"Com a base probatória colhida, pode-se afirmar que José Genoino, até pelo
cargo partidário ocupado, era o interlocutor político visível da organização
criminosa, contando com o auxílio direto de Sílvio Pereira, cuja função
primordial na quadrilha era tratar de cargos a serem ocupados no Governo
Federal. Delúbio Soares, por sua vez, era o principal elo com as demais
ramificações operacionais da quadrilha (Marcos Valério e Rural), repassando as
decisões adotadas pelo núcleo central. Tudo sob as ordens do denunciado José
Dirceu, que tinha o domínio funcional de todos os crimes perpetrados,
caracterizando-se, em arremate, como
o chefe do organograma."
Por aí vai o texto, que menciona o nome de Dirceu 83 vezes. Talvez só perca
para Delúbio, lembrado 116 vezes. O nome do presidente Lula não é diretamente
relacionado, mas suas ações e omissões estão presentes. Por exemplo, no caso de
uma medida provisória assinada para beneficiar o BMG, banco que fez parte da
farsa dos "empréstimos" a Marcos Valério, que repassou o dinheiro ao
PT. O documento inteiro pode ser acessado no endereço no fim desse artigo.
Reproduzo só mais um trecho, para mostrar uma das formas como o presidente
aparece, ou seja, como responsável por uma medida provisória que só poderia
interessar ao que o procurador chama de "núcleo político" da
"quadrilha":
"Ficou comprovado que o Banco BMG foi flagrantemente beneficiado por ações
do núcleo político-partidário, que lhe garantiram lucros bilionários na operacionalização
de empréstimos consignados de servidores públicos, pensionistas e aposentados
do INSS, a partir do ano de 2003, quando foi editada a Medida Provisória n.º
130, de 17/09/2003, dispondo sobre o desconto de prestações em folha de
pagamento dos servidores públicos e também autorizando o INSS a regulamentar o
desconto de empréstimos bancários a seus segurados. O Banco BMG, que sequer é
um banco pagador de benefícios previdenciários e que possui uma insignificante
capilaridade de
agências (...)."
Veja íntegra do documento anexo. Fala por si. Na verdade, fala por nós.
FONTE: http://www.primeiraleitura.com.br/auto/entenda.php?id=7348
[EMAIL PROTECTED] <http://www.primeiraleitura.com.br/html/institucional/faleconosco/liliana_pinheiro.php>
]
Publicado em 11 de abril de 2006."
<<doc.zip>>
---
Não leve nada pro lado pessoal. Apenas divirta-se.
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